“ Em determinadas situações, o silêncio é a melhor resposta. ”

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Desafio #7links

Inspirado por essa moça aqui, achei legal participar desse exercício blogocêntrico ;-)  O Problogger.net lançou um desafio Take the 7 Link Challenge Today #7links que consiste em garimparmos em nosso próprio blog os seguintes links:

  • Seu primeiro post;
  • O post que você mais gostou de escrever;
  • Um post que deu origem à um excelente debate;
  • Um post publicado em outro blog (não no seu) que você gostaria de ter escrito;
  • O seu post mais útil;
  • Um post com um título do qual você está orgulhoso;
  • Um post que você gostaria que tivesse sido lido por mais pessoas.
  • Então lá vai:

    Seu primeiro post:
    Você acredita no que lê, ou ouve?
    Por coincidência, ele foi reeditado ONTEM (22/07). Não é o primeiro post pois o primeiro MESMO já não existe mais. Mas este foi o primeiro texto publicado aqui.

    O post que você mais gostou de escrever:
    Autoestima – Faça alguma coisa por você!
    Este post serviu de inspiração para outros textos sobre autoestima e tiveram boa receptividade.

    Um post que deu origem à um excelente debate:
    Livro A Cabana – Resenha / Resumo
    Não foi assim um excelente debate, mas demonstra, mais uma vez, como as pessoas ficam possessas quando não compartilhamos de seus gostos.

    Um post publicado em outro blog (não no seu) que você gostaria de ter escrito:
    Elogio_à_beleza
    O Alex dispensa comentários.

    O seu post mais útil:
    Amor verdadeiro
    Uma mensagem muito breve sobre desapego, desprendimento e liberdade.

    Um post com um título do qual você está orgulhoso:
    OI, você aí, me dá um dinheiro aí!!!
    Naturalmente, tem que ler para entender o título.

    Um post que você gostaria que tivesse sido lido por mais pessoas:
    A magia-nossa-de-cada-dia
    …porque vivemos imersos numa experiência fantástica - a vida - mas nos acostumamos com ela.

    Depois de terminado o exercício, percebi que para cada link acima havia vários e vários candidatos (com excessão do primeiro, naturalmente ;-)  ). Mas é realmente um exercício instigante, que mostra o quanto se progride quando não se desiste das coisas.

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    Materalismo, um paradigma

    [...] Mesmo assim, metade da população mundial crê em religiões que incluem a reencarnação. E ainda mais interessante saber que excelentes dados científicos, em áreas distintas, parecem estar sustentando os modelos reencarnatórios dessas religiões. Em muitas culturas, há livros dos mortos descrevendo a jornada pós-morte da alma. Entre tais livros, um dos mais famosos é o da cultura tibetana, chamado Livro tibetano dos mortos. Pessoas que voltaram do limiar da morte descrevem suas experiências de quase-morte em termos claramente similares aos empregados no Livro tibetano dos mortos. Além disso, há muitos dados, com suficiente corroboração, confirmando a evocação da memória reencarnatória. O popular — mas controvertido —fenômeno das comunicações mediúnicas (channeling ou “canalização”, em inglês) recebeu considerável apoio científico. O fenómeno dos anjos e guias espirituais vivenciado por muitas pessoas, mesmo nesta cultura científica, foi tema de livros e programas de televisão de grande audiência.

    Embora os cientistas convencionais digam que boa parte desses novos dados é subjetiva ou, mesmo, fraudulenta, na verdade eles representam anomalias para o paradigma materialista, pois, se essas coisas são reais, então a alegação materialista de que “nada existe além da matéria” é diretamente falseada. Com efeito, a reencarnação e experiências de quase-morte não são os únicos fenómenos anómalos para a ciência materialista. Seus limites estão sendo postos em xeque em diversas frentes. Há problemas de “sinais de pontuação” na evolução biológica, que Steven Gould popularizou; há problemas de morfogênese biológica, que Rupert Sheldrake trouxe à nossa atenção; há problemas de cura mente-corpo, sobre os quais luminares como Deepak Chopra e Larry Dossey escreveram copiosamente. Há anomalias de percepção extra-sensorial e, até, de percepção normal. Nossa criatividade e nossa espiritualidade devem ser consideradas fenómenos anômalos para o paradigma materialista. Mais notável ainda: anomalias e paradoxos da própria física, da física quântica, foram tema de muitos livros recentes. 

    [...] Se o indivíduo foi criado na cultura ocidental, ainda bastante materialista, é provável que sua cosmovisão seja um estranho e confuso amálgama de materialismo (a supremacia da matéria) e dualismo interativo cartesiano (o mundo espiritual existe como um mundo separado e independente, feito de uma substância não material que, de certo modo, interage com o mundo material).

    Trechos retirados do livro A Física da Alma, de Amit Goswami

    A física da alma

    Obs: A despeito da jogadinha de marketing associando este cientista ao filme Quem Somos Nós, fiquei contente ao ver que na verdade, ele aparece muito pouco no filme. Porque convenhamos, embora elucide alguma coisa da física quântica ao público leigo, o filmezinho é meio picareta (clique e saiba porque) e, assim como o filme O Segredo, ao simplificar demais grandes verdades espirituais, cai para o lado da venda consumista de possibilidades de vida melhor, sem esforço algum, e o pior, vendendo uma base científica que na verdade não existe, ainda, em ambos os filmes. Volto a frisar que creio nessas possibilidades, mas sempre com a consciência de que ainda são só possibilidades, de modo que o que muito me agrada nos dizeres que tenho encontrado neste livro, é justamente seu aspecto filosófico, uma nova visão que abre as portas para novas possibilidades de estudo em que a consciência tem papel primordial sobre a realidade.

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    ¿Ves como te gusta la ópera?

    Eis uma série de videos muito bonitos e comoventes. Veja e você vai entender:
    (Se já viu, vale a pena rever)

    Mercado Central de Valencia

    Reading Terminal Market at Philadelphia

    Mercado Central de Belo Horizonte

    É bonito ver a surpresa quase infantil das pessoas ao verem a pessoa ao seu lado sair de repente, cantando à frente com suas vozes espetaculares ;-)

    Original idea by Contraditorium

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    Teoria das Cordas (ou Supercordas) – Entenda melhor

    Se você gosta de ciência, talvez goste de assistir ao documentário abaixo. É um documentário de 2003 que consite numa viagem a um mundo tão estranho quanto ficção científca, onde as regras que conhecemos não valem mais, onde uma nova visão do universo empurra-o para além dos limites da imaginação. Este é o mundo da teoria das cordas, uma forma de descrever todas as forças e a matéria, do átomo a Terra, até ao fim das galáxias. Do início dos tempos ao seu final. Tudo em uma única teoria, a Teoria do Tudo. Toda a viagem é conduzida por Brian Greene e foi inspirada em seu best-seller, O Universo Elegante.

    Os vídeos abaixo constituem cada qual uma das três partes do documentário. Ao fim de cada vídeo, surge o link para a próxima seção, já que cada parte foi dividida aproximadaente em 6 ou 7 seções. 

    O Sonho de Einstein

    Cordas… A Resposta

    Bem-vindo a 11ª Dimensão

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    Física quântica e seus principais conceitos

    Muito se tem falado em física quântica nos últimos anos. E muito se fala em física quântica como base para conceitos místicos e esotéricos. Já vi gente dizendo que “acredita em física quântica”, o que deixa qualquer cientista horrorizado. Física quântica não é religião, nem crença, é CIÊNCIA. E portanto, não se acredita, se constata.

    Como já falado aqui, em outros textos, eu também creio na possibilidade de alguns conceitos místicos, como por exemplo, a lei da atração. Porém tenho plena consciência que essa “lei” é um conceito espiritual, e por mais que constatemos seus efeitos em nossa vida, a lei da atração não foi provada cientificamente. E sei também que a física quântica não tem absolutamente nada a ver, AINDA, com a lei da atração nem provê qualquer base para a mesma.

    O que acontece é que certos comportamentos observados em algumas partículas a nível sub-atômico são de fato inusitados e fogem completamente da lógica a qual estamos habituados no dia a dia. E esses comportamentos bizarros e inusitados abriram MUITOS precedentes para muitas e muitas especulações quanto às possibilidades e implicações desses comportamentos microscópicos, quando cogitados seus possíveis efeitos, no nível macroscópico. Foi desses precedentes que muitos líderes místicos se valeram para aludir que temas como a lei da atração “tem base científica”. Talvez por entusiasmo, talvez por falta de paciência (afinal a ciência caminha a passos lentos), talvez por oportunismo, o fato é que alardam a lei da atração como uma lei natural e comprovada cientificamente. Infelizmente, isso ainda não é realidade, muito embora os precedentes estejam aí e continuem sendo estudados por cientistas como Amit Goswami, de cujo livro A física da alma, estou lendo.

    No início deste livro, o autor traça um panorama breve dos principais conceitos quânticos, cuja natureza, você verá abaixo, é mesmo bizarra, ilógica – ou é uma lógica mais complexa do que nossa lógica cotidiana – e nos mostra que ninguém precisa de ficção científica (estou brincando), a natureza já é, por excelência, extremamente ousada nesse quesito ;-)  Preste especial atenção aos termos em negrito:

    Incerteza

    • A mecânica quântica é um cálculo de probabilidades que nos permite analisar a probabilidade de cada possibilidade em dada situação dinâmica. A probabilidade gera a incerteza. Não podemos mais conhecer o paradeiro de um objeto com certeza. O movimento de objetos quânticos está sempre envolvido pela incerteza.

    Superposição

    • O que significa dizer que a matéria tem natureza de onda e, por isso, pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo? Se isso parece paradoxal, o paradoxo se resolve quando se percebe que as ondas da matéria são ondas de possibilidades (tecnicamente representadas por funções matemáticas chamadas “funções de onda“); elas estão em dois lugares (ou mais) ao mesmo tempo apenas em possibilidade, apenas como a superposição das duas (ou mais) possibilidades.

    • Objetos quânticos existem como superposição de possibilidades até que nossa observação cause a realidade da potencialidade, gerando um evento real e localizado dentre os diversos eventos possíveis. Se uma possibilidade em particular tem uma grande chance de se tornar real, graças à observação, então a onda de possibilidade também é forte; quando a onda é fraca, é pequena a probabilidade de que sua possibilidade correspondente se torne real. Um exemplo ajuda a esclarecer a questão. Suponha que liberamos um elétron dentro de um recinto. Em instantes, a onda do elétron se espalha pelo lugar. Agora, suponha que montamos uma rede de detectores de elétrons, chamados contadores Geiger, nesse recinto. Será que todos os contadores acusam alguma coisa? Não. Só um dos contadores detecta o evento. Conclusão? Antes da observação, o elétron efetivamente se espalhou pelo cômodo, mas apenas como uma onda de possibilidade. E a observação fez com que a onda de possibilidade se tornasse um evento real.

    Salto quântico

    • Objetos quânticos podem dar um salto descontínuo — agora ele está aqui, depois ali; esse salto é chamado de salto quântico. Um átomo emite luz quando um elétron dá esse salto quântico de um estado energético atómico superior para um inferior. É possível observar a natureza radical desse salto quântico se o visualizarmos como o elétron que pula de uma órbita superior, em torno do núcleo atómico, para outra inferior, sem viajar pelo espaço entre as órbitas. De modo análogo, a causação descendente é descontínua sob todos os aspectos possíveis: causalmente (não podemos atribuir a ela uma causa precisa), mecanicamente (não podemos criar um modelo matemático para ela), algoritmicamente (a matemática não se aplica a ela) e logicamente (sua lógica é circular: o observador é essencial para que ocorra o colapso, mas tal observador é apenas possibilidade antes da ocorrência do colapso)

    Não-localidade

    • Sabe-se, experimentalmente, que objetos quânticos, quando correlacionados de modo adequado, influenciam-se mutuamente de forma não local, ou seja, sem sinais pelo espaço e sem que decorra um tempo finito. Portanto, objetos quânticos correlacionados devem estar interligados em um domínio que transcende o tempo e o espaço. Não-localidade implica transcendência. Decorre disso que todas as ondas quânticas de possibilidade situem-se em um domínio que transcende tempo e espaço, ao qual vamos chamar de domínio da potencialidade transcendente, usando uma expressão de Aristóteles, adaptada por Werner Heisenberg.

    Causação ascendente e Descendente

    • Antes de a física quântica ser compreendida adequadamente, uma metafísica materialista dominava a ciência — particulas elementares formam átomos, átomos formam moléculas, moléculas formam células, inclusive os neurônios, neurônios formam o cérebro e o cérebro forma a consciência.Essa teoria da causação é chamada de teoria da causação ascendente: a causa vai das partículas elementares, ou micro, até a consciência e o cérebro, macro. Não existe poder causalem qualquer entidade do mundo, exceto nas interações entrepartículas elementares. Mas, se nós mesmos nada somos senão possibilidades materiais, como nossa observação pode reduzir ondas de possibilidade? A interação de possibilidade com possibilidade só gera possibilidades mais complexas, nunca uma realidade. Assim, se só existisse a causação ascendente no mundo, o colapso quântico seria um paradoxo. Na interpretação correta e livre de paradoxos da física quântica, a causação ascendente só é capaz de produzir ondas materiais de possibilidade para a escolha da consciência (não material), e a consciência tem o poder supremo, chamado de causação descendente, de criar a realidade manifestada por meio da livre escolha dentre as possibilidades oferecidas. A consciência não é mais vista como um epifenômeno do cérebro, mas como a base da existência, na qual todas as possibilidades materiais, inclusive o cérebro, estão incrustadas.

    (Não entendeu direito? Não mandei faltar aquelas aulas “chatas” de química e física pra ficar de algazarra no pátio do colégio ;-)  )

    A magia quântica

    Conceitos como superposição de múltiplas possibilidades colapsadas por um observador consciente, saltos de um lugar a outro sem viajar pelo espaço entre os pontos, influência a distância sem sinais que viajem carregando informações, enfim convenhamos, são conceitos tentadores quanto à associação entre essas características sub-atômicas – porém reais – e esses mesmos efeitos constatados no nivel macroscópico, como livre-arbítrio ou lei da atração (superposição de possibilidades), criatividade súbita (salto quântico), telepatia (influência à distância sem sinais – não localidade).

    Existe uma probabilidade que tais conceitos se relacionem? Sim, existe. Já estão relacionados? Não, ainda não.

    Muito embora a ciência “empaque” quando confronta o mundo subjetivo e pessoal, dada a impossibilidade de medições no reino da consciência, o futuro, tenho uma certeza particular, ainda nos trará boas surpresas. Contudo, é bom sempre estarmos a par do que realmente acontece e do que ainda não aconteceu, para não falarmos bobagens como dizer que “acreditamos em física quântica” ;-)

    Ronaud Pereira

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    Livro O Universo Elegante – Resenha / Resumo

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    Resenha divulgada

    O astrofísico Brian Greene aborda, de forma compreensível para leigos, a teoria das supercordas, levando o leitor a enxergar o universo através da lógica matemática e perceber o quanto ele pode ser belo e infinitamente interessante.

    • Editora: Companhia das Letras
    • Autor: BRIAN GREENE
    • ISBN: 8535900985
    • Origem: Nacional
    • Ano: 2001
    • Edição: 1
    • Número de páginas: 592
    • Acabamento: Brochura
    • Formato: Médio

    Minha opinião sobre o livro O Universo Elegante

    Eis um livro realmente fantástico: O Universo Elegante: Supercordas, Dimensões Ocultas, e a Busca pela Teoria Final, um livro de autoria do físico Brian Greene, publicado originalmente em 1999 e que visa introduzir o leigo à teoria das cordas, fornecendo uma explicação em linguagem simples e não-técnica dessa teoria, assim como suas inconsistências.

    O livro O Universo Elegante começa com uma breve consideração da física clássica newtoniana e descreve a evolução ocorrida até a Teoria Relatividade Geral de Albert Einstein, a qual revisou muitos dos conceitos físicos tidos como corretos até então, especialmente relacinados à natureza da força gravitacional. Posteriormente, o autor traça um panorama geral da mecânica quântica e seus avanços obtidos na compreensão do mundo sub-atômico, o qual divergia inteiramente em relação ao modo como se comporta o mundo macroscópico, este que vivenciamos através de nossas experiências.

    Desta forma, Greene estabelece um contexto histórico para a teoria das cordas, como uma teoria capaz de integrar o probabilístico mundo da física de partículas, ou física quântica, e a física das grandes dimensões espaciais, alcançada por Einstein. Discute-se assim o problema essencial enfrentado pela física contemporânea: a unificação da Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein e a mecânica quântica

    Greene abusa de analogias e experimentos imaginários para tornar as explicações compreensíveis aos leigos. E explora o potencial que a teoria das cordas tem de estabelecer os fundamentos para a teoria do campo unificado, o “santo graal” da física moderna. Sugere assim que a teoria das cordas é a solução para essas duas explicações conflitantes.

    As abstrações necessárias para compreender tanto a Relatividade Geral -  a física das grandes dimensões espaciais –  como a mecânica quântica – a física das dimensões ultra-microscópicas – deixaria qualquer esotério com suas explicações místicas no chinelo. As abstrações exigidas para a compreensão dos conceitos passados passariam muito bem como ficção. De repente você está lendo e é deparado com um nível de imaginação que te solicita imaginar o seguinte:

    Para que se tenha uma idéia das proporções aqui envolvidas, digamos que se nós ampliássemos um átomo até que ele alcançasse o tamanho do universo conhecido (no vídeo, ele usa o sistema solar como referência), a distância de Planck alcançaria o tamanho de uma árvore comum.

    Ou seja, é uma proporção ultra-mega-hiper-pequena. Nesse momento eu parei e fiquei minutos refletindo sobre a espantosa possibilidade da infinitude do espaço, tanto para as grandes dimensões (escalas astronômicas), como para as microdimensões. Quando o ponteiro do meu sensor de atividade cerebral começou a bater no vermelho, senti que meu cérebro estava à beira da implosão, e parei de pensar nisso ;-)

    Um dos fundamentos e grande atrativo da Teoria das Cordas é a sua elegância e simplicidade. No livro lembra-se muito o aspecto da teoria que a leva a ser considerada uma solução elegante para a compatibilização do conflito entre o ultra-microscópico ao “ultra-macroscópico”. Eis uma citação do livro, que elucida o que é “beleza” para os cientistas:

    A elegância, a riqueza, a complexidade e a diversidade dos fenômenos naturais que decorrem de um conjunto simples de leis universais é parte integrante do que os cientistas querem dizer quando empregam o termo “beleza”.

    Se você quiser entender um pouquinho melhor esse mistério que é a física quântica, da qual muito se ouve falar e pouco se compreende, este é o livro ideal, juntamente ao livro O Ser Quântico, de Danah Zohar, já resenhado aqui. Com O Universo Elegante, você entenderá também muitos dos conceitos de física espacial, bem como o que significa afinal a Teoria da Relatividade de Einstein. Mas atenção, não é um livro fácil, muito embora será, para quem gosta desses temas, ou tem forte interesse em compreendê-los melhor, muito agradável e instigante.

    Ronaud Pereira

    COMPRAR O LIVRO – O UNIVERSO ELEGANTE

    Caso não haja em estoque no Submarino, encontre exemplares usados na Estante Virtual - Já comprei uns 6 livros com eles e nunca tive problemas, além evidentemente da vantagem do preço mais acessível.

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