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Planeta Terra
Segundo a Agência Espacial da Rússia (Roscosmos), esta é a imagem de mais alta resolução já feita do Planeta Terra. Com 121 megapixels, a foto foi captada pelo satélite metereológico Electro-L, com cada ponto dela (pixel) correspondendo a uma área de aproximadamente um quilômetro quadrado.
Fonte: Gizmodo
Conhecida como “Blue Marble”, esta foto faz parte de uma série de imagens captadas pelo satélite de observação da Terra Suomi NPP, o primeiro da nova constelação da agência espacial americana dedicada ao estudo do nosso planeta.
Fonte: Flickr Nasa (Veja esta foto na resolução de 8000×8000)
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Psicologia da Paixão – Amor, Romance e Egoísmo
Amor e Romance
De modo geral, apesar dos sofrimentos inevitáveis, as pessoas vêem a paixão amorosa como um sentimento bom, como algo desejável e digno de ser vivenciado.
Concordo. Acho que o sujeito deve ter uma perspectiva muito baixa de si mesmo, ou inexistente, para viver uma vida desapaixonada do início ao fim. Se é que isso é possível.
Paixão vai e passa, é uma doença maravilhosa, uma tortura chinesa. Camila Morgado
Se paixão for doença eu quero ficar doente pro resto da minha vida. Adolescente iludido
Mas a paixão não é (necessariamente) amor. Não do jeito como costuma-se chamar de amor o que é, na verdade, uma paixão amorosa, ou amor romântico. Eu diria que o amor verdadeiro está mais para a leveza e para o prazer do que para a intensidade e a busca por segurança emocional que sentimos quando apaixonados. (A não ser que sua concepção de amor verdadeiro, porém intenso, seja mais realista e honesta, como esta).
A paixão é um estado pessoal e psicológico sob o qual nosso senso de valor e autoestima fica fundamentado sobre a preferência, exclusividade e as atenções de uma outra pessoa, quase sempre idealizada, isto é, outra pessoa que existe mais em nossa imaginação do que na realidade, com suas qualidades e defeitos. Porque, a tendência é que essa pessoa esteja, no início do relacionamento, mais distante do que próxima.
Como são admiráveis as pessoas que nós não conhecemos bem. Millôr Fernandes
Então lidamos mais com a imaginação que temos dela, do que com a realidade dela em si. Nesta situação é claro que lembramos muito mais de suas qualidades do que de suas falhas.
A ausência diminui as pequenas paixões e aumenta as grandes, da mesma forma como o vento apaga as velas e atiça as fogueiras. François de La Rochefoucauld – Político e escritor francês
Essas atenções nos fazem sentir reconhecidos, únicos e especiais, porque tendemos a nos apaixonar por quem está numa situação melhor do que a nossa, ou alguém que de alguma forma nos torna melhores. O ser por quem estamos apaixonados nos eleva e nos faz sentir importantes. A paixão eleva nosso status íntimo e social. Quem não gosta de um pouco de mimo, de ser paparicado e ter o ego afagado por quem se ama, da mesma forma como a criança adora e está sempre chamando para si as atenções dos pais?
Num mundo onde a indiferença e o umbiguismo rolam soltos, encontrar alguém disposto a nos dar atenção e nos engrandecer com elogios e atenções torna-se uma situação almejada e cuidadosamente valorizada:
A razão pela qual os amantes nunca se cansam de estar juntos é que estão sempre falando de si mesmos. François de la Rochefoucauld
Uma paixão correspondida é responsável pelos melhores momentos que podemos viver. E, é claro, pelos piores momentos caso ela não seja plenamente correspondida, ou demonstre estar sujeita a desaparecer.
Tanto é que “o ciúme é justamente aquela dor que sentimos quando percebemos que a pessoa amada pode ser feliz sem nós”, como nos explica Rubens Alves.
O ciúme é portanto uma negação da realidade, afinal, ninguém aqui é bobo, e todos sabemos que o mundo seguirá perfeitamente sem nós.
…a gente fica com essa sensação de que vai morrer de saudades, daí o tempo passa e a gente percebe que continua vivinha da silva. Ana Carolina Moreno, jornalista (e tuiteira)
Egoísmo
Este sentimento que nos faz sentir especiais e tão vivamente desejados, capaz de nos incitar a crer que transitaremos pela eternidade sentindo SEMPRE aquela intensa estima por aquele outro ser que nos promove tão salutar estima por nós mesmos é um sentimento vulnerável e a todo tempo sujeito as intempéries de nossa humanidade.
Me parece que tudo que envolve a paixão, isto é, o sentimento de apego, a obsessividade, a compulsão pelo ser amado, tem mais a ver com o nosso ego do que com o nosso coração.
O que para muitos é a porta para viver o céu na Terra, na verdade não passa na verdade de um sentimento absolutamente egoísta. O apaixonado ama o ser amado porque este de alguma forma beneficia aquele. Ao contrário do amor verdadeiro, maduro, que quer o bem do outro e por isso liberta, a paixão quer o bem pra si e por isso aprisiona. Ela quer garantir o pedestal eternamente.
As formas de expressão da paixão variam de possessividade, controle, vigilância e proibições ao outro por um lado, e indução ao outro para um apaixonamento profundo e devoto, para se ter aos pés, por outro lado.
O que é raro, é caro. De modo geral só se percebe a importância de um momento quando ele se torna lembrança. Valorizamos alguém especialmente quando somos rejeitados por esse alguém. Você pode se dar bem com 100 pessoas, mas caso se desentenda com UMA, é esta que dominará suas atenções até que vocês resolvam as pendengas, enquanto deixa as outras 99 injustamente de lado. Somos valorizados especialmente quando estamos distantes, ou quando rejeitamos, negando nossas atenções, cuidados e carinhos.
A paixão, talvez equivocadamente, é até classificada como um tipo de doença psicológica, semelhante à dependência química. Não acredito que seja tanto assim. Pois ao contrário da dependência química, cuja cura é complexa e exige o afastamento gradual da substância da qual se é dependente, a paixão por outro lado, encontra sua cura justamente através de um mergulho profundo na convivência diária com o ser objeto da paixão.
O amor romântico é regido pela impossibilidade; quanto mais difícil mais apaixonada a pessoa se sente. Regina Navarro
Era definitivamente assim que pensava o romancista francês Marcel Proust, citado por Alain de Botton em seu livro Como Proust pode mudar sua vida:
“O amor é uma doença incurável”
“No amor, existe um sofrimento permanente”
“Aqueles que amam e os que são felizes não são os mesmos”
Tamanho pessimismo chega a ser cômico.
Como lidar com a paixão
Amor romântico, paixão, sentimentalismo, idealismo, apego, enfim, são termos que me soam mais pejorativos do que apreciativos. A verdade me parece que no duelo entre razão e emoção, devemos ser capazes de ficar num meio termo. Porque do mesmo modo como uma vida centrada na razão fica uma vida insossa, uma vida centrada nas emoções pode fazer uma pessoa se ajoelhar sem forças mais de uma vez na vida. E esse não exatamente o projeto de vida da maioria de nós.
O autor Eckhart Tolle sugere:
Se você continuar buscando um relacionamento como forma de salvação, vai se desiludir cada vez mais. Mas, se você aceitar que o relacionamento está aqui para tornar você consciente, em lugar de feliz, então o relacionamento vai lhe oferecer a salvação [...]
A melhor forma de evitar frustrações e decepções é reduzir nossas expectativas. Sonhar é bom. Sonhar – e eventualmente viver – um relacionamento perfeito é algo divino. Mas é prudente manter os pés no chão. Me parece importante ao menos saber da existência desse lado sombrio do amor muito intenso. Aceitar a natureza imperfeita do outro, evitando se iludir a respeito de uma suposta perfeição, é o melhor caminho para evitar o sofrimento da desilusão amorosa. Melhor ainda é, como sugeriu Tolle acima, entender o relacionamento como uma abundante fonte de lições de crescimento pessoal; Entender que relacionamentos servem para nos fazer crescer como pessoas. Com um pouco de encanto, sim. Mas sem acreditar que qualquer felicidade será possível fora de nós.
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A arte da conquista, ou, Não seja ridículo
Acho muito ridículo essa coisa da necessidade desenfreada que muitos homens sentem por conquistar muitas mulheres.
Se você procura cursos de “conquista” para aprender mais sobre as mulheres, ok! Mas se procura com intenção de conquistar quem você quiser, quando quiser, desculpa, mas sinto dó de você.
Sinal de baixa autoestima e de uma necessidade inesgotável e ainda infantil de estar se auto-afirmando.
Coisa de adolescente.
O homem tem que valorizar muito pouco a mulher para sair correndo atrás de várias consecutivamente. E elas se valorizam menos ainda por aceitarem esse tipo de abordagem. Talvez se mereçam.
É ridículo essa busca, e o imenso trabalho, e o imenso gasto que homens se dão em busca de um buraco quente e úmido.
Gostar de mulher, pra mim, tem uma conotação muito mais extensa.
Mas vai ver sou eu que sou romântico e ainda não livrei do vírus dessa doença chamada romantismo.
Só sei que não sei ver uma mulher de outro jeito. Não saberia sair com alguém nessa semana e ignorá-la solenemente na semana seguinte.
Mulher pra mim é um ser humano diferente, especial, cheio de mistérios a serem revelados, com muitas lições a ensinar ao homem que quer aprender (e vice-versa, mulheres, aceitem ou não, também tem muito o que aprender com um homem de valor).
Essa coisa da conquista machista é coisa de homem que ainda não se achou.
Quando se achar, ou quando buscar, buscar, buscar e não achar, e cansar, talvez resolva procurar uma mulher de valor e sossegar.
E construir algo mais relevante na vida do que um ridículo histórico de conquistas que só valoriza o próprio ego, e ninguém mais. Tem muita gente nesse mundo, para se ficar olhando só para si mesmo.
Talvez esse texto seja um auto-consolo. Sou um péssimo conquistador, quem me conhece sabe.
Mas… peraí, deixa eu esconder a modéstia debaixo da cama… pronto
…acho que sou um bom amante.
Frases sobre a importância de um homem para a mulher
As frases abaixo rodam a internet há muito sem autoria. E já não importa. Importa que dizem muito:
O homem mais importante na vida de uma mulher não é o primeiro, mas sim aquele que não deixa existir o próximo.
Para a mulher, o primeiro é o último, e o último é o primeiro.
Homem de verdade não é o que pega muitas, mas o que abre mão de muitas por uma só.
O verdadeiro homem não é aquele que conquista varias mulheres, e sim aquele que conquista varias vezes a mesma mulher.
Já cheguei a duvidar dessas frases, e que eram consolo para os fracos.
Hoje, começo a levá-las a sério.
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A internet é seu espelho
A internet é um espelho moral.
Aqui e ali, principalmente nas redes sociais, acabamos nos deparando com críticas aos nossos próprios valores.
Por aqui há muitas carapuças e uma delas vai nos servir. Quando acontecer, não deve haver rancor, deve haver sim o entendimento de que surgiu um ótimo momento para exercitarmos nossa abertura mental.
Nossos valores e gostos podem ser importantes, mas NÃO HÁ NADA que garanta que estão corretos, ou que são melhores.
(Pessoal gostou desse comentário no Facebook: aqui e aqui)
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Livro Como Proust pode mudar sua vida – Resenha / Resumo
Resenha divulgada
Entre as mais de três mil páginas de Em busca do tempo perdido, obra-prima de Marcel Proust, encontram-se preciosas observações sobre a arte de viver bem, prontas a serem aplicadas à vida cotidiana.
Com senso de humor e extrema sensibilidade, Alain de Botton revela o que Proust pensava sobre amizade, livros, amor e vida. Combinando um clássico da literatura com auto-ajuda, De Botton cria um bem-humorado guia para a vida cotidiana.
A partir da biografia do escritor, de trechos de sua correspondência e de sua obra, os leitores aprendem a cultivar as relações de amor e amizade, exprimir os sentimentos, encontrar a grandeza no dia a dia e melhor desfrutar do tempo.
Como Proust pode mudar sua vida é, ao mesmo tempo, o retrato vibrante de um escritor excêntrico, embora adorável, e um impressionante testemunho sobre o poder transformador da literatura.
“Esse livro cativante é uma das obras mais divertidas de crítica literária dos últimos tempos.”
(Sunday Telegraph)
- Editora: Intrínseca
- Autor: ALAIN DE BOTTON
- ISBN: 9788580570946
- Origem: Nacional
- Ano: 2011
- Edição: 1
- Número de páginas: 256
- Acabamento: Brochura
- Formato: Médio
Minha opinião sobre o livro – Como Proust pode mudar sua vida
Marcel Proust é um daqueles personagens antigos da literatura, que por ser francês, normalmente corre distante da formação dos brasileiros (aliás, se os próprios autores brasileiros já correm longe da formação do brasileiro, o que se dirá dos estrangeiros).
Até tenho algumas frases dele neste site por puro acaso e achava que ele era na verdade um filósofo e não um romancista. Contudo, a riqueza que este autor abstraía de suas observações era típica de gênios de ambas as áreas.
Não bastasse a agudeza de espírito do romancista, perfeitamente retratada e comentada por De Botton, o que mais me chamou a atenção no livro foi o grande senso de humor, tanto do autor, como da figura inusitada que encontramos na pessoa de Proust.
Fazia tempo, muito tempo, que eu eu não ria às gargalhadas com um livro. Só por isso o recomendo fortemente.
VER E COMPRAR O LIVRO – COMO PROUST PODE MUDAR SUA VIDA
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Paixão não é amor

Paixão não é amor
A paixão é sempre um tema polêmico e controverso. Ao mesmo tempo em que todos querem estar apaixonados, e querem viver a doçura de um amor correspondido, acabam por sofrer as consequências de um sentimento desde sempre confundido por outro muito mais puro e genuíno: o AMOR.
Paixão não é amor. Acredito que o único amor que existe é o amor fraterno. É aquele amor humano que, quando existente, pode ser expressado por qualquer um. Pai, mãe, irmãos, amigos e diante de certo desenvolvimento espiritual, até por gente com quem nos indispomos.
O que se chama de Amor Romântico nada mais é, no meu ponto de vista, do que outro nome para a paixão amorosa. Esta é egoísta e possessiva por natureza. No começo é rosa, no fim – e para a paixão o fim é provável – é cinza. Quem nunca esteve apaixonado por alguém, e no decorrer desta paixão, sentiu pela mesma pessoa aquele ódio incontrolável, normalmente quando a pessoa não corresponde nossos anseios, ou nossas expectativas em relação ao comportamento mantido por ela.
A ausência diminui as pequenas paixões e aumenta as grandes, da mesma forma como o vento apaga as velas e atiça as fogueiras. François de La Rochefoucauld – Político e escritor francês
Em minha humilde experiência amorosa, há um bom tempo atrás, quando apaixonado, não raras vezes eu me via em posição de competição com o ser amado. Era uma paixão digamos… “semi-correspondida”, mas em certas ocasiões, a pessoa vivia certas experiências interessantes sem mim (sem a minha ilustre presença) e isso me provocava muita raiva e mágoa. E quando a situação se invertia, eu lhe contava minhas experiências, observando perversamente a reação enciumada dela. Como observou Wilde, uma pessoa bem educada jamais fere os sentimentos de outra… sem querer!
Mágoa é quando os outros não são como gostaríamos que fossem. Depois que aprendi essa pequena e fundamental lição, comecei a entender o que estava se passando. E em entendendo que a pessoa por quem eu alimentava essa paixão (ou obsessão), jamais viria a ser como eu esperava (queria) que fosse, pelas muitas diferenças entre nós, fui aos poucos largando a necessidade de tê-la comigo. E dentro deste entendimento, a agradecia mentalmente e desejava sua felicidade, onde quer que fosse. E deu que cada um tomou seu rumo.
O entendimento liberta. O ego, idealista, sempre achou que minha vida não seria do jeito que tinha que ser sem aquela menina. Mas se você dar trela pro seu ego, estará f. Esqueça, o mundo, as pessoas e as coisas não têm de ser do jeito que você espera, nem do jeito que você acredita que é certo, porque o certo é relativo. Cada um é cada um. Mesmo que lhe prometam certo comportamento, são humanas, falhas, limitadas. A realidade é o que é e, ou aceitamos, entendemos e libertamos os outros de nossas expectativas egoístas, ou viveremos sob uma luta eterna contra a realidade, que não poderá jamais ser mudada a nosso bel-prazer.
Acredito que a paixão é um mecanismo da natureza para promover a procriação da espécie humana, conseguindo esta procriação com pares que de outra forma, não suportariam um ao outro
É inegável que viver uma paixão correspondida é o paraíso na Terra. Nos sentimos mais vívidos, mais animados, até mais saudáveis. Porém o importante é termos a ciência de que pode ser (provavelmente é) algo passageiro, e que um relacionamento verdadeiro deve ser embasado sobre sentimentos profundos como respeito, amizade, amor fraterno. E não sobre entusiasmos adolescentes e empolgações súbitas e passageiras.
É inevitável e natural. Você vai se apaixonar, vai intentar se apossar do ser amado e controlá-lo. Sentirá ciúmes e criará expectativas. Se frustrará, se magoará e vai chorar. É da vida que seja assim. Mas se tiver consciência do que está acontecendo com você, certamente terá uma noção melhorada para se conduzir, não se submetendo a instintos, irracionais e inconscientes.
Texto de 9 de julho de 2009.
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As aparências enganam
Não sei você, mas acho que a imagem abaixo explica e resume MUITO do mundo contemporâneo e daquilo que o constitui e o construiu: a natureza humana.
Já escrevi vários textos sobre este interessante tema aqui, clique e veja: Textos sobre aparências.
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Deus é a gravidade?
Juntando os seguintes pensamentos:
Deus é amor. Ditado popular
O amor é o arquiteto do universo. Hesíodo
Deus é o que une, aquilo que mantém o tecido da vida, é o que chamam de amor. Isabel Allende
A idéia de que Deus é um gigante barbudo de pele branca sentado no céu é ridícula. Mas se, com esse conceito, você se referir a um conjunto de leis físicas que regem o Universo, então claramente existe um Deus. Só que Ele é emocionalmente frustrante: afinal, não faz muito sentido rezar para a lei da gravidade! Carl Sagan
Teríamos:
Deus é amor
Amor é atração
Gravidade é atração
Deus é a gravidade
Será tudo tão simples assim?
Publicado originalmente em 19 de janeiro de 2011.
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Mensagem de Axl Rose
Veja o discurso aqui.
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Parabéns, acaso!

Estava passeando pelo universo ao acaso, quando me apaixonei por essa estrela amarela linda e resolvi ficar...
Se seguirmos as evidências práticas, todas as direções filosóficas levam à descrença e ao ateísmo. Mas tenho dificuldade de acreditar que o mero acaso seria capaz de chegar tão longe.
De repente, um planeta resolve entrar em órbita* regular em volta de uma estrela. O planeta está coberto com uma camada de água que regula o clima, reduzindo seus extremos. Nesse planeta, acreditem, algumas moléculas resolveram se unir e se reproduzir a torto e a direito. Essas moléculas incansáveis chegaram ao ponto de se unir de forma a constituir seres de uma complexidade inacreditável.
Mas não bastava. Um desses seres, ao longo dos anos, resolveu PENSAR e construiu uma sociedade tecnológica absolutamente improvável, mas que, todos sabemos, está aí e nos mantém vivos.
Parabéns, acaso, um Deus não faria melhor.
***
* Eu sei que o planeta Terra na verdade se formou de poeira estelar, a mesma que formou o sol e os outros planetas, segundo as teorias mais aceitas.





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