Textos para Reflexão

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Deusa da noite

De 20 de maio de 2001. *** A alma mais serena, chamaria-se selena? Misteriosa dama da noite Que ao buscar, foi-se E assim, sobe ao céu a dama Domina tudo, tudo a se acalmar Sobretudo, eu, os ventos e o mar Sua luz, é serena, ou seria selena? Aquela calma, aquela luz Azulada até enfeitiçar-me […]

Clamejante olhar

De 20 de maio de 2001. *** As percepções de um momento Invadem-me o pensamento Aquele olhar estava sedento Lançou-me um beijo intenso Uma curiosidade ousada Olhava-me por vezes A presença tão delicada Clamava: “Me ames!!!” Me abraces, diria eu Com ela beirando águas E suas mechas molhadas Perfumam um sonho meu Os sonhos desejosos […]

6 meses de praça

De 26 de fevereiro de 2001. *** Tanto amo essas chuvas Mas agora há essa música Briga comigo suas mágoas A lama na minha trajetória Tudo que vi e fugiu Do outono agora estranho O inverno se coloriu E a primavera teve ar tristonho Minha namorada não me viu… Diante dela, bombons e a saudade […]

Deusa loura

De 23 de fevereiro de  2001. *** Se é tão proibida, a loura Se vejo os céus em seus olhos Se ao profano não se louva Porque sou devoto de seus lábios O corpo esquio, ao andar é lindo Chego a louvar o que desconheço E aquele suave mover dos cabelos É poético, mágico, lindo, […]

Me diz por quê?

De 28 de janeiro de 2001. *** Porque tens o beijo mais indeciso? Olhando a distância questionador Nada vejo além de rosas e lírios Empolgando ao insustentável amor… Por que não sei quem és? Por que vens em doces faces? E seu sorriso que as brisas se assemelha? E seu olhar vítreo, sem saber o […]

Círculo virtuoso

De 04 de novembro de 2000. *** Amo a felicidade… Contemplo-a… A passos calmos distanciar-se… Com a suavidade de suas formas femininas… Apenas sei[…] da liberdade.. É como são aqueles cabelos esvoaçantes ao vento… Estou longe, afastado… Os pensamentos lamentam, desapontados… Nos olhos, elegia, verdade… No sorriso, a falta de senso… Sonhos e prazeres a […]

E então contemplo as chuvas II

De 01 de setembro de 2000. *** Eu olho a janela, e só olho Vejo a vida, caminhos e desvios Vejo-me lá, sinto-me perdido E aos sons tristes, só olho Dourada é a luz da manhã Quisera que me esquentasse Ah, se alguém me esquentasse Tantas, e só uma a doar-se Uma personalidade não existe… […]

Protesto dos Ventos

De 6 de junho de 2000. *** Esses ventos têm intentos, frios e velozes Vêm da verde direção, terra onde vivi… Trazem em seus ruídos silenciosas vozes Calaram quando a tempos muitos, adormeci… Trazem consigo, pelos ares lembranças Ramos aos campos saudando os ventos, crespas águas recuando em danças, ou lisos cabelos, longos e morenos, […]

Desperdício

De 31 de março de 2000. *** Grandiosa é esta perda E audaciosa é a coragem De procurar-te nos sonhos e vê-la Terna e doce; alívio sob miragem Louca, dispersa, és deslumbrada És vertigem à minhas mãos A salvação não mais lembrada Da ânsia dos verdes olhos vãos Inconformado nesta circunstância Tão desapegada às atenções […]

Essência fugaz

De 11 de março de 2000. *** Linda a flor elevando-se da lama E a borboleta sobre seus espinhos Com a delicadeza de uma dama Encantando olhares mais vividos Canção esta de lindos acordes Nos céus de seus olhos perdidos Buscam da tarde as últimas luzes E vêem na lama a lua subindo Inspirador seu […]

Íntegra Tentação

De 27 de janeiro de 2000. *** As marcas de uma ousadia II À “cristã”… Sabes, és tentação, meu desejo proibido Saibas, tua atração ainda é relembrada De todas constante, sua imagem, a libido Está presente; sob olhos ocultos vigiada Provocação latente, fui um anjo distraído És católica, perdida, uma louca desvairada Sem fé, ainda […]

O teatro das nuvens

De 23 de janeiro de 2000. *** Há momentos de pura reflexão Refletidos em um estado de êxtase Êxtase; o mundo em minhas mãos Às minhas mãos, um erro de sintaxe Suave sabedoria; onipresente como os ventos “Quem” às chuvas tanto procuro, na essência das músicas, das boates aos conventos Sensação do divino; o azul […]

(Me apresento,) Com serenidade

De 16 de dezembro de 1999. *** Não esperes ver de mim Exemplos de conduta social À alma serena fosse assim Inaceitável sentir o essencial “É imoral…” Não esperes sentir de mim Que te mostres toda a essência Da sabedoria dos ventos, enfim… Serena é tanta esta carência “É desolador…” Não esperes ouvir de mim […]

Dúvidas

De Setembro de 1999. *** Talvez um dia… Eu sinta intensa sua atração; Tipo o gosto das uvas, no outono, com champagne, folhas secas e dúvidas Pelos papéis envelhecidos nas estantes escuras, sabe a minha tristeza, a essência que procuras… Sob cinza tempestade, da cor de seus olhos perdidos Frio aconchego; Não é tristeza tua, […]

Perfeita, a jornada

De 11 de janeiro de 1999. *** Um novo mundo Simples, e no amor complexo Intenso, vivido a fundo Será dos cristais o reflexo Representado pelo brilho De Deus, no puro espírito Um reflexo de paixão e da presença Daquela que me causa alívio Uma vida nova A minha, e de alguém mais Juntos, com […]

O Vento

De 22 de novembro de 1998. *** Ele, frio, esfria, congela Ele, veloz, move bandeiras, move cortinas, através da janela Ele, move folhas, faz cair folhas velhas, arranca postes e árvores, algumas inteiras Ele moveu, no mar, barcos a vela, caravelas, no deserto, moveu dunas, montanhas de areia Ele, rebelde, apaga a chama das velas, […]

Você

De 01 de novembro de 1998. *** Seu severo olhar, penetrante, agudo Recua o meu, admirar, consciente Seu tocar, suave, é feminino, maduro Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro Com seu brilho, e poder, és envolvente Poder de sua mente, inacessível reduto Poder passional, por isso, imponente Imponente a mim, fascinante ao mundo Você ? […]

A Razão e a Emoção

De 19 de setembro de 1998. *** Você olha para mim curiosa Tenta ver alguma beleza Não consegue e pergunta furiosa Onde conseguiria tanta frieza? No desarranjo emocional dentro de seu triste olhar Ou no seu pensar, passional e no simples fato de se orgulhar Então olho para Você, curioso Tento encontrar alguma razão Não […]

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