Textos para Reflexão

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Que belo andar

A moça andava a ligeiro compasso de passos suaves do andar destinado A moça morena dos cabelos presos quem, por trás era dos óculos negros Mulher elegante Tinha classe, e porte Dama instigante De alma jovem Moça sensual do caminhar sedutor tatuagem angelical como veio, se foi / Ronaud Pereira /

Meu caminho

De 09 de dezembro de 2001. *** Eu pensei que eu era especial Que você estava comigo Que todos me amavam Que eu poderia amar Que ódio ter que te olhar Eu pensei que a vida era bela Onde as flores eram sinceras Que sentir o vento tinha sentido Mas eu estou sempre sozinho! Que […]

Como tu me maltratas

De 25 de outubro de 2001. *** Ah, como me maltratas E me olhas negando… Onde estão minhas cartas Se me consideras tanto? Foram tantas esperanças Por alguma atenção Foram tantas andanças Foram todas em vão Teu olhar é de ignorância Ignorou a mim, meu ser E também minhas palavras Que viviam a te enaltecer […]

Um momento

De 27 de agosto de 2001. *** Onde estás agora? Quero te tocar Que falta me faz toda te amar Roçar minhas mãos na ardente fogueira Suspiros quentes Vermelhas roseiras Bordô é seu manto Eu vou penetrá-lo Escorrem as mãos Pressa por retirá-lo Pernas encontradas; Receosas […] Vou afastá-las; Confortá-las Jóia procurada; Almejada […] Vou […]

Sem rumo, sem você

De 25 de julho de 2001 (publicada em 14/12/2010). *** Nós não temos mesmo muito a ver Você é de gêmeos e meu intuito é esmorecer Apenas me envenenar Depreciando suas virtudes Eu acabei me orgulhando, Invejando suas virtudes Me sentindo tão distante Sentindo minhas virtudes Te vejo tão perdida Por ti muitas vezes perdi; […]

Clamejante olhar

De 20 de maio de 2001. *** As percepções de um momento Invadem-me o pensamento Aquele olhar estava sedento Lançou-me um beijo intenso Uma curiosidade ousada Olhava-me por vezes A presença tão delicada Clamava: “Me ames!!!” Me abraces, diria eu Com ela beirando águas E suas mechas molhadas Perfumam um sonho meu Os sonhos desejosos […]

Me diz por quê?

De 28 de janeiro de 2001. *** Porque tens o beijo mais indeciso? Olhando a distância questionador Nada vejo além de rosas e lírios Empolgando ao insustentável amor… Por que não sei quem és? Por que vens em doces faces? E seu sorriso que as brisas se assemelha? E seu olhar vítreo, sem saber o […]

Íntegra Tentação

De 27 de janeiro de 2000. *** As marcas de uma ousadia II À “cristã”… Sabes, és tentação, meu desejo proibido Saibas, tua atração ainda é relembrada De todas constante, sua imagem, a libido Está presente; sob olhos ocultos vigiada Provocação latente, fui um anjo distraído És católica, perdida, uma louca desvairada Sem fé, ainda […]

Dúvidas

De Setembro de 1999. *** Talvez um dia… Eu sinta intensa sua atração; Tipo o gosto das uvas, no outono, com champagne, folhas secas e dúvidas Pelos papéis envelhecidos nas estantes escuras, sabe a minha tristeza, a essência que procuras… Sob cinza tempestade, da cor de seus olhos perdidos Frio aconchego; Não é tristeza tua, […]

Perfeita, a jornada

De 11 de janeiro de 1999. *** Um novo mundo Simples, e no amor complexo Intenso, vivido a fundo Será dos cristais o reflexo Representado pelo brilho De Deus, no puro espírito Um reflexo de paixão e da presença Daquela que me causa alívio Uma vida nova A minha, e de alguém mais Juntos, com […]

O Vento

De 22 de novembro de 1998. *** Ele, frio, esfria, congela Ele, veloz, move bandeiras, move cortinas, através da janela Ele, move folhas, faz cair folhas velhas, arranca postes e árvores, algumas inteiras Ele moveu, no mar, barcos a vela, caravelas, no deserto, moveu dunas, montanhas de areia Ele, rebelde, apaga a chama das velas, […]

Você

De 01 de novembro de 1998. *** Seu severo olhar, penetrante, agudo Recua o meu, admirar, consciente Seu tocar, suave, é feminino, maduro Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro Com seu brilho, e poder, és envolvente Poder de sua mente, inacessível reduto Poder passional, por isso, imponente Imponente a mim, fascinante ao mundo Você ? […]

A Razão e a Emoção

De 19 de setembro de 1998. *** Você olha para mim curiosa Tenta ver alguma beleza Não consegue e pergunta furiosa Onde conseguiria tanta frieza? No desarranjo emocional dentro de seu triste olhar Ou no seu pensar, passional e no simples fato de se orgulhar Então olho para Você, curioso Tento encontrar alguma razão Não […]

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