“ O crist√£o comum. ¬Ė Se o cristianismo tivesse raz√£o em suas teses acerca de um Deus vingador, da pecaminosidade universal, da predestina√ß√£o e do perigo de uma dana√ß√£o eterna, seria um ind√≠cio de imbecilidade e falta de car√°ter n√£o se tornar padre, ap√≥stolo ou eremita e trabalhar, com temor e tremor, unicamente pela pr√≥pria salva√ß√£o; pois seria absurdo perder assim o benef√≠cio eterno, em troca da comodidade temporal. Supondo que se creia realmente nessas coisas, o crist√£o comum √© uma figura deplor√°vel, um ser que n√£o sabe contar at√© tr√™s, e que, justamente por sua incapacidade mental, n√£o merece ”
Friedrich Nietzsche

Compartilho aqui um pouco da minha vida, retratada através das poesias que escrevi entre 1998 e 2005. São totalmente desprovidas de qualquer erudição. São expressão pura e simples, sem regras, catártica. Algumas têm um tom mais contemplativo, poético, outras são melancólicas beirando a comédia. Mas são fases da vida que vêm e que (graças a Deus) passam. Qualquer aspecto decadente que possa ser encontrado abaixo, não existe mais em mim. O que me estimula a expor essas poesias, é um ponto de vista muito bem expressado por meu conterrâneo:

O lugar do poeta é onde possa inquietar.
O lugar do poema é estar em presença do consumidor de poesia.
Ou do provável consumidor.
Ninguém faz o poema por mero exercício verbal.
Lindolf Bell

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