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	<title>Mesquinhez &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Cresçam, crianças!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2014 14:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[Apego]]></category>
		<category><![CDATA[Desapego]]></category>
		<category><![CDATA[Desprendimento]]></category>
		<category><![CDATA[Generosidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Visão de mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A bondade e a generosidade engrandecem a alma. O apego e a mesquinhez a apequenam. Uma das poucas coisas pelas quais me orgulho é que desde 1980, eu realmente cresci. Não só no corpo, mas também mentalmente. Não me apego a picuinhas, deixo as pessoas acharem que estão com a razão, deixo que fiquem com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bondade e a generosidade engrandecem a alma. O apego e a mesquinhez a apequenam.</p>
<p>Uma das poucas coisas pelas quais me orgulho é que desde 1980, <strong>eu realmente cresci</strong>. Não só no corpo, mas também mentalmente.</p>
<p>Não me apego a picuinhas, deixo as pessoas acharem que estão com a razão, deixo que fiquem com mais que eu, deixo pra lá o que não me acrescenta nada ficando do lado de cá.</p>
<p>Eu abro mão de muitas coisas na vida, em especial, do enfrentamento. Uma pessoa isenta poderia dizer que eu sou o que usualmente se chama de <em>um banana</em>. Talvez seja, mas de fato minhas prioridades são tão outras, que sempre que vou dormir, o que ocupa meus últimos pensamentos nunca são as pequenas coisas pelas quais abri mão durante o dia.</p>
<p>O que ocupa meus últimos pensamentos são sempre coisas realmente, e profundamente, importantes para mim, e certamente podem ser contadas nos dedos&#8230; de uma mão.</p>
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		<title>Poderíamos ter amado mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2014 02:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Amor fraterno]]></category>
		<category><![CDATA[Condição humana]]></category>
		<category><![CDATA[Desprendimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Perdão]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje publiquei no Facebook  um pensamento que me ocorreu durante a tarde: E no final de tudo, lamentaremos não termos amado mais. Vale comentar que o &#8220;amado mais&#8221; não se refere somente ao sentido romântico do termo, e sim, no sentido fraterno e humano. Junto a esse pensamento, me veio dos confins da memória a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje publiquei no Facebook  um pensamento que me ocorreu durante a tarde:</p>
<blockquote><p>E no final de tudo, lamentaremos não termos amado mais.</p></blockquote>
<p>Vale comentar que o &#8220;amado mais&#8221; não se refere somente ao sentido romântico do termo, e sim, no sentido fraterno e humano. Junto a esse pensamento, me veio dos confins da memória a cena do memorável filme <em>A Lista de Schindler</em>, na qual Schindler percebe, no fim da 2ª guerra, chocado, que com o dinheiro correspondente ao valor do anel que carregava poderia ter salvado mais um judeu do extermínio.</p>
<div id="attachment_14255" style="width: 570px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/imagens-a-lista-de-schindler.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14255" class="size-full wp-image-14255" alt="Uma vida por um anel de ouro" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/imagens-a-lista-de-schindler.jpg" width="560" height="364" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/imagens-a-lista-de-schindler.jpg 560w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/imagens-a-lista-de-schindler-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></a><p id="caption-attachment-14255" class="wp-caption-text">Uma vida por um anel de ouro</p></div>
<p>Percebeu, já aos prantos, que poderia ter salvo ainda muitos outros.</p>
<p>Percebeu que poderia ter amado mais.</p>
<p>No final de tudo, vamos perceber que poderíamos ter sido menos mesquinhos, e mais generosos com quem amamos.</p>
<p>Porque a generosidade é uma das formas mais belas de se amar mais.</p>
<p>Sejamos grandes, sejamos generosos!</p>
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		<title>Gratidão nos negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2012 05:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prosperidade]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Riqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Visão holística]]></category>
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					<description><![CDATA[Tenho uma amiga que adora gastar e ao ser questionada sobre o aparente excesso de suas compras costuma dizer: &#8220;Alguém precisa movimentar a economia&#8221;. Já discordei muito desse tipo de postura, mas aos poucos tenho começado a pensar diferente. Bem diferente! Existe um discurso FORTE atualmente contra o consumismo, e já desde algum tempo, contra [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_10697" style="width: 203px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2012/09/a-economia-precisa-de-mim.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-10697" class=" wp-image-10697 " title="&quot;Odeio gastar dinheiro, mas a economia precisa de mim&quot;" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2012/09/a-economia-precisa-de-mim-241x300.jpg" alt="&quot;Odeio gastar dinheiro, mas a economia precisa de mim&quot;" width="193" height="240" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2012/09/a-economia-precisa-de-mim-241x300.jpg 241w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2012/09/a-economia-precisa-de-mim.jpg 300w" sizes="(max-width: 193px) 100vw, 193px" /></a><p id="caption-attachment-10697" class="wp-caption-text">&#8220;Odeio gastar dinheiro, mas a economia precisa de mim&#8221;</p></div>
<p>Tenho uma amiga que <em>adora gastar</em> e ao ser questionada sobre o aparente excesso de suas compras costuma dizer: &#8220;Alguém precisa movimentar a economia&#8221;.</p>
<p>Já discordei muito desse tipo de postura, mas aos poucos tenho começado a pensar diferente. Bem diferente!</p>
<p>Existe um discurso FORTE atualmente contra o <a title="Textos sobre consumismo" href="https://www.ronaud.com/tag/consumismo/">consumismo</a>, e já desde algum tempo, contra o capitalismo.</p>
<p>Não é difícil reconhecer que a sociedade se fundamenta num giro desenfreado &#8211; <a title="Será que é um item material que você quer comprar mesmo?" href="https://www.ronaud.com/empreendedorismo/meio-litro-de-atencao-por-favor/">e desvirtuado</a> &#8211; de produção e consumo, que por falta de um planejamento mais sustentável e mais humano, acaba <em>excluindo</em> certa parte da população mundial.</p>
<p>Pessoas com tendências <em>esquerdistas</em>, preferem acreditar que os empresários são mais ou menos com o seguinte estereótipo: <em>Pessoas más e egoístas que tiram dos outros para si</em>. Mas eu <em>prefiro</em> acreditar que empresários e empreendedores beneficiam muitas pessoas; que mesmo o empresário <em>mais capitalista</em>, aquele que só visa o lucro, acaba <em>beneficiando</em> <em>muita gente</em> nessa cadeia econômica da qual ele faz parte e ajuda a impulsionar. Gente essa que <em>TEM ALGO</em>, quando poderia ter nada.</p>
<p>Os benefícios vêm primeiramente com a geração de impostos, que <em>financia</em> o próprio governo e o salário de milhares de servidores públicos que oferecem à população seus serviços de infra-estrutura, segurança, educação e saúde. Todo o dinheiro que o governo arrecada vem de algum lugar, e esse lugar é quase sempre a conta bancária de milhões de empresários, isto é, de gente que dá a cara a tapa para organizar um sistema de produção que realmente gere valor para oferecer à sociedade em troca do dinheiro que ganham.</p>
<p>Segundo, porque por mais frugal que alguém seja, ainda assim precisa de vários e vários itens materiais que favorecem sua sobrevivência e lhe oferecem algum conforto: Calçados, roupas, moradia, comida, instrumentos de trabalho, transporte, etc. A produção de todos esses itens foi organizada por empresários. Perceba quanto conforto temos hoje a disposição &#8211; por mais pobre que seja &#8211; porque alguém <em>mal e egoísta que só pensa em lucros</em> um dia pensou em criar algo de útil pra vender.</p>
<p>Terceiro, com a geração de empregos. Nessa <em>organização</em> promovida pelo empresário para a produção de algum produto qualquer, toda uma cadeia de outras pessoas é incluída e beneficiada. Novamente, por mais frugal que alguém seja, precisa de certas coisas para sobreviver: Comida, por exemplo. Que só se pode comprar com o dinheiro ganho por algum trabalho qualquer. O sujeito pode até encontrar um <em>lugarzinho</em> e plantar sua própria comida. Isso se tiver predisposição para a agricultura e para a criação de animais. E poderia trocar eventuais excedentes com seus vizinhos &#8211; esperando-se que encontre outros indivíduos dispostos a encarar essa vida como ele &#8211; para trocar por alguns itens que o sujeito não tem tempo nem energia pra produzir, como roupas, por exemplo. E assim, ambos voltariam a época do escambo.</p>
<p>Que legal que <em>deve</em> ser, né? 🙁</p>
<p>Veja como a economia contemporânea &#8211; muito criticada por ser tão mal conduzida <em>sim</em> &#8211; ainda assim permite a exploração e o desenvolvimento de uma infinidade de talentos. <em>Sei lá</em>, imagine um contabilista, alguém que se sinta bem trabalhando com burocracia e números dentro de seu escritório limpinho com ar-condicionado, tivesse que plantar a própria comida, criar seus animais, produzir suas roupas. Acho que não <em>ia rolar</em>. Enfim, acredito que se o dinheiro desaparecesse do planeta de uma hora pra outra, a maioria da população mundial morreria de fome em pouco tempo, simplesmente pela inabilidade em produzir os itens básicos de sobrevivência de que precisa, a não ser aqueles que já vivem no campo e estão habituados &#8211; e tem o <em>dom</em> &#8211; com a lida diária da produção agrícola.</p>
<p>Vamos pegar como exemplo essas empresas tecnológicas como Apple, Google, Microsoft, Facebook e cia. Já parou pra pensar em quantos verdadeiros GÊNIOS você financia ao comprar um produto ou usar os serviços de empresas assim? Quantas pessoas inteligentíssimas como as que trabalham para essas empresas ficariam desocupadas &#8211; e deixariam de estar criando produtos interessantes para nós &#8211; caso as empresas deixassem de existir de uma hora pra outra?</p>
<h3>Gastar dinheiro é ser generoso?</h3>
<p>Levar <em>economia</em> muito a sério nos torna mesquinhos. E mesquinhos não só num nível pessoal e próximo, e sim mesquinhos com a sociedade, mesquinhos com a VIDA que nos oferece tanto, quando poderia não nos oferecer nada. Vivemos com a ideia equivocada de que ao gastar, mesmo que ás vezes desnecessariamente, estamos beneficiando apenas a nós mesmos.</p>
<p><a title="Muitas vezes você acaba sendo generoso e ajudando alguém e nem sabe" href="https://www.ronaud.com/prosperidade/doacoes-generosidade-desprendimento/">Nem sempre</a>.</p>
<p>Pare e pense na imensa cadeia de empresas e pessoas que você atinge &#8211; e ajuda &#8211; ao comprar, sei lá, digamos, um par de sapatos. Você colabora com o pessoal que fabrica borracha para as solas, com o pessoal que fabrica o couro sintético do calçado, com o pessoal que fabrica o tecido do cadarço, com quem constrói a fábrica do calçado, com quem transporta esses itens de um lugar a outro, com os vendedores que trazem esses produtos até nós, com quem trabalha na companhia elétrica que fornece energia para a fábrica de calçado e para a loja que nos vende, ufa&#8230; A cadeia de relacionamentos não tem fim e há um detalhe importante nisso tudo: <a title="A roda da economia precisa girar" href="https://www.ronaud.com/prosperidade/natal-uma-visao-otimista/">Todo esse <em>povaréu</em> precisa de dinheiro pra viver</a>, e esse dinheiro vem dos consumidores: eu e você.</p>
<p>Gastar dinheiro é muito menos <em>egoísta</em> do que se pensa. Com base nessa visão toda, chego a crer que minha amiga não está errada não, com seu pensamento <em>pró-consumo</em>.</p>
<p>***</p>
<p>Generosidade tem sido um tema bem presente aqui, ultimamente: <a title="Textos sobre generosidade e gratidão" href="https://www.ronaud.com/tag/generosidade/">Clique e leia outros textos sobre o tema</a>.</p>
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		<title>Aprenda comigo</title>
		<link>https://www.ronaud.com/bom-senso/aprenda-comigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jan 2011 16:08:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mesquinhez]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu precisava transferir 600 reais de uma conta do Banco do Brasil para outra do Itaú. Como você deve saber, tem uma modalidade de transferência interbancária chamada DOC / TED que faz esse processo e nos cobra, no meu caso, 8 reais. Mas a mesquinhez falou mais alto e achei por bem ir até a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu precisava transferir 600 reais de uma conta do Banco do Brasil para outra do Itaú. Como você deve saber, tem uma modalidade de transferência interbancária chamada DOC / TED que faz esse processo e nos cobra, no meu caso, 8 reais.</p>
<p>Mas a mesquinhez falou mais alto e achei por bem ir até a agência depositar o dinheiro <em>ao vivo e a cores</em>. E lá fui.</p>
<p>Estacionei o carro <em>rapidinho</em> ao lado do banco confiante de que efetuaria o depósito em menos de 5 minutos, dando tempo para não precisar pagar o estacionamento do carro. Mas o número da conta não batia (era poupança e pensava ser corrente) e levei uns 10 minutos para não conseguir fazer nada 😉</p>
<p>Então teria que esperar uma <em>filinha</em> onde tinha uma moça do banco orientando as pessoas leigas. Porém antes fui até o carro comprar o cartão do estacionamento e, sem uma moeda de 1 real para o parquímetro, comprei um chocolate de 1,50 real pra trocar o dinheiro que tinha e fui comprar o cartão, de uma hora. Ao chegar no carro vi que a <em>ligeira</em> da <em>guardinha</em> já tinha me autuado. Pra sanar o problema tive que pagar 5 reais pra ela, para que cancelasse a &#8220;autuação&#8221;.</p>
<p>Soma aí: 1,50 do chocolate + 1 real do parquímetro + 5 reais da taxa de cancelamento da autuação = 7,50.</p>
<p>Mais o calor infernal das 11 horas de um dia de verão e fica a conclusão:</p>
<h3>Pague 8 reais e deixe de ser burro</h3>
<p>😉</p>
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