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	<title>Carência &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Ingratidão ou Carência?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 15:19:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Emoções]]></category>
		<category><![CDATA[Gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Humanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ingratidão]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Alimente um animal por 30 dias e ele lembrará de você por 30 anos, alimente uma pessoa humana por 30 anos e dentro de 30 dias não lembrará mais de você&#8221; Encontrei essa frase por aí. Não é verdade, certo? A não ser em caso de psicopatia e alguns casos raros de ingratidão crônica, as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Alimente um animal por 30 dias e ele lembrará de você por 30 anos, alimente uma pessoa humana por 30 anos e dentro de 30 dias não lembrará mais de você&#8221;<br />
Encontrei essa frase por aí.</p></blockquote>
<p>Não é verdade, certo?</p>
<p>A não ser em caso de psicopatia e alguns casos raros de ingratidão crônica, as pessoas tendem a ser eternamente gratas por quem lhes amparou. Devido a traumas e dificuldades afetivas particulares, nem sempre facilmente superáveis, elas podem ter dificuldade de expressar isso. Devido também à necessidade de lutar pela sobrevivência, elas também podem estar precisando deixar a gratidão em segundo plano, mas isso não quer dizer que não sejam gratas.</p>
<p>Outra coisa: Se alguém, após alimentar outra pessoa por 30 dias, espera que ela lembre de si pelos próximos 30 anos&#8230; gente, tem que ver bem quem é que tem problema nessa história.</p>
<p>Animais são seres incríveis que merecem todo respeito e cuidado, mas querer colocá-los acima das pessoas por causa de uma carência afetiva particular infinita, impossível de ser atendida pelos outros, também não é o caminho.</p>
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		<title>Gente carente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Jan 2017 03:53:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Coitadismo]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Exibicionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Existência]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vitimismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu tenho uma dificuldade particular em lidar com três tipos de pessoas: 1 &#8211; as folgadas 2 &#8211; as convencidas (e exibidas) 3 &#8211; as carentes Desses três tipos de pessoas, o que me desperta mais dificuldade, é o terceiro tipo, de gente carente. Pelo amor de Deus, que pé no saco é ter que ficar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_21612" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-21612" class="size-medium wp-image-21612" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2017/01/gente-carente-300x200.jpg" alt="Gente carente" width="300" height="200" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2017/01/gente-carente-300x200.jpg 300w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2017/01/gente-carente.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-21612" class="wp-caption-text">Gente carente</p></div>
<p>Eu tenho uma dificuldade particular em lidar com três tipos de pessoas:</p>
<p>1 &#8211; as folgadas<br />
2 &#8211; as convencidas (e <a href="https://www.ronaud.com/bom-senso/gente-exibida/">exibidas</a>)<br />
3 &#8211; as carentes</p>
<p>Desses três tipos de pessoas, o que me desperta mais dificuldade, é o terceiro tipo, de gente carente.</p>
<p>Pelo amor de Deus, que <em>pé no saco</em> é ter que ficar passando a mão na cabeça de <em>gente coitada</em>.</p>
<p>Gente carente de atenção e valorização é o <em>fim da picada</em>.</p>
<p>Porque eles acham que só eles estão f. na vida&#8230;</p>
<p>&#8230;o que não é verdade.</p>
<p>TODOS têm problemas. Mesmo quem está &#8220;por cima&#8221;, tem problemas maiores e mais difíceis para resolver (na maioria das vezes, para suportar, porque certos problemas são constantes, não têm solução). Quanto maior nossa posição na vida, maior nossa responsabilidade.</p>
<p>E responsabilidade, você sabe, pesa.</p>
<p>Gente carente é o <em>fim da picada</em>, principalmente, porque ao olhar somente para o próprio umbigo, eles não percebem algo muito importante:</p>
<p>Nós também, praticamente todos nós, também somos carentes, e sofremos <em>o diabo</em> com a falta de auto-valorização e com a sensação (ou realidade) de que ninguém se importa com a gente, exceto as pessoas óbvias: mãe, pai, vó, irmão&#8230; (o que já é grande coisa, mas não valorizamos)</p>
<p>Nós também sentimos que não valemos nada, e que Deus não está nem aí para nós, e também percebemos DIARIAMENTE a vida demonstrando explicitamente que não merecemos nada de muito melhor do que o pouco que temos.</p>
<p>É duro, é difícil, é devastador, é desmotivador, dá um desânimo, tem hora que a gente nem sabe porque faz tudo que faz, além evidentemente de pôr comida na mesa.</p>
<p>Não há um porquê, não há um propósito, a gente não entende nada.</p>
<p>E às vezes, a gente até chora.</p>
<p>Mas apesar disso tudo, ao contrário daquela <em>gente carente</em> que dá vontade de bater a cabeça dela na parede pra ver se acorda, a gente tem certo orgulho, e MORRE DE VERGONHA de parecer coitado, e bem no fundo, já entendemos que na vida não existem vítimas.</p>
<p>Ninguém deve nada para nós, nem Deus. Essa coisa de direitos quem inventou foram uns idealistas. Ajudou bastante, mas não é o foco da coisa. <em>Direitos humanos</em> é pro miserável que nem dignidade tem.</p>
<p>Dignidade, até o momento, nós temos.</p>
<p>Mas nós queríamos mesmo era dinheiro, muito dinheiro, viajar pra lá e pra cá, comer do bom e do melhor, beber sem horário pra acordar, experimentar a maravilha que pode ser a vida. Queríamos mesmo é sermos amados pelas melhores pessoas que conhecemos, mas que se foram pra longe. O que queremos mesmo, é luxo.</p>
<p>LUXO.</p>
<p>Mas a realidade é outra.</p>
<p>Fora os direitos humanos mais básicos, na verdade, não temos direito a nada além daquilo que construímos para nós.</p>
<p>Se nascemos com nada, e não construímos nada, então não temos direito a nada.</p>
<p>Nem de chorar temos direito.</p>
<p>Mas às vezes, a gente chora.</p>
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		<title>Exibicionismo no Facebook</title>
		<link>https://www.ronaud.com/arte-de-viver/exibicionismo-no-facebook/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2015 21:57:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Discrição]]></category>
		<category><![CDATA[Exibicionismo]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Futilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Narcisismo]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Ser autêntico]]></category>
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					<description><![CDATA[Um comentário sobre alguns usos equivocados do facebook e outras redes sociais, onde as pessoas pensam que elas servem mais para se mostrar do que para compartilhar coisas legais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-20806" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/egobook.jpg" alt="Egobook" width="670" height="671" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/egobook.jpg 794w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/egobook-150x150.jpg 150w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/egobook-300x300.jpg 300w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /></p>
<p>Se existe uma postura da qual me orgulho é que eu não costumo compartilhar o que fiz / estou fazendo / vou fazer, no Facebook. Já cometi esse deslize no início do uso da rede social e me arrependo imensamente. Hoje, vou a restaurantes, faço meus passeios, encontro amigos, mas nunca exponho isso na rede, nem no <em>whatsapp</em>. Às vezes me marcam em algumas <a href="https://www.frasesdebomdia.com.br/frases-para-fotos/">fotos</a>, mas não curto muito (literalmente) esta exposição.</p>
<p>Porque a verdade absoluta sobre este tema é: A não ser pessoas muito próximas que realmente o(a) amam, que são poucas, a maioria dos contatos do <em>facebook</em> não quer saber o que você está fazendo. Estas, se costumam fazer coisas melhores do que você, vão ficar com <em>peninha </em>ou sentir vergonha alheia; se não costumam fazer nada de interessante da vida, vão ficar ressentidas, ou com aquela <em>invejinha</em>.</p>
<p>Por não terem esse tipo de noção, a maioria das pessoas acaba expondo sua carência de atenção de forma muito explícita na rede, carência esta que nunca deixa de me surpreender. Veja bem: Há pessoas realmente muito sociáveis e carismáticas que expõe várias de suas atividades online, e nem por isso soam exibicionistas ou narcisistas. Mas a maioria, ao publicar seus atos, jurando que todos estávamos muito ansiosos para saber o que ela vai fazer, só demonstra que se sujeita à ideia de que o <em>face</em> serve só pra isso; demonstra sobretudo que se curva a essa <em>invejinha digital</em> que a convence de que todos tem uma vida interessantíssima, menos nós. <em>Então quando finalmente vamos fazer algo de interessante, também temos que publicar lá, pra não ficarmos tão por baixo&#8230;</em></p>
<p>É ridículo, mas é justamente o que acontece.</p>
<h3>O problema reside no excesso</h3>
<div id="attachment_20848" style="width: 284px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-20848" class="wp-image-20848 size-medium" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/eu-eu-eu-facebook-274x300.jpg" alt="Eu Eu Eu Facebook" width="274" height="300" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/eu-eu-eu-facebook-274x300.jpg 274w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/eu-eu-eu-facebook.jpg 416w" sizes="(max-width: 274px) 100vw, 274px" /><p id="caption-attachment-20848" class="wp-caption-text">&#8220;A beleza só importa nos primeiros 15 minutos. Depois você tem que ter algo a mais para oferecer&#8221; Fernanda Montenegro</p></div>
<p>Quando algumas pessoas lá, publicam um certo <strong><em>EXCESSO</em></strong> de fotos sobre si mesmas, de seus filhos, cachorros, gatos, bebidas caras, comidas exóticas, lugares bacanas, viagens incríveis, livros lidos, decotes generosos, tudo que eu enxergo são pessoas carentes de atenção e com senso de valor próprio bem baixo.</p>
<p>Raramente enxergo: Nossa, que legal, como <em>fulano(a)</em> tá bem!</p>
<p>Veja bem: Não há problema algum em compartilhar imagens dessas coisas; quem sou eu pra censurar o que você posta nos seus perfis online? <del>Quem está queimando o próprio filme é você, não eu&#8230;</del> Ops, digo&#8230; mas como tudo que fazemos tem uma consequência, quando <strong><em>certos temas</em></strong> se repetem <em>DEMAIS</em>, ou se restringem <em>só àquilo</em>, então passa a impressão que a pessoa entende o <em>facebook</em> como um canal exclusivo para mostrar que está bem, ou para <em>se mostrar</em>, e sustenta sua autoestima sobre as manifestações digitais dos outros, como os &#8220;curtir&#8221;, &#8220;comentar&#8221; ou &#8220;compartilhar&#8221;. 😉</p>
<p>A diferença entre o exibicionismo e a autenticidade, é que o autêntico faz para si, porque gosta, porque <em>curte</em>, e eventualmente compartilha algo nas redes.</p>
<p>O exibicionista, pode até curtir, mas se os outros não saberem, não tem graça.</p>
<h3>Rede social?</h3>
<p>Acredito que parte desse comportamento se deve <a href="https://www.ronaud.com/internet/facebook-mil-modos-de-errar/">à falta de noção de como usar as redes sociais</a>, e falta de noção de como as pessoas reagem às postagens exibicionistas. Que, diga-se de passagem, quase nunca é uma reação de felicidade; às vezes é reação de inveja; na maioria das vezes, é de descrença e decepção.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-20808" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/facepalm.gif" alt="facepalm" width="300" height="225" />Há uma necessidade, que o bom observador perceberá angustiante, de mostrar que se tem algum valor, um diferencial, uma exclusividade, alguma importância, que quase sempre consiste numa atividade que a maioria não pode fazer.</p>
<p>Mas observe que essa atividade raramente será a de <em>usar o cérebro</em> pra dizer algo de relevante.</p>
<p>A propósito, o que eu mais curto no <em>fb</em>, literalmente, são realizações: Se você compartilhar uma foto sobre si mesma, ou do prato que vai comer, ou dos amigos que encontrou, TALVEZ eu possa curtir. Mas se você foi promovida no emprego, pintou um quadro, escreveu um poema, expôs uma opinião inteligente sobre uma percepção da realidade, fez uma casinha pro seu cachorro etc, pode ter certeza, não só vou curtir, como vou aplaudir mentalmente sua realização, e desejar sempre mais sucesso para você.</p>
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		<title>Propósito de vida</title>
		<link>https://www.ronaud.com/atitude/proposito-de-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 19:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ação e reação]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Causa e efeito]]></category>
		<category><![CDATA[Conforto]]></category>
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		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Generosidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestos de amor]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[Plantar e colher]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Propósito]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamar]]></category>
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					<description><![CDATA[Se durante a infância lhe faltou amor, e hoje você não ama intensamente sua família; Se durante sua infância, lhe faltou apoio material, e hoje você não se esforça para oferecer aos seus filhos o conforto que lhe faltou quando criança; Se quando criança você era muito doente, e hoje não cuida de sua saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Se durante a infância lhe faltou amor, e hoje você não ama intensamente sua família;</span></p>
<p>Se durante sua infância, lhe faltou apoio material, e hoje você não se esforça para oferecer aos seus filhos o conforto que lhe faltou quando criança;</p>
<p>Se quando criança você era muito doente, e hoje não cuida de sua saúde como quem cuida de um tesouro;</p>
<p><a title="Aprofunde-se no assunto" href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/como-usar-a-reencarnacao-a-seu-favor/">Então você ainda não entendeu seu propósito de vida</a>.</p>
<p>Mas eu <em>te</em> ajudo 😉</p>
<p>Seu propósito de vida, neste caso, se resume a <em>chorar</em> menos, lamentar menos, resmungar menos, reclamar menos, esperar menos, e acreditar mais, AGIR mais, CONSTRUIR mais, OFERECER mais.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>O Rei do Camarote</title>
		<link>https://www.ronaud.com/arte-de-viver/o-rei-do-camarote/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2013 02:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Discrição]]></category>
		<category><![CDATA[Futilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Superficialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vaidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Ou, o rei das aparências. Não tem como assistir e não sentir dó do sujeito. Ele fala muito em inveja. Mas sério, o vídeo demonstra tudo que eu, particularmente, não quero ser: Uma pessoa vazia e sem graça. Achei o sujeito meio doente. Vaidoso demais. Se divertir na balada, eventualmente num lugar mais seguro e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ou, o <em>rei</em> das <em>aparências</em>.</p>
<p>Não tem como assistir e não sentir dó do sujeito.</p>
<p>Ele fala muito em inveja. Mas sério, o vídeo demonstra tudo que eu, particularmente, não quero ser:</p>
<p>Uma pessoa vazia e sem graça.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/atQvZ-nq0Go" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Achei o sujeito meio doente. Vaidoso demais.</p>
<p>Se divertir na balada, eventualmente num lugar mais seguro e privado, é tudo de bom.</p>
<p>Mas desde que seja para si, para se divertir, para se sentir bem e extravasar.</p>
<p>Agora, procurar isso para se exibir, pra parecer bem num mundo onde as pessoas tentam se importar cada vez menos com a opinião dos outros, só revela que o sujeito tá meio perdidinho.</p>
<p>Observe o quanto ele repete a palavra <a href="https://www.ronaud.com/inteligencia/o-que-e-status/"><em>status</em></a> durante seus mandamentos.</p>
<p>Gosto muito de dinheiro, acredito na prosperidade, acho o poder sedutor.</p>
<p>Mas tudo isso fica melhor acompanhado de discrição.</p>
<p>Gente exibida, rica ou pobre, só desperta um sentimento:</p>
<p>Dó.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com a solidão</title>
		<link>https://www.ronaud.com/auto-conhecimento/solidao-de-si/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 02:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitação]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gasparetto]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Saudade]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[Solidão Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo&#8230; Isto é carência! Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar&#8230; Isto é saudade! Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos&#8230; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Solidão</h2>
<blockquote><p>Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo&#8230; Isto é carência!</p>
<p>Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar&#8230; Isto é saudade!</p>
<p>Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos&#8230; Isto é equilíbrio!</p>
<p>Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente&#8230; Isto é um princípio da natureza!</p>
<p>Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado&#8230; Isto é circunstância!</p>
<p>Solidão é muito mais do que isto&#8230;</p>
<p>Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.</p></blockquote>
<p>Poema de Fátima Irene Pinto &#8211; Via Obviousmag.org (o site foi encerrado)</p>
<h2>Solidão de si</h2>
<p>Encontrei o poema acima por acaso, pois a solidão não é exatamente um problema meu no momento 🙂</p>
<p>E deste último texto citado também me chamou atenção a seguinte frase:</p>
<blockquote><p>Solidão nada mais é que sentir falta de mim mesmo. Camila Oliveira</p></blockquote>
<p>Não sou <em>expert</em> no assunto, mas, concordando com a Camila, acredito que o princípio fundamental da solidão é mesmo um vazio <em>de si mesmo</em>, que tendemos enganosamente a atribuir ao <em>vazio</em> provocado pela ausência de alguém.</p>
<blockquote><p>Sentir solidão não é estar só, é estar vazio. <a title="Frases de Lúcio Anneo Sêneca" href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/lucio-anneo-seneca">Sêneca</a></p></blockquote>
<p>A solidão é um mal particular. É seu. Não tem nada a ver com ter alguém ou não ao lado.</p>
<p>Normalmente ela consiste numa angústia. Uma angústia que surge de se querer fazer algo, ou de se querer SER algo, e não se conseguir, por medo, vergonha, desmotivação etc. Luiz Gasparetto sempre afirma que a angústia ocorre quando ignoramos e podamos a nossa alma. E a <em>alma</em>, no ponto de vista dele, é aquela essência em nós que nos gera a <em>vontade</em> de fazer as coisas.</p>
<p>Do <em>quê</em> você tem vontade e não faz?</p>
<p>Por mais clichê que seja, sabemos que a verdadeira e profunda felicidade não vem do <em>TER</em> coisas, e sim do <em>SER</em> o que se quer ser. A não ser quando esse <em>TER</em> é  consequência de <em>SER</em> alguém minimamente importante, através da superação de desafios e do empreendimento de projetos que nos convençam da nossa competência pessoal para a vida. Ser feliz é estar pleno de si mesmo.</p>
<p>E alcançamos essa plenitude através da nossa expressão. E então pergunto:</p>
<p>Como você tem expressado seu <em>SER</em> para o mundo?</p>
<p>Veja bem, não importa o tipo de expressão. Ela pode ser verbal, física, artística, comercial, afetiva, culinária, musical, etc, etc, etc. O importante é você se doar e se integrar ao mundo de alguma forma construtiva e que lhe renda um mínimo de reconhecimento pelo que é. Quando essa expressão pessoal é negada por algum motivo, surge essa angústia, esse vazio, essa <em>desconexão</em> com as pessoas, com a vida e com o mundo.</p>
<p>Particularmente, acredito que todo problema de solidão é um problema de auto-expressão, e não de companhias. Quando conseguimos nos comunicar PLENAMENTE com o mundo, a consequência é a obtenção justa do reconhecimento e do prestígio sincero alheio através de companhias que se identifiquem integralmente com você e o que você é.</p>
<h2>Equívocos</h2>
<p>Os solitários podem acabar se relacionando com péssimos pares, e mesmo com amigos destrutivos, como consequência da ânsia de não ficar sozinho (<a title="Vários textos para entender melhor a lei da atração" href="https://www.ronaud.com/tag/lei-da-atracao-na-pratica/">se você não está numa boa vibração, dificilmente vai atrair </a><em><a title="Vários textos para entender melhor a lei da atração" href="https://www.ronaud.com/tag/lei-da-atracao-na-pratica/">coisa boa</a>)</em>. Pois há um equívoco generalizado na noção das pessoas sobre a solidão. Aliás, <a title="Ninguém é perfeito" href="https://www.ronaud.com/amor/companhia-tem-preco-quer-pagar-quanto/">os equívocos são muitos</a>. A pessoa solitária é vista com certo tom de piedade e desajuste, ou ao menos ELA se vê assim, quando os outros na verdade não estão nem aí. Afinal, sabemos que <em>o povo</em> tá mais preocupado com o próprio umbigo do que com qualquer outra coisa.</p>
<p>A solidão pode ser muito ruim sim, caso não promova um crescimento pessoal necessário e se perpetue como condição do indivíduo. Pois ela também pode se revelar uma chance extraordinária para o auto-conhecimento e para a descoberta em si de aspectos valiosos normalmente despercebidos devido ao excesso de atenção que direcionamos <em>para fora</em>, e para os outros. Olhar para si pode ser desagradável, principalmente quando esse ato não é realizado com frequência. E quanto mais se evita, pior se torna a situação.</p>
<p>&#8220;Antes só que mal acompanhado&#8221; não é um ditado popular à toa. Pois &#8220;diga-me com quem andas, e te direi quem és&#8221;. Sim, péssimas companhias só atrapalham nossa vida. <a title="Frases de Schopenhauer" href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/arthur-schopenhauer">Arthur Schopenhauer</a> reconhecia a dignidade da solidão ao concluir que &#8220;a solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais&#8221;. As maiores obras do gênio humano não foram realizadas em equipe. Uma vez sozinhos conseguiremos cavar em nós mesmos tesouros que normalmente não enxergaríamos em meio ao burburinho das conversas que ocorrem onde há muita gente. Gente demais em volta dispersa nossa atenção e assim tendemos a produzir pouco ou nada de bom.</p>
<p>A sugestão ficaria primeiramente em um reequilíbrio pessoal. Melhore sua autoestima e sua postura diante das pessoas e da vida. E então sim vai conseguir atrair alguém de mais valor, que se compatibilize com seu novo estado espiritual.</p>
<h2>Equilíbrio</h2>
<p>Finalizo apontando <a title="Textos sobre a importância do equilíbrio de nossas decisões e posturas na vida" href="https://www.ronaud.com/tag/equilibrio/">mais uma vez</a> o equilíbrio como solução para os problemas pessoais. No caso da solidão, nem companhia demais, nem de menos. Um pouco de solidão, concentração e meditação ajuda MUITO a entrarmos <em>nos eixos</em> novamente, principalmente após momentos de muito trabalho e correria.</p>
<p>Fica também a sugestão de se aceitar o que <em>nos é oferecido </em>pela vida, entendendo, como comentado acima, que assim como a boa companhia, o momento de solidão também pode ser muito útil e construtivo. Se você vive um momento em que está desfrutando de boas e frequentes companhias, ÓTIMO, aproveite cada momento intensamente. Se por outro lado, está vivendo um momento de certo isolamento, ÓTIMO também, aproveite para perscrutar a si mesmo e descobrir tesouros que tenho certeza que estão aí.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meio litro de atenção, por favor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 04:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Compreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Consumismo]]></category>
		<category><![CDATA[Humanismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo triste esse nosso&#8230; Antigamente era hábito vizinhos visitarem-se mutua e frequentemente, tomar aquele cafezinho e botar as fofocas em dia. Hoje isso acontece bastante, ainda, e espero que tal hábito continue e até aumente. Porém em alguns lugares, principalmente nos grandes centros, muita gente se sente sozinha, e costuma compensar essa solidão, ou vazio, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mundo triste esse nosso&#8230;</p>
<p>Antigamente era hábito vizinhos visitarem-se mutua e frequentemente, tomar aquele <em>cafezinho</em> e <em>botar as fofocas em dia</em>.</p>
<p>Hoje isso acontece bastante, ainda, e espero que tal hábito continue e até aumente.</p>
<p>Porém em alguns lugares, principalmente nos grandes centros, muita gente se sente sozinha, e costuma compensar essa solidão, ou vazio, <em>consumindo</em>.</p>
<p>É o consumo como terapia. Muita gente cheia de amigos também o pratica 😉</p>
<p>De onde, colocando-me brevemente no lugar de um comerciante qualquer ao ler <a title="Vocês entregam felicidade em casa?" href="http://www.arataacademy.com/port/zappos-satisfacao-garantida-estudo-de-caso-em-video/">este texto</a>, entendi que na verdade, muitos e muitos consumidores dos mais variados produtos nem sempre vão até a loja em busca DO PRODUTO, e sim em busca de alguma atenção, de contato humano, essas coisas.</p>
<p>No fundo, são pessoas carentes. Só querem um pouco de atenção e reconhecimento.</p>
<p>Se eu escrevesse isso ONTEM, o escreveria num tom de recriminação, como se fosse pecado mortal querer um pouco de atenção.</p>
<p>Hoje, <a title="Veja um deles..." href="https://www.ronaud.com/arte-de-viver/criancas-sao-sementes/">dois fatos</a> inusitados <em>me amoleceram o coração</em> 🙂 e ao analisar esse tipo de situação típica do consumismo contemporâneo, concluo concordando com o autor do <a title="E aí, entregam ou não?" href="http://www.arataacademy.com/port/zappos-satisfacao-garantida-estudo-de-caso-em-video/">texto</a> que não custa nada para empresários, vendedores e atendentes humanizarem um pouco o ambiente comercial.</p>
<p>No final das contas, somos <em>crianças grandes</em> implorando por um pouco de atenção e &#8211; desculpem o <em>pieguismo &#8211;</em> por um pouco de amor!</p>
<p>Mundo triste esse nosso&#8230; no qual até AMOR nos vemos obrigados a buscar nos supermercados e shoppings <em>da vida</em> 😉</p>
<p>Veja <a title="Quer comprar adjetivos?" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/vende-se-adjetivos/">um texto sobre um tema semelhante</a></p>
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		<title>Eu sei que você é importante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 11:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[Aparências]]></category>
		<category><![CDATA[Baixa Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza humana]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Vaidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Certas pessoas têm uma necessidade visceral de serem/se sentirem/parecerem importantes. NÃO PERDEM UMA OCASIÃO SEQUER de demonstrar, seja através de histórias, posses, contatos importantes, que elas são realmente mais importantes do que você. Apenas tentam, porque, superior, mesmo, você sabe quem é, e não precisa alardar. Você se basta!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Certas pessoas têm uma necessidade <em>visceral</em> de serem/se sentirem/parecerem importantes. Mas depois que eu li aquele <a href="https://www.ronaud.com/livros/resenha-e-critica-do-livro-como-fazer-amigos-e-influenciar-pessoas/">livrinho fantástico de Dale Carnegie</a>, aprendi a entendê-las.</p>
<p>Se estão diante de um fato aparentemente importante/inusitado, rapidamente sacam suas <em>máquinas fotográficas digitais</em>, maquininhas agora onipresentes, e tratam logo de fotografar. Pra que? Pra mostrar pros <a title="Um amplo texto sobre a figura do outro na nossa vida" href="https://www.ronaud.com/autoestima/como-lidar-com-os-outros/">outros</a>, é lógico. Pra provar que estiveram ali presentes. Ou quem sabe pra pôr no <em>Facebook</em> e mostrar pra quem <em>não quer </em>ver. Até parece que vão ficar revendo aquela fotografia com alguma frequência. Em vez de absorverem toda a sensação de estarem diante de um fato importante, presenciando segundo após segundo, não! Preferem ver o fato através das lentes da câmera.</p>
<p>Nesse sentido, não vivem, <em>digitalizam</em>!!!</p>
<p>Não critico o ato interessantíssimo de fotografar. Muito pelo contrário. Critico tão somente a <em>obsessão fotográfica</em> de quem não está se importando tanto com <strong>o fato</strong> em si, e sim em mostrar aos outros que se esteve diante do fato. Basta um acontecimento inusitado e uma corrente de celulares <em>fotográficos</em> apontando para o mesmo se forma instantaneamente em volta.</p>
<p>Tudo bem, tudo bem, <em>eu é que sou chato</em>.<em><br />
</em></p>
<p>Algumas dessas pessoas são daquelas que NÃO PERDEM UMA OCASIÃO SEQUER de demonstrar, seja através de histórias, posses, contatos importantes, que elas são realmente <em>mais importantes</em> do que você.</p>
<p>Se estamos os dois com gripe, a dele foi pior, o fez sofrer mais, logo ele suportou mais do que você e por consequência é mais forte do que você e enfim, a consequência das consequências, aquela consequência latente, subentendida, inevitável: Demonstra-se que ele é mais importante que você.</p>
<p>Se você comprou um computador/celular/whatever novo e quer compartilhar sua alegria de ter adquirido um &#8220;brinquedinho&#8221; novo, esqueça. Você não sabia que ele acabou de comprar aquele último computador/celular/whatever MUITO MELHOR que o seu? Ele não vai falar diretamente que tem algo melhor que você, mas vai começar a <del>destilar</del><ins> citar</ins> todas as infinitas funcionalidades do aparelho, das quais talvez vá usar duas ou três. E vai perguntar se o seu tem essa ou aquela funcionalidade. E talvez tenha, talvez não, mas você, já broxado, responde: &#8220;não sei&#8230;&#8221;</p>
<p>Se você está cansado, porque trabalhou o dia inteiro, nãããããoooooo! Ele trabalhou mais, se esforçou mais, foi até lá e depois cá, escalou montanhas, cavou túneis, está muito mais cansado que você, mas tá ali, <em>guentando</em> o tranco heroicamente até o fim do dia, logo, é mais forte, mais capaz e acredite, MAIS IMPORTANTE QUE VOCÊ.</p>
<p>Ser humilde é uma benção, não pela humildade, ou por uma suposta bem-aventurança cristã, mas simplesmente porque quem é capaz de ser humilde, torna-se automaticamente capaz de ENXERGAR o mundo com olhos sensatos, que se atem à essência, e não a <em>aparências</em>. Que têm a noção de que essencialmente somos todos iguais e limitados. Quem se deixa levar/convencer por <em><a href="https://www.ronaud.com/inteligencia/o-que-e-status/">status</a></em> e posições está enxergando um mundo ilusório. A presunçosa ilusão de que resolve alguma coisa mesmo, na vida, demonstrar que se é &#8220;melhor&#8221; do que os outros. Apenas demonstram, porque, superior, mesmo, você sabe quem é, e não precisa alardar.</p>
<p>Você se basta!</p>
<p>O legal mesmo é você aprender a ouvir essas <em>m*rdas</em> e ficar só nisso, ouvindo. Não leva a sério, <em>coitados</em> deles, que têm essa necessidade de DEMONSTRAR a superioridade que não têm. Não vejo de outro modo o quanto a DISCRIÇÃO é componente fundamental do sucesso duradouro.</p>
<p>Gente discreta é linda!</p>
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		<title>Clamejante olhar</title>
		<link>https://www.ronaud.com/amor/clamejante-olhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 May 2001 16:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Carência]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
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					<description><![CDATA[De 20 de maio de 2001. *** As percepções de um momento Invadem-me o pensamento Aquele olhar estava sedento Lançou-me um beijo intenso Uma curiosidade ousada Olhava-me por vezes A presença tão delicada Clamava: Me ames!!! Me abraces, diria eu Com ela beirando águas E suas mechas molhadas Perfumam um sonho meu Os sonhos desejosos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 20 de maio de 2001.</p>
<p>***</p>
<p>As percepções de um momento<br />
Invadem-me o pensamento<br />
Aquele olhar estava sedento<br />
Lançou-me um beijo intenso</p>
<p>Uma curiosidade ousada<br />
Olhava-me por vezes<br />
A presença tão delicada<br />
Clamava: Me ames!!!</p>
<p>Me abraces, diria eu<br />
Com ela beirando águas<br />
E suas mechas molhadas<br />
Perfumam um sonho meu</p>
<p>Os sonhos desejosos deste<br />
Desejará paixões realizar<br />
Que muito mais me desejes e&#8230;<br />
Me inspire seu clamejante olhar</p>
<p>/ Ronaud Pereira /</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/">Veja outros poemas</a></p>
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