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	<title>Viver a Vida &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>100 Atitudes contra o Estresse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 11:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Estresse]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja aqui cem dicas interessantes para deixar o estresse e a correria de lado e começar a aproveitar melhoro seu dia-a-dia. O cotidiano nos absorve tanto que acabamos por deixar de lado atitudes tão simples e tão válidas para enriquecermos nossa vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei essa <em>listinha</em> num arquivo guardado no computador. São ótimas dicas não só para se livrar do estresse como para dar <em>uma nova cara</em> para o nosso dia-a-dia, às vezes sem graça. Vai lá&#8230;</p>
<ol>
<li>Enxergue as flores</li>
<li>Acorde feliz</li>
<li>Adquira um aquário</li>
<li>Experimente outro caminho para o trabalho</li>
<li>Cantarole no chuveiro</li>
<li>Veja um filme comendo pipoca</li>
<li>Elogie alguém</li>
<li>Evite roupas apertadas</li>
<li>Cozinhe com os amigos</li>
<li>Saia mais cedo do trabalho</li>
<li>Respire lentamente</li>
<li>Olhe para as estrelas</li>
<li>Aprenda uma piada</li>
<li>Organize sua agenda</li>
<li>Passe o Carnaval em Veneza</li>
<li>Vá a um karaokê</li>
<li>Plante uma árvore</li>
<li>Melhore seu peso</li>
<li>Grite num jogo de futebol</li>
<li>Alimente pássaros</li>
<li>Seja carinhoso</li>
<li>Jante à luz de velas</li>
<li>Ande na chuva</li>
<li>Sonhe acordado</li>
<li>Vá a um piquenique</li>
<li>Tire fotos</li>
<li>Dance muito</li>
<li>Tome mais sorvete</li>
<li>Comemore seu aniversário</li>
<li>Tome um banho de espuma</li>
<li>Faça palavras cruzadas</li>
<li>Faça um aviãozinho de papel</li>
<li>Assista a uma novela</li>
<li>Não tente consertar os outros</li>
<li>Dê-se um presente</li>
<li>Planeje seu futuro</li>
<li>Ande nas areias da praia</li>
<li>Assista a um pôr-do-sol</li>
<li>Assobie</li>
<li>Tome um banho de cachoeira</li>
<li>Comemore uma vitória</li>
<li>Abrace um amigo</li>
<li>Leia um poema</li>
<li>Busque a excelência</li>
<li>Faça terapia</li>
<li>Ouça um conselho</li>
<li>Curta um bom vinho</li>
<li>Mande flores</li>
<li>Assuma um risco</li>
<li>Dê alguma ajuda</li>
<li>Arrume os armários</li>
<li>Cuide da sua aparência</li>
<li>Sorria</li>
<li>Cultive uma horta</li>
<li>Faça um tour pela sua cidade</li>
<li>Faça duplicata das chaves</li>
<li>Evite pessoas negativas</li>
<li>Cumprimente um desconhecido</li>
<li>Prepare um jantar exótico</li>
<li>Dê uma caminhada</li>
<li>Supere algum limite</li>
<li>Conserte algo que está quebrado</li>
<li>Coma mais salada</li>
<li>Ensine algo a alguém</li>
<li>Tome champanhe</li>
<li>Dispense a plástica</li>
<li>Faça a hora, não espere acontecer&#8230;</li>
<li>Ande descalço</li>
<li>Empine uma pipa</li>
<li>Viaje sempre que puder</li>
<li>Aprenda uma nova canção</li>
<li>Ponha um móbile no seu escritório</li>
<li>Vá ao cinema à tarde</li>
<li>Faça uma surpresa</li>
<li>Leia um livro</li>
<li>Ria de uma gafe sua</li>
<li>Estude um idioma</li>
<li>Corte o cabelo</li>
<li>Ouça um desabafo</li>
<li>Faça uma confidência</li>
<li>Não se apresse&#8230;</li>
<li>Tente a sorte</li>
<li>Assista a um balé</li>
<li>Acredite em você</li>
<li>Faça uma massagem</li>
<li>Evite a perfeição</li>
<li>Alongue seus limites</li>
<li>Analise um erro</li>
<li>Dê um vexame</li>
<li>Fale menos e ouça mais</li>
<li>Siga um impulso</li>
<li>Divida uma gargalhada</li>
<li>Converse com um adolescente</li>
<li>Diga &#8220;não sei&#8221; mais freqüentemente</li>
<li>Faça diferença</li>
<li>Descubra suas prioridades</li>
<li>Diga &#8220;não&#8221; mais vezes</li>
<li>Diga &#8220;obrigado&#8221;</li>
<li>Perdoe um amigo</li>
<li>* Namore&#8230;</li>
</ol>
<p>Autor desconhecido</p>
<p>Então, gostou?</p>
<p>Não basta gostar, o bom mesmo é praticar algumas dessas dicas contra o estresse.</p>
<p>Talvez um nome melhor para estas dicas seria: <strong>Dicas para se viver</strong>, afinal, não há nada acima listado que não possa ser considerado como <em>normal</em>.</p>
<p>No entanto, o cotidiano <em>nos absorve</em> tanto que acabamos por deixar de lado atitudes tão simples e tão válidas para enriquecermos nossa vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Existe vida além do estudo?</title>
		<link>https://www.ronaud.com/formacao-profissional/existe-vida-alem-do-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2018 18:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Realização]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Viver intensamente]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe vida além do estudo? Crônica Não sei exatamente como é em outros países, mas sabemos que no Brasil há um hiper-estímulo aos jovens para &#8220;estudarem&#8221;. São comuns as seguintes frases dirigidas a eles: Fazer faculdade, ser &#8220;doutor&#8221;, passar em concurso público&#8230; para passar o resto da vida trancado numa sala exercendo tarefas burocráticas ou intelectuais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Existe vida além do estudo? Crônica</h2>
<p>Não sei exatamente como é em outros países, mas sabemos que no Brasil há um hiper-estímulo aos jovens para &#8220;estudarem&#8221;.</p>
<p>São comuns as seguintes frases dirigidas a eles:<em> Fazer faculdade</em>, <em>ser &#8220;doutor&#8221;</em>, <em>passar em concurso público&#8230;</em> para passar o resto da vida trancado numa sala exercendo tarefas burocráticas ou <em>intelectuais</em>, fazer umas viagens padrão por alguns pontos turísticos clichês, pôr a foto com a Torre Eiffel de fundo no perfil do FB e esperar a morte chegar.</p>
<div id="attachment_22979" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-22979" class="wp-image-22979 size-full" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png" alt="" width="636" height="250" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png 636w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem-300x118.png 300w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /></a><p id="caption-attachment-22979" class="wp-caption-text">Estudando a paisagem</p></div>
<p>Sei não&#8230;</p>
<p>Ultimamente, tenho visto uns vídeos de &#8220;motivação&#8221; em inglês, principalmente do canal VideoAdvice, com o intuito de treinar a audição de inglês, uma vez que as falas dos vídeos são ritmadas, e venho percebendo, que a motivação nesses vídeos NUNCA sugere de ficarmos trancados numa sala, diante de uma tela de computador, exercendo atividades &#8220;intelectuais&#8221;.</p>
<p>Ao contrário, as cenas dos vídeos estimulam o espectador a superar seus limites físicos e seus talentos &#8220;3D&#8221;. Cenas de pessoas correndo, nadando, fazendo trilha, velejando, esquiando, escalando, saltando de paraquedas, pilotando aviões, carros, motos, dançando, atuando ou cantando em palcos são as mais comuns.</p>
<blockquote><p>Alguém disse (e você acreditou) que ser feliz é ser bem-sucedido naquele emprego no escritório, no qual você é promovido se fizer um MBA e pode tomar um nespresso servido pela copeira da empresa.</p>
<p>Desencana dessa teoria.</p></blockquote>
<p>De fato, a vida acontece porta afora. Trabalho há mais de dezesseis anos diante de uma tela de computador desenvolvendo sites para a web. Há dois anos iniciei um projeto de transformar um imóvel comercial em habitações para moradia de aluguel, e paralelamente tenho dirigido como parceiro Uber.</p>
<p>O fato é que tenho muito mais histórias pra contar desses dois últimos anos, do que os 14 anos anteriores que passei trancado no meu escritório diante do computador.</p>
<blockquote><p>Tenho uma amiga com uma história interessante. Ela trabalhava como garçonete num restaurante em Londres quando finalmente conseguiu a cidadania europeia. Assim fez o que a maioria das pessoas faz: procurou um “emprego melhor” e conseguiu. Foi trabalhar num escritório. Dois meses depois ela estava tão entediada que para conseguir gastar sua energia acumulada começou a correr todos os dias 7 km depois do trabalho. Não satisfeita com a sua nova vida, voltou a trabalhar de garçonete no mesmo restaurante.</p></blockquote>
<p>***</p>
<p>As citações deste post são de <a href="http://www.amandaviaja.com.br/">Amanda Noventa</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mais vida, menos facebook</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2014 22:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta crítica ao Facebook, entenda porque a rede social mais popular, representante desta conectividade plena e contemporânea, nos deixa muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como representante mais popular desta conectividade plena, contemporânea, nós que utilizamos o Facebook nos vemos muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.</p>
<p>Às vezes nos empolgamos com o avanço que ele representa, na medida em que permite o contato instantâneo com várias pessoas e com o que está no foco das atenções momentâneas, e às vezes, nos vemos loucos para encerrar nossa conta e vivermos uma vida mais <em>off-line</em>.</p>
<div id="attachment_16867" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16867" class="size-full wp-image-16867" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/sai-dessa.jpg" alt="Um retrato da sua vida" width="526" /><p id="caption-attachment-16867" class="wp-caption-text">Um retrato da sua vida</p></div>
<p>Essa alternância ocorre, assim entendo, por vários motivos. Um deles seria porque de tempo em tempo percebemos que esse &#8220;contato instantâneo&#8221; se dá com pessoas distantes, que você mal conhece ou, se conheceu, mal mantém contato e, se mantém contato, no fundo pode nem gostar muito delas&#8230; Não sei se passa de 10 o número de pessoas distantes, que conheci através da internet e que costumo acompanhá-las pelo <em>facebook</em>. Ora, particularmente, as pessoas com as quais gosto de manter contato, não estão no Facebook, ou quase não o utilizam por falta de tempo (ou por terem algo melhor para fazer da vida). Aliás, as pessoas com as quais gosto de manter contato, eu vejo pessoalmente e constantemente, justamente por que gosto de estar com elas.</p>
<p>O nosso desânimo com o Facebook também ocorre porque é frequente percebermos que &#8220;o foco das atenções momentâneas&#8221; quase sempre se dá sobre besteiras e inutilidades, sem as quais nossa vida costuma seguir pelo mais absoluto e mesmíssimo trajeto. Muitas dessas inutilidades são compartilhadas por portais de notícias, como notícias, mas mesmo que fossem notícias, vale aquele questionamento de Caetano Veloso, presente na música <a href="http://www.vagalume.com.br/caetano-veloso/alegria-alegria.html" target="_blank" rel="noopener">Alegria, Alegria</a>:</p>
<blockquote><p><strong>Quem lê <em>TANTA </em>notícia?</strong></p></blockquote>
<p>Veja também: <a href="https://www.ronaud.com/arte-de-viver/alienacao-e-sanidade/">Alienação e Sanidade</a></p>
<p>E mais: Parte do desgosto que sentimos com a rede social azul se dá porque ela, assim como a internet de modo mais geral, deu amplo poder de manifestação para uma maioria de pessoas que não tem muito de interessante a manifestar:</p>
<p>Fotos de gatos, cachorros, filhos; Imagens com auto-ajuda ou lamúrias; Desabafos bipolares se alternando entre súplicas e gratidão a Deus (que, diga-se de passagem, não usa o <em>face</em>); Análises e críticas políticas ou fanáticas, ou amarguradas;</p>
<p>Agora repita isso algumas vezes por dia, todos os dias.</p>
<p><em>Enjoa</em>, vai ficando chato.</p>
<h3>Como estou lidando com o Facebook atualmente</h3>
<p>Nesses últimos meses, reduzi bastante minhas publicações por lá. Me dei conta que um perfil no Facebook permite uma manifestação ilusória e sem substância. Você publica opiniões considerando-se alguém muito digno de emiti-las, mas não passa de alguém simples com vivência limitada, a qual não abarca todas as possibilidades do que está falando, reduzindo-se tudo ao nível de <em>achismos</em>. Sem falar que algumas opiniões nossas mais contundentes podem atingir (e atingem) pessoas queridas, de modo desnecessário, afinal, com exceção de empresas que têm algo a vender, não se ganha <em>NADA</em> publicando conteúdo lá, a não ser alguns <em>curtir&#8217;s</em> que afagam o nosso ego.</p>
<div id="attachment_16869" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16869" class="size-full wp-image-16869" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/facebook-ego.jpg" alt="Muito ego pra pouco atrativo" width="526" height="526" /><p id="caption-attachment-16869" class="wp-caption-text">Muito ego pra pouco atrativo</p></div>
<p>Neste sentido, o Facebook é uma grande &#8220;queimação de filme&#8221;, onde nos expomos demais, e não obtemos nada de substancial em retorno. Comigo tem acontecido até de publicar alguns comentários e excluí-los mais adiante. Não porque tenha me arrependido de publicar ou tenha mudado de opinião, mas simplesmente porque não há porquê deixar uma opinião específica (que pode atingir alguém) permanentemente publicada no meu perfil. Era uma opinião séria, provavelmente relacionada a algum daqueles assuntos que recebem muita atenção momentaneamente, e que por isso mesmo foi pertinente apenas durante aquele momento no qual ficou publicada. Quem viu, viu, quem não viu, não perdeu nada.</p>
<p>Também, nesses meses, fiz <em>uma limpa</em> nos meus contatos, excluindo gente que nunca se manifestou, e que nem sei como foram parar ali, e deixei de seguir <em>uma pá</em> de gente que não conheço e que costuma publicar aquelas inutilidades citadas acima.</p>
<p>Hoje minha <em>timeline</em> mostra basicamente as publicações de algumas pessoas próximas e de raras pessoas distantes que costumam publicar algo interessante, e de páginas de jornais, revistas e conteúdos mais elaborados.</p>
<p>Quando fiz aquela limpeza nos meus contatos, me surpreendi muito ao ver que cerca de 40 contatos (de um total de 750 à época) haviam desativado seus perfis. Hoje, a cada vez que faço uma revisão dos meus contatos, cerca de uma vez por mês, percebo que 2 ou 3 pessoas desativaram suas contas. Gente que realmente e definitivamente, desistiu do perfil online, contrariando a mensagem geral de alguns textos do Youpix que chegam a aludir que <em>a vida social</em> de boa parte das pessoas depende do <em>facebook</em>. Menos, né. <a href="https://www.ronaud.com/internet/a-vida-real-e-a-nao-vida-virtual/">Há <em>MUITA</em> vida além do Facebook</a>. Ou sou só eu que conheço várias pessoas que não têm perfil na rede? E que, não por acaso, são as que tem a vida mais interessante?</p>
<p>Também tenho percebido que muitas pessoas próximas que viviam publicando fotos de seu cotidiano, deixaram de publicar, muito provavelmente pelos mesmos motivos que eu aleguei aqui e que eu resumiria da seguinte forma: Algum tempo de uso da rede social nos leva a perceber que o <strong><em>Facebook não é sério</em></strong>; que é um chiclete mental; meio que uma <em>coisa de adolescentes</em>, gente que tem tempo sobrando e quer se entreter; que é um recurso através do qual pessoas solitárias preenchem sua carência; que é, enfim, uma grande perda de tempo e energia nos levando a procrastinar tarefas relevantes. Porque <em>gente grande</em>, essas pessoas que conheço que não têm perfil no Facebook (e nem tiveram no orkut) e que têm uma vida muito interessante, parecem não ter tempo, muito menos disponibilidade para ficarem uma hora por dia ou mais visualizando fotos de gatos, besteiras e detalhes da vida alheia, ou ainda, se empenhando em compartilhar a própria vida online.</p>
<h3>O começo do fim?</h3>
<p>Com base em todas essas observações particulares, acredito que <a href="http://www.google.com.br/trends/explore#q=facebook%2C%20orkut%2C%20twitter&amp;geo=BR&amp;cmpt=q">vem surgindo um desinteresse gradual pela rede</a>, assim como ocorreu com o orkut e twitter&#8230; esse desinteresse ocorre, acredito eu, em parte porque viemos desde 1995, quando surgiu a internet, aprendendo a utilizá-la e lidar com ela, e esse período ainda não terminou porque só agora, depois de 20 anos, é que conseguimos criar tudo que a internet possibilitava criar. A internet consistiu até hoje de uma imensa sequência de experimentos. Alguns deram muito certo e vieram pra ficar, outros nem tanto.</p>
<p>Viemos vivendo fases de testes, meio sem saber, e estamos vendo que não precisamos de boa parte dos recursos oferecidos. E é esta também uma outra razão para a debandada de gente do <em>facebook</em>: Elas aprenderam a usar o <em>instagram</em> e o <em>whatsapp</em> e perceberam que estas ferramentas atendem melhor seus interesses.</p>
<h3>Criticar o <em>Facebook</em> é criticar o ser humano</h3>
<p>O Facebook cansa porque quase sempre, em vez de ser uma rede de pessoas, é uma rede de egos querendo aparecer e mostrar como são <em>lindinhos, engraçadinhos, espertinhos </em>e basicamente,<em> melhor que os outros. </em></p>
<p>Alguns detalhes que tenho notado no convívio diário no <em>facebook</em>:</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">&#8211; Às vezes dá vontade de <em>curtir</em> umas publicações de certas pessoas no <em>facebook</em>, mas aí como ela nunca curte <em>p*rra</em> nenhuma minha, eu também não curto as dela. São as mesmas pessoas que do nada, aparecem me convidando para curtir suas páginas recém criadas. Eu não curto. Também na vida digital, <a href="https://www.ronaud.com/atitude/e-preciso-dar-para-receber/">é preciso dar, para receber</a>.</span></p>
<p>&#8211; Tem me incomodado muito a noção que quando se publica algo, uma porcentagem pequena do universo dos contatos se manifesta <em>curtindo</em>, <em>comentando</em> ou <em>compartilhando</em>. Por exemplo, de 100 contatos, apenas uns 10 vão se manifestar a uma publicação sua. Os outros 90 muito provavelmente verão sua publicação, mas vão preferir não se manifestar, seja por não gostarem ou serem indiferentes ao tema publicado. O botão <em>curtir</em> nos engana, nos fazendo otimistas. &#8220;Olha que legal, 10 pessoas curtiram minha postagem&#8221;. Se a pessoa pensasse: &#8220;90 pessoas de 100 não se manifestaram sobre minha publicação&#8221; ela simplesmente pararia de publicar. É mais ou menos o que tem acontecido comigo.</p>
<p>&#8211; E as meninas que vivem de publicar fotos de si mesmas (quase sempre enquadradas para pegarem o rosto e o decote) para angariar as curtidas que vão abastecer suas autoestimas? Às vezes essas fotos vêm com frases como &#8220;Então ela sorriu, pq percebeu que sua felicidade depende apenas dela e de mais ninguém&#8221;. Claro, dela, de mais ninguém, e <em>das curtida dos rapazi</em>.</p>
<p>&#8211; E o sujeito que largou tudo pra se tornar <em>padre</em> e só publica frases de amor (romântico) e saudade? E que vai pra retiros e, em vez de orar pelos outros, pede que orem por ele?</p>
<p>&#8211; E as pessoas que de bom só souberam fazer filhos, na vida, e agora publicam tudo que eles fazem, o tempo todo, como se quem não tem filhos já não estivesse adiando justamente porque não tem a menor paciência com crianças? <a title="Conheça 11 tipos de fotos que é melhor não publicar, sobre seus filhos" href="https://criancasatortoeadireitos.wordpress.com/2014/06/03/11-fotos-que-os-pais-nao-devem-publicar-nas-redes-sociais/">Sem contar o perigo de ficar expondo o próprio filho</a> publicamente como se ele fosse um <em>bibelô</em> e não, um ser humano.</p>
<p>&#8211; E o petista sem-noção que vem no seu status &#8220;refutar&#8221; todas as suas opiniões favoráveis ao capitalismo, como se eu tivesse muito a fim e louco pra tentar convencê-lo das minhas visões? E que não por acaso me vi obrigado a desfazer a amizade para ter um pouco de paz e liberdade no <em>facebook</em>.</p>
<p>&#8211; E a pessoa que só publica (porque só pensa nisso e se identifica) coisas sobre tristeza, angústia, recompensa divina e que demonstram o quanto ela é vítima das circunstâncias e, não por acaso, só recebe essas coisas ruins da vida?</p>
<p>&#8211; E a aquela que fez curso de fotografia, mas só compartilha fotos de si mesma?</p>
<p>&#8211; E aquele casal, ao chegar no destino da viagem, qual a primeira coisa que fazem? Publicar um álbum com todas as fotos possíveis tiradas de si mesmos em todos os pontos possíveis do lugar &#8211; ou uma sequência de imagens da viagem no <em>instagram</em>&#8230; Queridos, nós realmente gostamos muito de vocês, mas não estamos assim tão interessados na vossa <del>felicidade</del> <ins>viagem</ins>.</p>
<p>&#8211; E essa onda de vídeos que invadiram a <em>timeline</em> do <em>facebook</em>? Até hoje não consegui saber quem é que quer assistir tantos vídeos sobre tantas coisas interessantíssimas que não nos fizeram falta alguma até hoje&#8230;</p>
<p>Agora me dá licença que preciso limpar o veneno que tá escorrendo aqui 😉</p>
<h3>Instagram vai pelo mesmo caminho</h3>
<p><a href="http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/instagram-o-apice-da-idiotice-na-internet/74400/" target="_blank" rel="noopener">Neste texto</a>, o autor faz uma crítica muito necessária, semelhante a esta minha, sobre o <em>instagram</em>. Se você observar, verá na caixa de comentários que o pessoal aparentemente não gostou muito da crítica. Mas não gostou porque não entendeu que o texto é um CONVITE a auto-crítica de ALGUNS usuários com o perfil descrito no texto, e não uma crítica a todo e qualquer usuário do <em>instagram</em>.</p>
<p>Ou não sabem interpretar textos, ou talvez só tenham lido o título.</p>
<p>Acredito mais nesta segunda hipótese.</p>
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		<title>Como dizia o poeta &#8211; Vinícius de Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2014 20:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Viver intensamente]]></category>
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					<description><![CDATA[Como dizia o poeta Quem já passou por essa vida e não viveu Pode ser mais, mas sabe menos do que eu Porque a vida só se dá pra quem se deu Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não Não há mal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como dizia o poeta<br />
Quem já passou por essa vida e não viveu<br />
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu<br />
Porque a vida só se dá pra quem se deu<br />
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu<br />
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não<br />
Não há mal pior do que a descrença<br />
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão<br />
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair<br />
Pra que somar se a gente pode dividir<br />
Eu francamente já não quero nem saber<br />
De quem não vai porque tem medo de sofrer<br />
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão<br />
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não</p>
<p>Vinícius de Moraes</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/">Veja outros poemas</a></p>
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		<title>A melhor vingança é ser feliz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2014 02:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[Amor verdadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
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		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inveja]]></category>
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		<category><![CDATA[Recalque]]></category>
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		<category><![CDATA[Riqueza]]></category>
		<category><![CDATA[Sinceridade]]></category>
		<category><![CDATA[Status]]></category>
		<category><![CDATA[Vingança]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Ser feliz, vivendo para si e por si, não é apenas a melhor vingança, como é a melhor forma de viver a vida de forma autêntica e intensa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Se engana quem acha que riqueza e status atraem inveja.</p>
<p>As pessoas invejam mesmo é o sorriso fácil, a luz própria, a felicidade sincera, a alegria exagerada.</p>
<p>O que incomoda as pessoas são as amizades que o outro atrai, a boa energia que transmite, o brilho ofuscante no olhar, a sinceridade espontânea, o amor verdadeiro, a positividade pela vida, a leveza no andar e a paz interior.</p>
<p><a href="http://mairacintra.blogspot.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Maira Cintra</a></p></blockquote>
<p>Acho que esse <em>textinho</em> da Maira resume bem toda essa questão da inveja e de seu sinônimo mais recente, o recalque.</p>
<p>O fato é que quem <em>brilha</em>, isto é, quem vive uma vida de movimento, prazer e diversão, vivendo para si, e não para impressionar os outros, vai chamar a atenção das pessoas.</p>
<p>Uma parte vai admirar e se espelhar. A outra, vai invejar.</p>
<p>Contra esses, para o <em>invejado</em>. continua valendo aquele ditado:</p>
<p><strong><em>A melhor vingança é ser feliz</em>.</strong></p>
<p>Regina Navarro traz um exemplo interessante sobre este tema:</p>
<blockquote>
<h4>A inveja das vizinhas</h4>
<p>Virgínia, uma terapeuta corporal de 35 anos, mora com o filho de 8 anos num prédio de classe média da zona sul. É a única mulher divorciada do edifício, sendo todos os outros moradores casados. Apesar de não conviver com suas vizinhas, foi impossível deixar de conhecê-las, por conta das novas amizades do filho.</p>
<p>A maioria não trabalha e por isso se reúne diariamente na piscina do condomínio para conversar. Virgínia é independente, trabalha muito no consultório e tem uma vida social intensa. Organiza festas em casa, recebe amigos para jantar e sai com os eventuais namorados que vão buscá-la de carro na portaria ou sobem ao seu apartamento.</p>
<p>As vizinhas observam de longe. Certa vez, uma delas, ao encontrá-la no elevador, decidiu fazer-lhe uma confidência: “Sabe, depois que você veio morar aqui, a gente não fala em outra coisa. Ficamos comentando como a sua vida deve ser interessante e divertida, como é diferente da nossa. Eu acho que tem muita gente aqui morrendo de inveja de você.” <a href="http://www.twitlonger.com/show/7llbk9" target="_blank" rel="noopener">Fonte</a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>A vida é uma arena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 02:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[Sagrado]]></category>
		<category><![CDATA[Salvação]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Eu acho que Deus criou o mundo profano como arena para que nela pudéssemos treinar e lutar contra vícios e paixões com as armas que só podem ser conhecidas no reino do sagrado, as virtudes. No silêncio forma-se o talento. Mas o caráter, no turbilhão do mundo. Goethe A salvação não está em saber morrer bem, e sim, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que <em>Deus</em> criou o mundo <em>profano</em> como arena para que nela pudéssemos treinar e lutar contra vícios e paixões com as armas que só podem ser conhecidas no reino do <em>sagrado</em>, as virtudes.</p>
<blockquote><p>No silêncio forma-se o talento. Mas o caráter, no turbilhão do mundo. <a href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/johann-wolfgang-von-goethe">Goethe</a></p></blockquote>
<p>A salvação não está em saber morrer bem, e sim, em saber viver bem. Esta me parece, também, a verdadeira e autêntica sabedoria.</p>
<p>Eu acho que é mais sábio o indivíduo que está na arena da vida, lutando, construindo, errando e aprendendo, caindo e levantando, trabalhando e suando, do que no sujeito com vestes e barbas compridas, que fica sentado num pedestal, longe de tudo e de todos, observando a vida de cima, alardando algum poder superior, vago e ambíguo, que nada contribui de efetivo para melhorar as condições dos que precisam de ajuda.</p>
<p>Mas eu só acho&#8230;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Deus segundo Spinoza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 02:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças]]></category>
		<category><![CDATA[Culpa]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Moralismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Sensibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Este texto já é bem compartilhado na internet. É bem difícil que a autoria seja do filósofo Spinoza que viveu no século XVII, já que a linguagem do texto não condiz com a linguagem utilizada naquela época. De qualquer forma, a mensagem é bonita e faz muito sentido. Só não entende quem não quer. Para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="line-height: 1.5em;">Este texto já é bem compartilhado na internet. É bem difícil que a autoria seja do filósofo Spinoza que viveu no século XVII, já que a linguagem do texto não condiz com a linguagem utilizada naquela época.</span></p>
<p>De qualquer forma, a mensagem é bonita e faz muito sentido. Só não entende quem não quer.</p>
<blockquote><p>Para de ficar rezando e batendo o peito! O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti. Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.</p>
<p>Para de me culpar da tua vida miserável: Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer. Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo. Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho&#8230; não me encontrarás em nenhum livro.</p>
<p>Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho? Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor. Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz&#8230; Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se fui Eu quem te fiz? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?</p>
<p>Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti. Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa que te peço é que prestes atenção à tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia. Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas. Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.</p>
<p>Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho. Vive como se não houvesse. Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste&#8230; Do que mais gostaste? O que aprendeste?</p>
<p>Para de crer em mim &#8211; crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar. Para de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja? Me aborrece que me louvem. Me cansa que agradeçam. Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo. Te sentes olhado, surpreendido?&#8230; Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.</p>
<p>Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que tantas explicações? Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro&#8230; aí é que estou, batendo em ti.</p></blockquote>
<p>***</p>
<p>Baruch Spinoza &#8211; nascido em 1632 em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. De família judaica portuguesa, é considerado o fundador do criticismo bíblico moderno.</p>
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		<title>Eu Maior &#8211; Documentário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 03:42:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualismo]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[Paz de espírito]]></category>
		<category><![CDATA[Simplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Este vídeo reúne grandes personalidades do pensamento filosófico e espiritual brasileiro. E elas dissertam sobre as questões básicas humanas, como quem somos, qual o sentido de tudo, o que é felicidade etc. Nunca vi tanto espírito reunido em falas tão breves. Abaixo, algumas citações que retirei do vídeo: O sentido da vida varia de acordo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este vídeo reúne grandes personalidades do pensamento filosófico e espiritual <span style="line-height: 1.5em;">brasileiro</span><span style="line-height: 1.5em;">. E elas dissertam sobre as questões básicas humanas, como quem somos, qual o sentido de tudo, o que é felicidade etc.</span></p>
<p>Nunca vi tanto <em>espírito</em> reunido em falas tão breves.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/V0gquwUQ-b0" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Abaixo, algumas citações que retirei do vídeo:</p>
<blockquote><p>O sentido da vida varia de acordo com a época da vida. O sentido da vida pra mim já foi lutar por uma causa, depois foir amar um homem, depois foi cuidar das filhas. Às vezes tudo isso junto, às vezes algo em primeira instância.</p>
<p>Mas hoje em dia viver é o sentido.</p>
<p>Bárbara Abramo &#8211; Astróloga</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="line-height: 1.5em;">A vida não tem sentido nenhum, mas não é proibido dar-lhe algum. </span></p>
<p>Citação de algum autor francês por Flavio Gikovate</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Você descobre a qualidade de uma pessoa, não é quando ela fala de si, é quando ela fala dos outros.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Marina Silva</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>A vida, através da natureza, manifesta o tempo todo, felicidade.</p>
<p>Você vai perceber que as pessoas sempre são mais felizes quando buscam o sol, a praia, as águas da cachoeira, quando buscam se reunir em volta de um fogo numa lua cheia; pulsa uma determinada energia e uma determinada alegria&#8230;</p>
<p>A felicidade não exige dinheiro, a felicidade não exige status para se manifestar, a felicidade não exige oferendas, a felicidade não exige um curso de MBA e ela não exige nenhuma formação&#8230; só a sintonia. Por isso que minha resposta é óbvia:</p>
<p>Felicidade é um estado de espírito.</p>
<p>Kaká Werá &#8211; Educador indígena</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="line-height: 1.5em;">As emoções são muito rápidas em nós. O resto é memória.</span></p>
<p>Monja Coen &#8211; Líder espiritual</p></blockquote>
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		<title>Vida de fim de semana e feriado</title>
		<link>https://www.ronaud.com/sociedade/vida-de-fim-de-semana-e-feriado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2014 20:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Praia]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Fico pensando no DRAMA que vive esse pessoal que a cada feriadão FOGE de suas cidades para a praia ou para o interior. Vejo um certo desespero no ar. A cada oportunidade há uma verdadeira fuga em massa. Fogem da rotina, fogem do regime de semi-escravidão e da pressão de terem de trabalhar demais para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_14181" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/1981750_818306878184913_1405869475_n1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14181" class="size-full wp-image-14181  " title="Trânsito aos feriados - Fuga em massa" alt="Trânsito aos feriados - Fuga em massa" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/1981750_818306878184913_1405869475_n1.jpg" width="670" height="447" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/1981750_818306878184913_1405869475_n1.jpg 900w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/03/1981750_818306878184913_1405869475_n1-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /></a><p id="caption-attachment-14181" class="wp-caption-text">Trânsito aos feriados &#8211; Fuga em massa</p></div>
<p>Fico pensando no DRAMA que vive esse pessoal que a cada feriadão FOGE de suas cidades para a praia ou para o interior.</p>
<p>Vejo um certo desespero no ar. A cada oportunidade há uma verdadeira <em>fuga em massa</em>.</p>
<p>Fogem da rotina, fogem do regime de semi-escravidão e da pressão de terem de trabalhar demais para terem o mínimo, fogem da mesmice proporcionada pela falta de alternativas de lazer no espaço urbano que só sabe oferecer shoppings e mais shoppings, fogem, sobretudo, de si mesmos.</p>
<p>Triste essa vida que é vivida somente em fins de semana e feriados.</p>
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		<title>Filosofia, pra que te quero?</title>
		<link>https://www.ronaud.com/pensamentos/filosofia-pra-que-te-quero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 13:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Na prática a teoria é OUTRA]]></category>
		<category><![CDATA[Pragmatismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sabedoria]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Atualmente a filosofia se enclausurou no meio acadêmico e não faz qualquer outra coisa que não seja falar de si mesma, para si mesma.
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A filosofia surgiu como uma profunda devoção à sabedoria.</p>
<p>Sabedoria que não serve para qualquer outra coisa que não seja ajudar as pessoas a viver melhor.</p>
<p>Pena que atualmente a filosofia se enclausurou no meio acadêmico e não faz qualquer outra coisa que não seja falar de si mesma, para si mesma.</p>
<p>Filósofos muito exibidos são considerados <em>filósofos pop</em>, tal como Alain de Botton e o nosso querido <a href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/mario-sergio-cortella" target="_blank" rel="noopener">Mário Sérgio Cortella</a>, cuja luz própria acho que merecia mais destaque. Mas não vejo caminho mais legítimo para um filósofo do que aparecer muito,<em> ir para as praças</em>, como iam seus antecessores e levar a quem possa ouvir sua louvável e necessária sabedoria.</p>
<p>A filosofia, que começou muito amiga da sabedoria, traiu-a para ficar amiga do conhecimento.</p>
<p>Mas como diria nosso sábio ex-presidente Lula: <em>&#8220;Uma côisa é uma côisa, e otra côisa é otra côisa&#8221;</em> 😉</p>
<p>Estudar o conhecimento, por parte da filosofia, é digno, mas menos autêntico em relação ás suas origens. A função que nos tempos clássicos ocupou a filosofia, de nos iluminar os caminhos, com uma sabedoria para a vida prática, hoje foi completamente dominada pela <a title="Uma reflexão sobre a auto-ajuda contemporânea" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/reflexoes-sobre-a-auto-ajuda/">auto-ajuda</a>. Esta que <a title="Considerações sobre os livros de auto-ajuda" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/livros-de-auto-ajuda/">sofre tremendo preconceito</a> de uma elite intelectual, <a title="Santo de casa não faz milagre - Clique e leia" href="https://www.ronaud.com/inteligencia/santo-de-casa-nao-faz-milagre/">elite que fica gabando-se de ser elite</a>, enquanto poderia ser mais útil ao mundo ajudando-o a tornar-se menos ignorante das coisas básicas do viver.</p>
<blockquote><p>Mas nós, os ‘modernos’, tornamo-nos tão acostumados à verbosidade empolada na filosofia que quando ela é apresentada sem verbiagem temos dificuldade em reconhecê-la.  Will Durant</p></blockquote>
<p>Se filósofos fossem mais exibidos, e aparecessem mais, a auto-ajuda talvez não tivesse dominado tanto o campo popular da orientação vivencial, e muitas pessoas não perderiam seu tempo com a auto-ajuda ruim, e fossem hoje mais sábias e, portanto, mais felizes.</p>
]]></content:encoded>
					
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