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	<title>Instagram &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>A vida real e a (não) vida virtual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 01:21:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta semana, o cantor Zezé di Camargo anunciou que sairia do instagram. A galera da ~ internet ~ zoou geral, porque a postura do cantor no instagram às vezes aparentava arrogância. A própria frase &#8220;sou muito real para este mundo virtual&#8221; soou arrogante, ainda que verdadeira, porque a verdade manifestada, é mesmo arrogante e impiedosa. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, o cantor Zezé di Camargo anunciou que sairia do <em>instagram</em>.</p>
<div id="attachment_17012" style="width: 458px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17012" class="size-full wp-image-17012" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/01/zeze.jpg" alt="Zezé di Camargo anuncia sua saída do Instagram" width="448" height="572" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/01/zeze.jpg 448w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/01/zeze-234x300.jpg 234w" sizes="(max-width: 448px) 100vw, 448px" /><p id="caption-attachment-17012" class="wp-caption-text">Zezé di Camargo anuncia sua saída do Instagram</p></div>
<p>A <em>galera</em> da ~ <em>internet</em> ~ <em>zoou</em> geral, porque a postura do cantor no <em>instagram</em> às vezes aparentava arrogância.</p>
<p>A própria frase &#8220;sou muito real para este mundo virtual&#8221; soou arrogante, ainda que verdadeira, porque a verdade manifestada, é mesmo arrogante e impiedosa.</p>
<p>A frase soou arrogante para quem não admite que muitas pessoas estão realmente muito acima de nós. E o Zezé está MUITO acima de todos nós, em termos de talento, competência, trajetória e realização.</p>
<p>O Zezé é basicamente um sujeito rústico, que sabe o quanto a vida pode ser cruel, mas sensível o suficiente para ter composto e interpretado belíssimas músicas. É um sujeito forte, que tem talento e autoestima, e sabe disso, e não vê porque esconder. Talentoso, milionário, e amado por seus fãs, não vê porque se fazer de pequeno, pra agradar os outros pequenos <em>politicamente corretos</em> da internet. É um sujeito com um grandioso talento para a arte, o que não lhe obriga a ter o talento pequeno para lidar com <em>internet</em> formada por um mar de gente miserável de espírito.</p>
<p>De certa forma, a postura do Zezé não é tão diferente da postura do Chico Buarque, <a href="https://www.ronaud.com/internet/eu-amo-odiar/" target="_blank" rel="noopener">quando viralizou há alguns anos</a> com um vídeo em que ele ria dos &#8220;trolls&#8221; que o criticavam na internet.</p>
<div style="text-align: center;"><iframe src="//player.vimeo.com/video/25483143?color=ffffff" width="610" height="343" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p>Ora, o Zezé fala muita besteira, como o próprio Chico às vezes também fala. Eles são artistas, muito mais do que intelectuais ou ativistas políticos. Têm seus defeitos e suas visões de mundo rasas, como qualquer um de nós. Um é machista. O outro é de <em>esquerda</em>. Mas ambos (assim como vários outros artistas que nem sempre se dão bem na internet) têm algo que nós não temos: <em><strong>Um talento fenomenal</strong></em>. Um compõe e <a href="https://www.ronaud.com/musica/toque-de-midas/">canta bem</a>, o outro compõe e entende muito de mulheres.</p>
<p>Mas na internet encontram essa gente pequena, anônima, muito intelectualizada e crítica, mas também muito ressentida (e com bastante tempo livre, pra usá-lo acompanhando o que não se gosta), com quem esses artistas não estão tão acostumados a enfrentar, afinal, num show deles só vai (e se predispõe a ir) quem os ama demais.</p>
<p>Na internet, por sua ampla acessibilidade, encontramos este estranho fenômeno no qual pessoas desocupadas perdem seu tempo acompanhando e criticando o que não gostam. É uma gente realmente virtual, onde encontram alguma voz para sua negatividade, porque na vida real, são absolutamente inexpressivas.</p>
<p>Vai Zezé, vai com Deus.</p>
<p>Mas não desejo isso com ironia, e sim, com a convicção de que você não precisa disso aqui.</p>
<p>E que o que você vive nos palcos é realmente mágico, para poucos.</p>
<p>Aproveita porque você é um deles.</p>
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		<title>Mais vida, menos facebook</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2014 22:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta crítica ao Facebook, entenda porque a rede social mais popular, representante desta conectividade plena e contemporânea, nos deixa muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como representante mais popular desta conectividade plena, contemporânea, nós que utilizamos o Facebook nos vemos muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.</p>
<p>Às vezes nos empolgamos com o avanço que ele representa, na medida em que permite o contato instantâneo com várias pessoas e com o que está no foco das atenções momentâneas, e às vezes, nos vemos loucos para encerrar nossa conta e vivermos uma vida mais <em>off-line</em>.</p>
<div id="attachment_16867" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16867" class="size-full wp-image-16867" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/sai-dessa.jpg" alt="Um retrato da sua vida" width="526" /><p id="caption-attachment-16867" class="wp-caption-text">Um retrato da sua vida</p></div>
<p>Essa alternância ocorre, assim entendo, por vários motivos. Um deles seria porque de tempo em tempo percebemos que esse &#8220;contato instantâneo&#8221; se dá com pessoas distantes, que você mal conhece ou, se conheceu, mal mantém contato e, se mantém contato, no fundo pode nem gostar muito delas&#8230; Não sei se passa de 10 o número de pessoas distantes, que conheci através da internet e que costumo acompanhá-las pelo <em>facebook</em>. Ora, particularmente, as pessoas com as quais gosto de manter contato, não estão no Facebook, ou quase não o utilizam por falta de tempo (ou por terem algo melhor para fazer da vida). Aliás, as pessoas com as quais gosto de manter contato, eu vejo pessoalmente e constantemente, justamente por que gosto de estar com elas.</p>
<p>O nosso desânimo com o Facebook também ocorre porque é frequente percebermos que &#8220;o foco das atenções momentâneas&#8221; quase sempre se dá sobre besteiras e inutilidades, sem as quais nossa vida costuma seguir pelo mais absoluto e mesmíssimo trajeto. Muitas dessas inutilidades são compartilhadas por portais de notícias, como notícias, mas mesmo que fossem notícias, vale aquele questionamento de Caetano Veloso, presente na música <a href="http://www.vagalume.com.br/caetano-veloso/alegria-alegria.html" target="_blank" rel="noopener">Alegria, Alegria</a>:</p>
<blockquote><p><strong>Quem lê <em>TANTA </em>notícia?</strong></p></blockquote>
<p>Veja também: <a href="https://www.ronaud.com/arte-de-viver/alienacao-e-sanidade/">Alienação e Sanidade</a></p>
<p>E mais: Parte do desgosto que sentimos com a rede social azul se dá porque ela, assim como a internet de modo mais geral, deu amplo poder de manifestação para uma maioria de pessoas que não tem muito de interessante a manifestar:</p>
<p>Fotos de gatos, cachorros, filhos; Imagens com auto-ajuda ou lamúrias; Desabafos bipolares se alternando entre súplicas e gratidão a Deus (que, diga-se de passagem, não usa o <em>face</em>); Análises e críticas políticas ou fanáticas, ou amarguradas;</p>
<p>Agora repita isso algumas vezes por dia, todos os dias.</p>
<p><em>Enjoa</em>, vai ficando chato.</p>
<h3>Como estou lidando com o Facebook atualmente</h3>
<p>Nesses últimos meses, reduzi bastante minhas publicações por lá. Me dei conta que um perfil no Facebook permite uma manifestação ilusória e sem substância. Você publica opiniões considerando-se alguém muito digno de emiti-las, mas não passa de alguém simples com vivência limitada, a qual não abarca todas as possibilidades do que está falando, reduzindo-se tudo ao nível de <em>achismos</em>. Sem falar que algumas opiniões nossas mais contundentes podem atingir (e atingem) pessoas queridas, de modo desnecessário, afinal, com exceção de empresas que têm algo a vender, não se ganha <em>NADA</em> publicando conteúdo lá, a não ser alguns <em>curtir&#8217;s</em> que afagam o nosso ego.</p>
<div id="attachment_16869" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16869" class="size-full wp-image-16869" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/facebook-ego.jpg" alt="Muito ego pra pouco atrativo" width="526" height="526" /><p id="caption-attachment-16869" class="wp-caption-text">Muito ego pra pouco atrativo</p></div>
<p>Neste sentido, o Facebook é uma grande &#8220;queimação de filme&#8221;, onde nos expomos demais, e não obtemos nada de substancial em retorno. Comigo tem acontecido até de publicar alguns comentários e excluí-los mais adiante. Não porque tenha me arrependido de publicar ou tenha mudado de opinião, mas simplesmente porque não há porquê deixar uma opinião específica (que pode atingir alguém) permanentemente publicada no meu perfil. Era uma opinião séria, provavelmente relacionada a algum daqueles assuntos que recebem muita atenção momentaneamente, e que por isso mesmo foi pertinente apenas durante aquele momento no qual ficou publicada. Quem viu, viu, quem não viu, não perdeu nada.</p>
<p>Também, nesses meses, fiz <em>uma limpa</em> nos meus contatos, excluindo gente que nunca se manifestou, e que nem sei como foram parar ali, e deixei de seguir <em>uma pá</em> de gente que não conheço e que costuma publicar aquelas inutilidades citadas acima.</p>
<p>Hoje minha <em>timeline</em> mostra basicamente as publicações de algumas pessoas próximas e de raras pessoas distantes que costumam publicar algo interessante, e de páginas de jornais, revistas e conteúdos mais elaborados.</p>
<p>Quando fiz aquela limpeza nos meus contatos, me surpreendi muito ao ver que cerca de 40 contatos (de um total de 750 à época) haviam desativado seus perfis. Hoje, a cada vez que faço uma revisão dos meus contatos, cerca de uma vez por mês, percebo que 2 ou 3 pessoas desativaram suas contas. Gente que realmente e definitivamente, desistiu do perfil online, contrariando a mensagem geral de alguns textos do Youpix que chegam a aludir que <em>a vida social</em> de boa parte das pessoas depende do <em>facebook</em>. Menos, né. <a href="https://www.ronaud.com/internet/a-vida-real-e-a-nao-vida-virtual/">Há <em>MUITA</em> vida além do Facebook</a>. Ou sou só eu que conheço várias pessoas que não têm perfil na rede? E que, não por acaso, são as que tem a vida mais interessante?</p>
<p>Também tenho percebido que muitas pessoas próximas que viviam publicando fotos de seu cotidiano, deixaram de publicar, muito provavelmente pelos mesmos motivos que eu aleguei aqui e que eu resumiria da seguinte forma: Algum tempo de uso da rede social nos leva a perceber que o <strong><em>Facebook não é sério</em></strong>; que é um chiclete mental; meio que uma <em>coisa de adolescentes</em>, gente que tem tempo sobrando e quer se entreter; que é um recurso através do qual pessoas solitárias preenchem sua carência; que é, enfim, uma grande perda de tempo e energia nos levando a procrastinar tarefas relevantes. Porque <em>gente grande</em>, essas pessoas que conheço que não têm perfil no Facebook (e nem tiveram no orkut) e que têm uma vida muito interessante, parecem não ter tempo, muito menos disponibilidade para ficarem uma hora por dia ou mais visualizando fotos de gatos, besteiras e detalhes da vida alheia, ou ainda, se empenhando em compartilhar a própria vida online.</p>
<h3>O começo do fim?</h3>
<p>Com base em todas essas observações particulares, acredito que <a href="http://www.google.com.br/trends/explore#q=facebook%2C%20orkut%2C%20twitter&amp;geo=BR&amp;cmpt=q">vem surgindo um desinteresse gradual pela rede</a>, assim como ocorreu com o orkut e twitter&#8230; esse desinteresse ocorre, acredito eu, em parte porque viemos desde 1995, quando surgiu a internet, aprendendo a utilizá-la e lidar com ela, e esse período ainda não terminou porque só agora, depois de 20 anos, é que conseguimos criar tudo que a internet possibilitava criar. A internet consistiu até hoje de uma imensa sequência de experimentos. Alguns deram muito certo e vieram pra ficar, outros nem tanto.</p>
<p>Viemos vivendo fases de testes, meio sem saber, e estamos vendo que não precisamos de boa parte dos recursos oferecidos. E é esta também uma outra razão para a debandada de gente do <em>facebook</em>: Elas aprenderam a usar o <em>instagram</em> e o <em>whatsapp</em> e perceberam que estas ferramentas atendem melhor seus interesses.</p>
<h3>Criticar o <em>Facebook</em> é criticar o ser humano</h3>
<p>O Facebook cansa porque quase sempre, em vez de ser uma rede de pessoas, é uma rede de egos querendo aparecer e mostrar como são <em>lindinhos, engraçadinhos, espertinhos </em>e basicamente,<em> melhor que os outros. </em></p>
<p>Alguns detalhes que tenho notado no convívio diário no <em>facebook</em>:</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">&#8211; Às vezes dá vontade de <em>curtir</em> umas publicações de certas pessoas no <em>facebook</em>, mas aí como ela nunca curte <em>p*rra</em> nenhuma minha, eu também não curto as dela. São as mesmas pessoas que do nada, aparecem me convidando para curtir suas páginas recém criadas. Eu não curto. Também na vida digital, <a href="https://www.ronaud.com/atitude/e-preciso-dar-para-receber/">é preciso dar, para receber</a>.</span></p>
<p>&#8211; Tem me incomodado muito a noção que quando se publica algo, uma porcentagem pequena do universo dos contatos se manifesta <em>curtindo</em>, <em>comentando</em> ou <em>compartilhando</em>. Por exemplo, de 100 contatos, apenas uns 10 vão se manifestar a uma publicação sua. Os outros 90 muito provavelmente verão sua publicação, mas vão preferir não se manifestar, seja por não gostarem ou serem indiferentes ao tema publicado. O botão <em>curtir</em> nos engana, nos fazendo otimistas. &#8220;Olha que legal, 10 pessoas curtiram minha postagem&#8221;. Se a pessoa pensasse: &#8220;90 pessoas de 100 não se manifestaram sobre minha publicação&#8221; ela simplesmente pararia de publicar. É mais ou menos o que tem acontecido comigo.</p>
<p>&#8211; E as meninas que vivem de publicar fotos de si mesmas (quase sempre enquadradas para pegarem o rosto e o decote) para angariar as curtidas que vão abastecer suas autoestimas? Às vezes essas fotos vêm com frases como &#8220;Então ela sorriu, pq percebeu que sua felicidade depende apenas dela e de mais ninguém&#8221;. Claro, dela, de mais ninguém, e <em>das curtida dos rapazi</em>.</p>
<p>&#8211; E o sujeito que largou tudo pra se tornar <em>padre</em> e só publica frases de amor (romântico) e saudade? E que vai pra retiros e, em vez de orar pelos outros, pede que orem por ele?</p>
<p>&#8211; E as pessoas que de bom só souberam fazer filhos, na vida, e agora publicam tudo que eles fazem, o tempo todo, como se quem não tem filhos já não estivesse adiando justamente porque não tem a menor paciência com crianças? <a title="Conheça 11 tipos de fotos que é melhor não publicar, sobre seus filhos" href="https://criancasatortoeadireitos.wordpress.com/2014/06/03/11-fotos-que-os-pais-nao-devem-publicar-nas-redes-sociais/">Sem contar o perigo de ficar expondo o próprio filho</a> publicamente como se ele fosse um <em>bibelô</em> e não, um ser humano.</p>
<p>&#8211; E o petista sem-noção que vem no seu status &#8220;refutar&#8221; todas as suas opiniões favoráveis ao capitalismo, como se eu tivesse muito a fim e louco pra tentar convencê-lo das minhas visões? E que não por acaso me vi obrigado a desfazer a amizade para ter um pouco de paz e liberdade no <em>facebook</em>.</p>
<p>&#8211; E a pessoa que só publica (porque só pensa nisso e se identifica) coisas sobre tristeza, angústia, recompensa divina e que demonstram o quanto ela é vítima das circunstâncias e, não por acaso, só recebe essas coisas ruins da vida?</p>
<p>&#8211; E a aquela que fez curso de fotografia, mas só compartilha fotos de si mesma?</p>
<p>&#8211; E aquele casal, ao chegar no destino da viagem, qual a primeira coisa que fazem? Publicar um álbum com todas as fotos possíveis tiradas de si mesmos em todos os pontos possíveis do lugar &#8211; ou uma sequência de imagens da viagem no <em>instagram</em>&#8230; Queridos, nós realmente gostamos muito de vocês, mas não estamos assim tão interessados na vossa <del>felicidade</del> <ins>viagem</ins>.</p>
<p>&#8211; E essa onda de vídeos que invadiram a <em>timeline</em> do <em>facebook</em>? Até hoje não consegui saber quem é que quer assistir tantos vídeos sobre tantas coisas interessantíssimas que não nos fizeram falta alguma até hoje&#8230;</p>
<p>Agora me dá licença que preciso limpar o veneno que tá escorrendo aqui 😉</p>
<h3>Instagram vai pelo mesmo caminho</h3>
<p><a href="http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/instagram-o-apice-da-idiotice-na-internet/74400/" target="_blank" rel="noopener">Neste texto</a>, o autor faz uma crítica muito necessária, semelhante a esta minha, sobre o <em>instagram</em>. Se você observar, verá na caixa de comentários que o pessoal aparentemente não gostou muito da crítica. Mas não gostou porque não entendeu que o texto é um CONVITE a auto-crítica de ALGUNS usuários com o perfil descrito no texto, e não uma crítica a todo e qualquer usuário do <em>instagram</em>.</p>
<p>Ou não sabem interpretar textos, ou talvez só tenham lido o título.</p>
<p>Acredito mais nesta segunda hipótese.</p>
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		<title>Vício em smartphones</title>
		<link>https://www.ronaud.com/bom-senso/vicio-em-smartphones/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2014 16:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
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					<description><![CDATA[Esses novos hábitos, como o vício em smartphones, principalmente entre os adolescentes e jovens é sempre assunto entre as pessoas com um pouquinho mais de noção. E esses novos (e esquisitos) hábitos podem ser divididos em dois: a desatenção com o outro, e a necessidade de atenção do outro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15365" style="width: 233px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/07/wi-fi.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-15365" class="size-medium wp-image-15365" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/07/wi-fi-223x300.jpg" alt="Sejam GENTE, pelamordedeus!" width="223" height="300" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/07/wi-fi-223x300.jpg 223w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/07/wi-fi.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 223px) 100vw, 223px" /></a><p id="caption-attachment-15365" class="wp-caption-text">Sejam GENTE, pelamordedeus!</p></div>
<p>&#8230;ou vício em ser idiota?</p>
<p>***</p>
<p>O site youpix, especializado nas <del>inutilidades</del> <ins>curiosidades</ins> da internet, comentou como o uso recente de smartphones pelas pessoas está mudando a estrutura de alguns negócios, em especial, o de restaurantes.</p>
<p>Comenta que como as pessoas costumam perder mais tempo usando os celulares durante a estada no restaurante, seja olhando o whatsapp, seja fotografando as comidas, os funcionários estão tendo que alterar algumas práticas para que tudo continue funcionando a contento.</p>
<p>Eu já caí nessa besteira de ficar fotografando comidas e bebidas para publicar no Facebook. Outros publicam no <a href="https://www.frasesdebomdia.com.br/frases-para-instagram/">Instagram</a>.</p>
<p>Fiz isso até me dar conta COMO É RIDÍCULA essa nossa necessidade de APARECER.</p>
<p>E é ridícula porque demoramos a nos dar conta que na verdade, ninguém <em>tá</em> muito a fim de saber onde você está ou o que você está comendo, por mais lindo que seja. E quando sabem, é mais provável que sintam aquela <a title="Inveja do quê, criatura" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/inveja-do-que-filho/">invejinha</a>, do que uma real felicidade pela <em>sua</em> felicidade.</p>
<p>E se você publica coisas para os outros realmente sentirem <a title="Textos sobre inveja" href="https://www.ronaud.com/sucesso/inveja-cuide-com-o-que-fala/">inveja</a> de você então certamente você está precisando de ajuda psicológica&#8230;</p>
<h3>Novos hábitos</h3>
<p>Esses novos hábitos, principalmente dos adolescentes e jovens é sempre assunto entre as pessoas com um pouquinho mais de noção.</p>
<p>Acho que esses novos e esquisitos hábitos podem ser divididos em dois: a desatenção com o outro, e a necessidade de atenção do outro.</p>
<h3>Desatenção</h3>
<p>O modo como preferem ater-se aos celulares mesmo quando estão numa ocasião social, revela seu individualismo e também, sua impaciência com os assuntos alheios e para ouvir os outros. E muito provavelmente, revela sua dificuldade de verbalizar qualquer comentário inteligível e, de conversar, meramente. Nesse sentido, o celular se tornou a grande bolha de proteção entre as pessoas e o mundo.</p>
<p>Mais uma forma de fuga, enfim.</p>
<p>Então o autor do youpix cita o termo &#8220;<em>vício em smartphones</em>&#8220;.</p>
<p>🙁</p>
<p>Eu entendo isso como vício em ser idiota (porque a mensagem que se passa é a seguinte: <em>Ai como eu sou moderno e tecnológico e ansioso e não vivo sem meu celular</em>, o que não passa de uma grandiosíssima <em>frescura</em>), porque o sujeito tem que ser muito <em>fraquinho</em> (ou mal educado) pra não conseguir compreender as situações em que está e ter o bom senso de largar o celular para dar um pouco de atenção para os outros. Já vi gente por aí dizendo que essa é a doença do nosso tempo:</p>
<p>A <em>ridiculite</em>.</p>
<h3>Necessidade de atenção</h3>
<p>Por outro lado, embora essa ~ turminha ~ esteja pouco disposta a doar sua atenção para os outros, nunca larga a necessidade de se exibir para os outros. E este hábito ou carência de atenção pode se desdobrar um pouco: Bom, todos nós gostamos e sentimos essa necessidade psicológica de compartilhar o que estamos sentindo ou pensando e mais: todos nós sentimos essa necessidade de nos sentir valorizados, seja pelo que temos, pelo que somos, pelo que sentimos ou pelo que pensamos.</p>
<p>O problema reside nos excessos. Tipo, o sujeito (ou a sujeita) não consegue redigir uma opinião qualquer, com começo meio e fim, mas vive o tempo todo compartilhando fotos: de si mesmo(a), do filho, do cachorro, do gato, da comida, da bebida, da festa, da viagem. Coisas que fazem muito sentido para si, mas quase nenhum para todos os outros contatos de sua rede social preferida.</p>
<p>Então volta-se àquela questão antiga: A pessoa quer atenção, mas não se toca que deve, primeiramente, <a href="https://www.ronaud.com/atitude/e-preciso-dar-para-receber/">oferecer algo de valor de si mesma</a>. É gente querendo demais, e pouco disposta a oferecer algo de si.</p>
<p>Falta conteúdo, sobra vontade de aparecer.</p>
<h3>Noção de prioridade, excessos e bom senso</h3>
<p>Repito: o problema está nos excessos. Compartilhar qualquer assunto desse, de vez em quando, é perfeitamente natural e legal até. Mas encher a <em>timeline</em> alheia de si mesmo na verdade enche o saco dos outros a não ser que:</p>
<p>A &#8211; Você seja muito bonito(a);</p>
<p>B &#8211; Você seja inteligente e tenha o que dizer;</p>
<p>C &#8211; Você tenha bom gosto e compartilhe coisas realmente legais;</p>
<p>Da mesma forma a atenção ao celular, que é perfeitamente legal e uma grande distração para momentos em que se está sozinho, esperando alguma coisa e etc.</p>
<p>Mas a dica é a seguinte: Se alguém estiver por perto, essa pessoa é a prioridade, nem que seja um mendigo. Se essa pessoa estiver falando com você, largue o celular imediatamente. Ele (o celular, e as besteirinhas que estão sendo compartilhadas) pode esperar. Aja como gostaria que agissem com você, que tenho CERTEZA que gosta muito que lhe ouçam quando está falando.</p>
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		<title>Ganhar dinheiro na internet é possível?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 19:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Ganhar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Honestidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[Ganhar dinheiro na internet é possível? Sim, claro que é! É possível ganhar MUITO dinheiro? Também é possível. Mas já foi mais fácil. Hoje está bem mais difícil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>As mentiras que contam pra tomar o seu dinheiro</h2>
<p>Já ganhei um bom dinheiro pela internet com o sistema <em>adsense</em>, mas atualmente estou procurando alternativas, ou um complemento, à instabilidade dos resultados do Google, da qual depende totalmente o êxito dos anúncios nos meus sites.</p>
<p>Nesta procura, tenho tentado conhecer melhor os programas de afiliados. Tem muito material disponível.</p>
<p>E muita mentira também.</p>
<h3>Ganhar dinheiro na internet é possível?</h3>
<p>Sim, claro que é!</p>
<p>É possível ganhar MUITO dinheiro? Também é possível. Eu mesmo já ganhei.</p>
<p>Mas já foi mais fácil. Hoje está bem mais difícil. Mas ainda<strong> é e sempre será possível</strong>.</p>
<p>E para isso há três caminhos possíveis:</p>
<p>1 &#8211; <strong>Vendendo publicidade em páginas que têm muito tráfego</strong>, seja em blogs, portais, fóruns, classificados, <em>farm contents</em>, páginas do facebook, perfis de twitter, instagram, listas de emails e ainda qualquer outro espaço online que reúna muitas pessoas.</p>
<p>2 &#8211; <strong>Vendendo produtos ou serviços, físicos ou digitais, <em>de terceiros</em></strong>, através de sistemas de afiliados como Lomadee ou Hotmart, divulgando através dos mesmos meios de divulgação citados no item 1.</p>
<p>3 &#8211; <strong>Vendendo produtos ou serviços, físicos ou digitais, <em>próprios</em></strong>, através de sistemas de <em>e-commerce</em> e divulgando sua loja virtual através dos meios citados no item 1.</p>
<p>A respeito dessas três formas de se ganhar dinheiro pela internet, há apenas UMA verdade: <strong>nenhuma delas é fácil</strong>. <strong><span style="color: #ff0000;">Você precisa ter muito conhecimento técnico, muito conhecimento de marketing, muito conhecimento sobre o produto que está vendendo, muita disposição para aprender através de tentativa e erro, muita paciência, mais um pouco de paciência, um certo tempo de muito trabalho e poucos ganhos, uma certa segurança financeira que o sustente até que <em>a coisa</em> deslanche e por fim, mais um tanto de paciência</span></strong> 😉</p>
<h3>Mas onde está a mentira?</h3>
<p>Eu digo.</p>
<p>Pesquisando bastante sobre sistemas de afiliados, encontrei (e já conheço desde muito tempo) muitos &#8220;cursos&#8221; que ensinam a ganhar dinheiro pela internet. Eles ensinam basicamente como fazer os itens 1 e 2 citados acima, mais detalhadamente.</p>
<p>Até aqui, tudo bem.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Mas o que não entendo, cuja pergunta fica martelando na minha cabeça a cada curso que pesquiso, é: Se sabem ganhar tanto dinheiro quanto prometem, <em>e eles prometem <strong>muito</strong></em>, por que não estão ganhando dinheiro, ao invés de ficarem ensinando os outros a ganhar dinheiro? Ora, nenhum comerciante e nenhum industrial bem sucedidos da </span><em style="line-height: 1.5em;">vida real</em><span style="line-height: 1.5em;"> ficam criando cursos onde ensinam a fazer o que fazem de modo a criarem concorrentes para si mesmos. Eles basicamente não têm tempo para isso, porque estão muito ocupados, justamente, ganhando muito dinheiro.</span></p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Só <em>na internet</em> isso acontece. Quanta generosidade&#8230;</span></p>
<p>No fim, pra mim, <em><strong>sobre raras exceções</strong></em>, tudo se resume a ganhar dinheiro ensinando a ganhar dinheiro, o que acho bastante desonesto.</p>
<h3>E tem as questões éticas</h3>
<p>Tem também esses produtos que prometem <em>emagrecimento fácil</em>, <em>perda de celulite</em>, e outras promessas do tipo, os quais são comprados, mas não resolvem o problema, já que essas resoluções exigem um empenho tal que, se a pessoa tivesse, conseguiria emagrecer sem qualquer produto. O que esses vendedores não falam em suas páginas de venda é que, o que realmente emagrece é o compromisso e a determinação da pessoa em se disciplinar, e essas disposições pessoais não se vende.</p>
<p>O que eu quero dizer é que talvez esses infoprodutos até tenham informações funcionais, mas que a maioria dos compradores não terão o compromisso pessoal e o empenho necessário para aplicar as informações e obter resultados palpáveis.</p>
<p>Sem contar essas <em>páginas de captura</em> <em>marketeiras</em> que servem unicamente para pressionar o sujeito desavisado a efetuar a ação de compra. Fique atento a esses sistemas cuja única ação possível numa página é colocar seu email num campo de texto em troca de algum <em>badulaque</em> digital qualquer, ou de receber informações sobre como ganhar dinheiro. Só há uma intenção nessa ânsia desse povo em ter o seu email: maior facilidade de lhe vender qualquer coisa no futuro. Se querem o seu email antes de tudo, é porque contam com o fato provável de que você não terá sucesso tão fácil e continuará comprando os produtos (promessas) deles.</p>
<p>Todo marketing exagerado, que passa dos limites do razoável, é aquela mentira necessária para que a venda aconteça.</p>
<p>Algumas dicas pra vocês. Nunca acreditem em frases como:</p>
<blockquote><p>&#8220;Descubra o segredo nº 1 que pessoas comuns utilizam para ganhar 500 reais por dia&#8221;</p></blockquote>
<p>Pessoas comuns não ganham 500 reais por dia, nem tem muitos segredos relevantes. Tem que ser <em>guerreiro</em> pra chegar nesse patamar de ganhos, seja no mundo real, na internet ou em marte.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vagas encerradas &#8211; Inscreva-se e avisaremos sobre novos treinamentos&#8221; ou &#8220;Inscrições limitadas&#8230;&#8221;</p></blockquote>
<p>Inscreva-se e hoje mesmo você vai receber um link para pagar o curso.</p>
<blockquote><p>&#8220;Google me paga 160 reais por hora para ficar em casa.&#8221;</p></blockquote>
<p>O Google não paga isso para ninguém ficar em casa.<a href="https://www.youtube.com/watch?v=GLWgq8E3AlA" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" src="https://wordpresslimpo.files.wordpress.com/2014/03/banner.gif" alt="dieta" border="0" /></a> Ele paga a exibição de seus anúncios em sites MUITO visualizados.</p>
<blockquote><p>&#8220;Revelados os segredos que os ricos não compartilham.&#8221;</p></blockquote>
<p>Ai meu deus! &#8230;precisa explicar? Rico é (e se mantém) rico porque é guerreiro, inteligente e esperto (às vezes mais do que devia). Se era segredo, acabei de revelar 🙂</p>
<h3>E a maior mentira de todas:</h3>
<p>Tem curso que diz que você não precisa ter conhecimento prévio de internet para fazê-lo. <em>Cara</em>, <strong>é óbvio que tem que ter sim</strong>. E os aspectos técnicos da internet não são brincadeira de criança.</p>
<p>***</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Tenho certeza que os autores desses cursos ganham muito dinheiro, mas eu não conseguiria viver disso, sem oferecer uma solução realmente efetiva para as pessoas. Esses cursos até são efetivos sim, mas apenas para os vendedores, quase sempre despreocupados com questões éticas, já que a maioria desses compradores são sonhadores que estão desesperados atrás de uma vida melhor e mais fácil, fugindo da condição de ter de trabalhar diariamente por 10 ou mais horas em troca de um salário indigno, mas que no fundo não tem habilidades técnicas, nem talento <em>pra coisa</em>.</span></p>
<p>O que eu vou dizer pode parecer arrogante e desanimador, mas é como eu vejo as coisas com base num senso prático: <strong>Se você precisa de cursos para aprender a ganhar dinheiro na internet, então ganhar dinheiro na internet não é com você. </strong>Na internet a informação está toda disponível. Há centenas de blogs e vídeos ensinando tudo.</p>
<p>Com tempo, determinação e objetividade, se aprende tudo.</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Enfim, meu ponto de vista é pessimista, sim. Mas também não concordo com essa gente que faz lucros em cima do despreparo e, principalmente, do desespero dos outros.</span></p>
<p>***</p>
<p>Atualização em 7 de junho:</p>
<p>Ok, o texto acima ficou muito pessimista. E vim aqui esclarecer. Apesar de você dever MESMO tomar cuidado com a maioria dos cursos de ganhar dinheiro na internet, há sim uns poucos cursos que valem a pena, principalmente para quem quer aprofundar conhecimentos e tem pouco tempo. Fica a sugestão: Ao escolher, fuja daqueles que prometem revelar segredos ou informações muito ocultas e valiosas, e também daqueles que prometem muito dinheiro e riqueza. São táticas <em>pega-bobo</em>. Prefira aqueles que detalham muito bem o conteúdo. É direito seu saber pelo que está pagando.</p>
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