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	<title>Infidelidade &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Mulheres e traição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Apr 2014 01:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Atração sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Infidelidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[O texto abaixo é de autoria desconhecida; Achei interessante porque a mensagem do texto bate com o que já li e ouvi por aí sobre este tema polêmico: a traição feminina. Um texto honesto de uma mulher sobre traição Depois de ler a listagem de motivos da traição masculina citados por Arnaldo Jabor, resolvi, eu, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O texto abaixo é de autoria desconhecida; Achei interessante porque a mensagem do texto <em>bate</em> com o que já li e ouvi por aí sobre este tema polêmico: a traição feminina.</p>
<blockquote>
<h3>Um texto honesto de uma mulher sobre traição</h3>
<p>Depois de ler a listagem de motivos da traição masculina citados por Arnaldo Jabor, resolvi, eu, uma mulher entre tantas, escrever aos homens revelações sobre a traição feminina.</p>
<p>Sei que não estarei relatando uma opinião unicamente minha, pois converso com outras mulheres e partilhamos de ideias semelhantes.</p>
<p><strong>Primeiro</strong>: A mulher comprometida, diferente do homem, demora mais a começar a trair. Um dos motivos é o amor que sente pelo namorado, noivo, marido, o que for. Outro motivo é “<em>o que os outros vão pensar?</em>”. É, a sociedade, mulher também é racional, apesar de vocês acharem que vivemos sob a influência de hormônios, mas somos sim racionais (em alguns dias do mês) e, quando racionalizamos, levamos vantagem, somos melhores estrategistas!</p>
<p>As que têm filhos demoram ainda mais para trair, pensam nos filhos, em como “<em>isso</em>” poderá afeta-los, na verdade, pensam mais nos filhos do que nos cônjuges, afinal, marido não é parente!</p>
<p><strong>Segundo</strong>: É bem verdade que traímos nossos homens, com homens pelos quais sentimos alguma admiração, como professores (esses são ótimos), homens mais velhos (o que eles sabem?), homens casados (por que a fulana casou com ele?) e também têm aquelas que gostam dos <em>novinhos</em> (para dar umas aulinhas e se sentir uma loba dominadora).</p>
<p>Mas, também traímos pelo sexo, (pasmem, homens!). Traímos pelo<em> prazer da carne</em>. Mulheres, também, gostam de sexo, e aí está o erro do homem comprometido, mas disso falo depois.</p>
<p>Pairam em nossas fantasias os mais diversos fetiches: sentimos tesão pelos policiais (algemas&#8230;ui!), pelos bombeiros (apaga meu fogo!), o dentista, o médico, o músico, o segurança, o lutador, o personal&#8230; ufa!</p>
<p><strong>Terceiro</strong>: Assim como o homem adora bunda grande, seios fartos e coxas grossas, nós, mulheres, adoramos uma barriga de tanquinho, braços fortes, coxas de ciclista, bumbum durinho, mãos grandes e um&#8230; você sabe!!!</p>
<p>Pois é, não é só um bom papo, vinho caro e bens materiais que levam uma mulher para a cama. Também somos fúteis nesse aspecto.</p>
<p><strong>Quarto</strong>: Mulheres, também, gostam de <em>selvagerias</em>. É. Gostam sim. Bom, nem todas, sempre têm as “<em>cu doce</em>”, mas, se não quer ser corno, não espere sua esposa te dar as dicas de onde beijar, onde morder e mais importante, onde chupar!!!</p>
<p>Se você não pegar ela de jeito, ela vai ser pega por outro e, não pense que ela traiu porque está apaixonada por outro. Não, são os hormônios e eles são incontroláveis, até para nós. Somos como animais, entramos no cio.</p>
<p>Mas mesmo que ela sinta necessidade hormonal de te trair, perdoe-a, pois ela ainda te ama, afinal, assim como você, não pode controlar a natureza.</p>
<p><strong>Quinto</strong>: com o advento da internet ficou mais fácil trair, tudo tem senha e nós até sabemos apagar cookies. Os chats são um prato cheio, entramos com Nicks bem distintos: Ksadinha_carente, Noiva-Safada, M_afimDeSacanagem etc, somos criativas, bom, homem não pode ver mulher entrando no chat, ainda melhor se for comprometida (menos chances de compromisso). Do chat pulamos para o <em>msn</em>, lá podemos ver fotos e até uns showzinhos na webcam. Se valer a pena, marcamos algo, sempre em horários fora de suspeita, de preferencia durante o dia, no intervalo do trabalho ou no horário da academia, ou ate matando uma aula de culinária.</p>
<p><strong>Sexto</strong>: Mulher quando conhece um cara bom de cama, aquele que vira ela do avesso, gosta de manter as escapadelas com o mesmo gostosão por um bom tempo. Alguns duram anos, mas não porque estamos apaixonadas, mas sim porque gostamos de qualidade e, achar um homem que faz tudo na cama está difícil. A maioria são amadores e não falam o que gostamos de ouvir na <em>hora “H”</em>, e não falo do “eu te amo”, ou “você é linda”, falo dos nomes sujos mesmo.</p>
<p>Então, acho que é isso, escreveria mais, mas acho que daria tudo de bandeja para os <em>marmanjões</em>, mas uma coisa vocês têm que saber: abram seus olhos, nós também traímos!</p></blockquote>
<p>Autoria desconhecida</p>
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		<title>Paixão e Idealização</title>
		<link>https://www.ronaud.com/bom-senso/segure-a-sua-imaginacao-ou-nao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2011 04:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[Amor impossível]]></category>
		<category><![CDATA[Amor romântico]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Decepção]]></category>
		<category><![CDATA[Falando sobre Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Idealismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[Trecho que descreve como Ema, a Sra. Bovary, lidava a certa altura com o tédio e a frustração em relação à figura de seu amante Léon. A realidade nunca batia com sua intensa imaginação quando distante dele.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trecho do magnífico Madame Bovary, de <a href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/gustave-flaubert">Gustave Flaubert</a> (grifos e  parênteses explicativos meus):</p>
<blockquote>
<div id="attachment_16789" style="width: 260px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16789" class="wp-image-16789" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2011/05/ema-bovary-300x300.jpg" alt="Sonhadora" width="250" height="250" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2011/05/ema-bovary-300x300.jpg 300w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2011/05/ema-bovary-150x150.jpg 150w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2011/05/ema-bovary.jpg 500w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /><p id="caption-attachment-16789" class="wp-caption-text">Sonhadora</p></div>
<p>Mas como desembaraçar-se (de seu amante)? Além disso, por mais que a humilhasse a baixeza de tal ventura (a traição), estava presa a ela pelo hábito ou por corrupção; e a cada dia se lhe agarrava mais, <strong>exaurindo toda a felicidade à força de a querer muito grande</strong>. Acusava Léon (o amante) das suas esperanças malogradas, como se ele a tivesse atraiçoado; e desejava até uma catástrofe que trouxesse consigo a separação, visto não ter ela a coragem de se decidir.</p>
<p>Nem por isso deixou de continuar a escrever-lhe cartas amorosas, obedecendo à idéia de que uma mulher deve sempre escrever ao amante.</p>
<p>Mas, ao escrever, tinha no espírito <strong>outro</strong><strong> homem, um fantasma composto das suas mais ardentes lembranças, das suas leituras mais belas, das suas mais fortes ansiedades</strong>; e afinal este se tornava tão verdadeiro e acessível, que Ema palpitava por ele, maravilhada, sem contudo poder imaginá-lo claramente, tanto ele se perdia, como um Deus, na abundância dos atributos. Habitava na região azulada em que as escadas de seda se balouçam pendentes dos balcões, ao aroma das flores e ao luar. Sentia-o junto de si, ia aparecer-lhe e arrebatá-la toda em um beijo. <strong>Depois sofria uma grande queda e tudo se despedaçava</strong>; porque aqueles impulsos de amor vago a fatigavam mais que a lascívia da libertinagem.</p></blockquote>
<p>O trecho acima descreve como Ema, a Sra. Bovary, lidava a certa altura com o tédio e a frustração em relação à figura de seu amante Léon. Resumindo, a realidade nunca <em>batia</em> com sua intensa imaginação quando distante dele.</p>
<p>Creio que todo apaixonado já se confrontou com uma realidade um tanto menos atraente ao encontrar o ser amado depois de algum tempo.</p>
<p>Para nossa paixão idealizadora, somos inaceitavelmente imperfeitos.</p>
<p>Pior para nossa paixão.</p>
<p>Porém tal fenômeno da imaginação subsiste sob qualquer tema da vida. Em nossa imaginação, tudo é melhor, mais vívido, perfeito; todo contraste é mais intenso, todo sentimento é deliciosamente saboreado.</p>
<p>E a realidade, todos deveríamos ter sempre em mente, nunca é tão linda, tão intensa, tão romântica.</p>
<p>A realidade é imperfeição, interrompida esporadicamente por nossos sonhos de imaginosa perfeição.</p>
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		<title>Traição: Desculpa aí, tá?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 20:53:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bom senso]]></category>
		<category><![CDATA[Civilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desculpismo]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
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		<category><![CDATA[Traição]]></category>
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					<description><![CDATA[Muito se lembra do nosso comportamento natural e instintivo para justificar certos comportamentos atuais que de uma forma ou de outra são indesejados pela sociedade. Mas isso não seria apenas uma justificativa para se permanecer no erro?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente uma dúvida tem me aparecido com frequência. Até que ponto a natureza deve servir de critério para nossas decisões? Explico:</p>
<p>Muito se usa, aqui e ali, do nosso comportamento natural para justificar certos comportamentos atuais que de uma forma ou de outra são indesejados pela sociedade. Vamos usar por exemplo a suposta promiscuidade masculina, tão alardada como consequência de fatores genéticos. Ou seja, costuma-se dizer que homens traem mais (o que é discutível) porque este impulso está nos genes, e que esse comportamento contemporâneo foi herdado dos nossos ancestrais que seguiam o instinto deixando o maior número possível de sucessores, para se perpetuar a espécie.</p>
<p>Mas cá entre nós, por mais que seja verdade, esse argumento / justificativa não tem um quê de canalhice? Imagine a situação: A mulher pega o cara no flagra com outra e ele poderia simplesmente chegar e dizer: &#8220;Olha, eu não fiz isso por mal, está nos meus genes, você precisa entender que é para o bem da espécie que eu espalhe os meus genes para o maior número possível de sucessores. Lamento muito por sua condição. Desculpa aí tá?&#8221;</p>
<p>Embora esse argumento genético seja usado como álibi machista, eu na verdade vejo que A NATUREZA de forma geral É MACHISTA. Mas ainda assim fica a questão: Mesmo que a natureza humana seja preponderantemente machista, até que ponto devemos seguí-la levando-se em conta que algumas tendências naturais do nosso comportamento fazem alguns de nós sofrer? Até que ponto o que nos é &#8220;natural&#8221; é correto?</p>
<p>Será que não fomos dotados de razão justamente para superarmos ou ao menos educarmos nossos instintos naturais?</p>
<p>Quer dizer, toda a sociedade se organiza de modo racional para otimizar os recursos disponíveis para a sobrevivência e para permitir um mínimo de paz a cada um. Mas na hora do <em>bem bom</em>, esquecemos toda a civilidade e dizemos que os genes foram mais fortes.</p>
<h3>A eterna tensão de <em>ser</em> humano</h3>
<p>Já comentei aqui que não adianta procurarmos por estabilidade, porque <em>ser</em> humano significa estar sempre sob tensão.</p>
<p>Ora alegre, ora triste. Ora preguiçoso, ora estimulado. Ora ambiciosos, ora frugais.</p>
<p>E por aí vai.</p>
<p>O caso acima é apenas um em meio a toda uma miríade de nuances tocantes aos relacionamentos e a convivência. Se seguimos nossos instintos, somos julgados e condenados. Se reprimimos nossos impulsos pela ética e pela educação, enlouquecemos.</p>
<p>E aí, como se faz?</p>
<p>***</p>
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