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	<title>Feminilidade &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Uma crítica ao feminismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2014 22:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O feminismo é um fenômeno social interessante. Todo homem pode aprender muito com feministas. Mas como em todo movimento, sempre há os mais flexíveis e ponderados, e os mais ortodoxos. E as feministas ortodoxas realmente exageram. Elas jamais vão admitir, mas exageram porque não estão defendendo as mulheres, estão sim, contra os homens. Há vitimismo, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O feminismo é um fenômeno social interessante. Todo homem pode aprender muito com feministas. Mas como em todo movimento, sempre há os mais flexíveis e ponderados, e os mais ortodoxos. E as feministas ortodoxas realmente exageram. Elas jamais vão admitir, mas exageram porque não estão defendendo as mulheres, estão sim, contra os homens. Há vitimismo, ódio, rancor e ressentimento em seu discurso. E acho que é nisso que falham, e por isso o movimento feminista não avança, e perde força, inclusive entre as próprias mulheres, que seriam as mais interessadas na coisa toda: Por que elas, as mulheres, AMAM os homens, apesar de todos os seus problemas e defeitos.</p>
<p>Este <a href="https://www.facebook.com/rodrigo.simonsen/posts/10152048343386848" target="_blank" rel="nofollow">texto de Rodrigo Simonsen</a> expõe melhor a situação, os grifos são meus:</p>
<p>***</p>
<blockquote><p>Se há algo que enche meu peito de felicidade, é saber que o Dia Internacional das Mulheres não dura mais que um dia. É tanta saliva a escorrer pelos queixos, são tantos joelhos rotos, são tantas manifestações cínicas de admiração irrestrita, que eu, deste lado da peleja, abocanho um pedaço de pernil e custo a entender por que meus parceiros de cromossomo Y agem como agem. Incluam-me fora, rapazes. O verdadeiro homem sabe que nenhuma mulher merece veneração gratuita, de antemão, sem nada provar.</p>
<p>E quem surgiu com esta ideia de toda mulher é digna de reverência, independentemente de suas maneiras, atitudes, atos e omissões? Bingo! As feministas. Bom trabalho, meninas. Vocês estão vencendo o jogo. Infelizmente, o mesmo não se pode dizer das demais mulheres.</p>
<p>Antes de alisar o buço, digam cá: como conseguiram convencê-las de que eram suas aliadas e defensoras dos seus direitos? Tacada de mestre. Ser contrário ao movimento feminista virou ser contrário às mulheres em si e ao progresso da História. Mas após décadas de lingerie em brasa, não parece difícil perceber que, a bem da verdade, ninguém agiu em nome da liberdade ou da igualdade coisíssima alguma. As forças ocultas, às vezes bastante escancaradas, que motivaram cada um de seus passos continham <strong>um profundo ódio ao sexo masculino</strong> – lembram-se de Valerie Solanas e seu mimoso manifesto que pregava a destruição de todos os homens? –, um profundo ódio às religiões tradicionais e uma profunda defesa de um grupo muito, muito específico de mulheres, bastante distante das nossas mães, tias, avós ou primas.</p>
<p>Constantemente ofendidas. Constantemente ofensivas.</p>
<p>Mulheres são de Vênus; homens são do inferno.</p>
<p>Se os gêneros são essencialmente diferentes, é natural que gravitem em torno de interesses diferentes, não? Mas elas quiseram tudo. Era hora de fazer o que um homem faz, só que melhor. E o que restou <em>pour les femmes</em>? O pior dos dois mundos. O feminismo não aliviou nenhuma das obrigações tradicionais das mulheres – exceto qualquer uma que envolvesse decência, resguardo ou comedimento – e tratou de adicionar uma série de outras obrigações que costumavam repousar tranquilas no colo masculino. Agora todos podemos ter chefes insuportáveis. Baita avanço.</p>
<p>Não admira a popularidade inicial do movimento, contudo. Falar em liberdade soa como falar contra a repressão. Soa bonitinho. Ninguém gosta de repressão, em tese. No final das contas, vimos mesmo uma bela liberdade, sim, de regras, responsabilidades, compromissos, tradições, valores morais, convenções e de qualquer elemento que pudesse incomodar seus ânimos. <strong>E dos maridos, claro, estes malvados dominadores</strong>. E dos filhos, claro, que atrapalham meus planos e são um peso no orçamento.</p>
<p>Sem melindres, invadiram nossos bares, nossos jogos esportivos e até nossos guarda-roupas, eliminando qualquer tentativa de vínculo fraternal entre os membros do nosso sexo. Em nome de uma suposta independência (“Uma mulher sem um homem é como um peixe sem uma bicicleta”, não é?), fomos tachados de inúteis, preguiçosos, naturalmente violentos – e isto os melhores de nós! Os demais ainda eram molestadores, crápulas, e não faltaram acusações, a maioria absolutamente falsa, de assédio sexual ou estupro. Como se não bastasse, promoveram um sistema judicial e cultural que não dá incentivo algum para que o homem se case, tenha filhos e possa, enfim, amadurecer e crescer. É mais fácil pedir um divórcio do que comprar um apartamento. Pais contra filhos, filhos contra pais, maridos contra esposas, esposas contra maridos; temos nitroglicerina, sim, senhoritas.</p>
<p>E não podemos nos esquecer da cereja do bolo: aborto legal, “seguro” e nada raro, garantido por lei e estimulado por muitos Estados, salvo seja. Foi-se gradativamente <em>coisificando</em> o feto e paulatinamente transformando mulheres normais em assassinas seriais. Que agora se fale em “aborto pós-natal” não chega a surpreender os mais atentos, que sempre sentiram o cheiro da carnificina. Mas nunca deixa de ser chocante quando uma ideia genocida é apresentada com requintes de matéria científica. Aquele senhor do bigode quadrado não faria melhor.</p>
<p>“Mesmo depois disso tudo, as mulheres de hoje são muito mais felizes”, você me diz. (Mentira, eu que disse, mas você entendeu o efeito retórico.) Não, não são. Segundo o National Bureau of Economic Research, sediado em Cambridge, a felicidade das mulheres despenca ladeira abaixo, ano após ano, rolando com a força da desorientação generalizada.</p>
<p>Antes que as feministas se expressem com as quatro patas, digo que não aceito ser chamado de reacionário – o que sou, mas não vem ao caso. Ninguém aqui promove uma volta ao passado, muito menos qualquer tipo escravidão. Parem com esse tipo de bobagem de “dominação masculina”, de uma vez por todas. Queremos lutar nas guerras, para que haja paz em casa. Queremos pagar pelo seu <em>boeuf bourguignon</em> com batatas <em>sautée</em>. Queremos congelar ao lado do Leonardo DiCaprio quando o navio afunda. Queremos tirar nossa felicidade do sacrifício e da dedicação. Queremos, acima de tudo, amar as mulheres de verdade, até o limite do amor possível.</p>
<p>Não me falta consciência de que a vida sempre teve mais de inferno que de paraíso. Dificuldades foram criadas. Relações de poder foram estabelecidas. Excessos foram cometidos. Se o tempo não anda pra trás, precisamos ao menos ver quem perdeu e quem ganhou, quais são nossos aliados verdadeiros e aqueles (ou aquelas) que só fingem estar do nosso lado, e resgatar aquilo que caiu de nossas consciências no meio do caminho. É hora de submeter os sentimentos à razão. É hora de perceber <strong>os limites da igualdade</strong> e restabelecer um equilíbrio natural entre os sexos. É hora de deixar o homem ser homem e a mulher ser mulher. E, acima de tudo, é hora de decretar o fim do <em>pole dance</em> como esporte.</p></blockquote>
<div id="attachment_14835" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/05/feminismo-pra-que-te-quero.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-14835" class="size-full wp-image-14835" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/05/feminismo-pra-que-te-quero.jpg" alt="Para ponderar" width="400" height="600" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/05/feminismo-pra-que-te-quero.jpg 400w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/05/feminismo-pra-que-te-quero-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><p id="caption-attachment-14835" class="wp-caption-text">Para ponderar</p></div>
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		<title>Mulheres: Cabelo bonito é cabelo natural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 17:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelos]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade e Propaganda]]></category>
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					<description><![CDATA[Havia um comercial de um aparelhinho que faz cachos em cabelos lisos, da Polishop, me deixava revoltado. Durante ANOS as mulheres viveram a ditadura da chapinha. O liso era a regra. A mulherada menos crítica é bobinha, acredita, vai na onda, sofre por não ter os cabelos lisos naturalmente e gasta horrores para mantê-los lisos. Então [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Havia um comercial de um aparelhinho que faz cachos em cabelos lisos, da Polishop, me deixava revoltado.</p>
<p>Durante ANOS as mulheres viveram a <em>ditadura da chapinha</em>. O liso era a regra.</p>
<p>A <em>mulherada</em> menos crítica é <em>bobinha</em>, acredita, <em>vai na onda</em>, sofre por não ter os cabelos lisos naturalmente e gasta horrores para mantê-los lisos.</p>
<p>Então algum <em>estilista </em>que ninguém conhece<em>,</em> de algum lugar distante, decide que cabelos lisos <em>não servem mais</em>, e começa a dizer que a regra são os cabelos ondulados.</p>
<p>E então vem a Polishop com a seguinte frase:</p>
<blockquote><p>&#8220;Para você que está cansada dos seus cabelos lisos e sem graça, apresentamos o produto tal tal tal&#8221;</p></blockquote>
<p>Como assim, &#8220;sem graça&#8221;?</p>
<p>Então nesse tempo todo, enquanto a moda era o cabelo liso, as mulheres gastaram para deixarem os cabelos <em>sem graça</em>?</p>
<p>Eu acho que esse tipo de comercial que desqualifica as características naturais das pessoas, e as influencia a sentirem-se inadequadas, deveria ser PROIBIDO.</p>
<p>Espero que as mulheres tenham cada vez mais consciência do quanto são escravas da moda.</p>
<p>E que se libertem.</p>
<p>A beleza está na naturalidade.</p>
<p>É preciso saber usar bem (e cuidar bem) do que se tem, e não tentar ser o que não se é.</p>
<p>Particularmente, mulheres jovens que mantem os cabelos naturais, e mulheres de mais idade que assumem o grisalho ganham meu respeito instantaneamente.</p>
<p>Nem preciso conversar com elas pra saber que estão mandando essa moda mercenária <em>à m*rda</em>.</p>
<h3>Pra você entender bem</h3>
<p>O cabelo é seu e você faz com ele o que você quiser. Mas que seja por você, por um estilo próprio, e não influenciada por comerciais ridículos cuja intenção completamente anti-ética é lhe deixar mal consigo mesma, para movê-la a gastar seu dinheiro com eles. Se seus cabeços são lisos, eles não são sem graça. São apenas lisos, e tem uma graça particular, assim como os ondulados e os crespos.</p>
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		<title>O existencialismo é um equívoco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 14:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Cegueira intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[Equívocos]]></category>
		<category><![CDATA[Espiritualismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Na prática a teoria é OUTRA]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento crítico]]></category>
		<category><![CDATA[Vidas passadas]]></category>
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					<description><![CDATA[O problema do pensamento contemporâneo é que ele confere muita autoridade para conceitos absolutamente equivocados. Como esta frase abaixo de Simone de Beauvoir, por exemplo. Não se nasce mulher: torna-se. Com base nos conhecimentos espiritualistas, entendo que todos já nascem homens ou mulheres, PORÉM de modo independente do órgão genital que trazem em seus corpos. É só [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O problema do pensamento contemporâneo é que ele confere muita autoridade para conceitos absolutamente equivocados. Como esta frase abaixo de <em>Simone de Beauvoir</em>, por exemplo.</p>
<blockquote><p>Não se nasce mulher: torna-se.</p></blockquote>
<p>Com base nos conhecimentos espiritualistas, entendo que todos já nascem <em>homens</em> ou <em>mulheres</em>, <em>PORÉM</em> de modo independente do órgão genital que trazem em seus corpos. É só ver como seres geneticamente <em>machos</em> passam a se comportar de modo completamente <em>feminino</em> depois de certa idade (quando a sexualidade se manifesta) e opostamente, como seres geneticamente <em>fêmeas</em> se comportam como &#8220;homens&#8221; depois de certa idade.</p>
<p>Não me parece algo que surja assim, voluntariamente, como se ali pelos 12 ou 13 anos de idade o menino pare e formalize: &#8220;<em>Então tá</em>, quando eu crescer, vou ser homem&#8221;.</p>
<p>Não é algo que o indivíduo escolha deliberadamente para tornar-se, como quem escolhe uma profissão.</p>
<p>O pensamento contemporâneo acredita que conceitos de <em>masculino</em> e <em>feminino</em> são construções sociais. Certamente são. Contudo, eu já vejo que esses conceitos transcendem a existência material.</p>
<p><strong>É algo que fica na alma.</strong></p>
<p>O problema é admitir isso com base na <em>filosofia existencialista</em>, que a meu ver, é <a title="Pois é" href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/existencialismo/">outro equívoco grotesco do panorama intelectual contemporâneo</a>, já que prega que a essência espiritual do homem se constrói <em>após</em> a formação e nascimento do corpo. Para o existencialista, a alma não existe antes do nascimento, é algo que, se existe, se forma junto ao desenvolvimento da personalidade do indivíduo.</p>
<p>É uma visão amplamente aceita, que fundamenta muito do ceticismo contemporâneo quanto a manifestações espirituais, porém também amplamente equivocada, <a title="Que provas mais você quer?" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/provas-que-tipo-de-provas-voces-querem/">dadas as inúmeras manifestações espirituais </a>que ocorrem o tempo todo mundo afora e que o paradigma materialista, por não saber lidar com elas, rotula insegura e preguiçosamente como <a href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/materalismo-um-paradigma/"><em>anomalias</em></a>.</p>
<p>Quando as anomalias ocorrem com muita frequência e por todo o mundo, então não são anomalias, são fenômenos desconhecidos.</p>
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		<title>Menos, mulheres. Menos&#8230;</title>
		<link>https://www.ronaud.com/arte-de-viver/menos-mulheres-menos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2013 06:54:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Intimidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é novidade que o maior problema contemporâneo das mulheres sejam os homens. Mas o que as mulheres querem dos homens? A autora Laura Knipis em seu livro Coisa de Mulher responde brilhantemente: &#8220;Pergunta: O que é esta demanda crucial que os homens deveriam suprir, para fechar as fissuras no bem-estar feminino? Resposta: O que quer que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade que o maior problema contemporâneo das mulheres sejam os <em>homens</em>.</p>
<p>Mas o que as mulheres querem dos homens?</p>
<p>A autora Laura Knipis em seu livro <em>Coisa de Mulher</em> responde brilhantemente:</p>
<blockquote><p>&#8220;Pergunta: O que é esta demanda crucial que os homens deveriam suprir, para fechar as fissuras no bem-estar feminino?</p>
<p>Resposta: O que quer que esteja sendo exigido deles no momento. Ou seja : <em>mais</em> compromisso, <em>mais</em> sensibilidade, <em>mais</em> eu-te-amos; <em>mais</em> trabalho doméstico, intimidade, atenção&#8230;</p>
<p>O que as mulheres querem dos homens?</p>
<p><strong><em>Mais</em></strong>.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 1998 17:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Admiração]]></category>
		<category><![CDATA[Confusão]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
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					<description><![CDATA[De 01 de novembro de 1998. *** Seu severo olhar, penetrante, agudo Recua o meu, admirar, consciente Seu tocar, suave, é feminino, maduro Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro Com seu brilho, e poder, és envolvente Poder de sua mente, inacessível reduto Poder passional, por isso, imponente Imponente a mim, fascinante ao mundo Você ? [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 01 de novembro de 1998.</p>
<p>***</p>
<p>Seu severo olhar, penetrante, agudo<br />
Recua o meu, admirar, consciente<br />
Seu tocar, suave, é feminino, maduro<br />
Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro</p>
<p>Com seu brilho, e poder, és envolvente<br />
Poder de sua mente, inacessível reduto<br />
Poder passional, por isso, imponente<br />
Imponente a mim, fascinante ao mundo</p>
<p>Você ? É mais do que tudo<br />
É toda ilustre, a olhos quaisquer<br />
Em sua presença, fico mudo<br />
Fico pronto, para o que der e vier</p>
<p>Por Você, penso mil coisas, me iludo<br />
Me confundo, acho que Você me quer<br />
Com sua voz, suave veludo<br />
Conduz-me, vai, seja o que Você quiser<br />
Perto de Você, preciso de um escudo<br />
Ou me ofusco, me ofuscas, é teu brilho de mulher</p>
<p>/ Ronaud Pereira /</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/"><span style="color: #444444;">Veja outros poemas</span></a></p>
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