<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Encanto &#8211; RONAUD.com</title>
	<atom:link href="https://www.ronaud.com/tag/encanto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.ronaud.com</link>
	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Nov 2023 03:56:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>
	<item>
		<title>As mulheres da minha vida</title>
		<link>https://www.ronaud.com/musica/as-mulheres-da-minha-vida/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/musica/as-mulheres-da-minha-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 05:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Admiração]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Ironia]]></category>
		<category><![CDATA[Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=20112</guid>

					<description><![CDATA[Uma ironia sobre o que mais me atrai em mulheres e que desaguou na voz poderosa de Cristina Gatti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acredito que todos <em>tem lá, suas manias</em>, obstinações e fixações (ou fraquezas).</p>
<p>Principalmente em relação ao tipo de pessoas com quem costuma se identificar, e, eventualmente, se apaixonar; e em relação às peculiaridades dessas pessoas que nos encantam.</p>
<p>No meu caso, essa peculiaridade é a <a href="https://www.ronaud.com/saude/a-importancia-da-nossa-voz-dia-mundial-da-voz/">voz</a>.</p>
<p>Todas as mulheres por quem me apaixonei na vida, e que foram três até o momento, tinham algo especial em suas vozes.</p>
<p>As duas primeiras, tinham vozes graves.</p>
<p>Era um vozeirão feminino, gostoso de ouvir, voz de quem sabe o que quer.</p>
<p>A terceira, com quem me casei, tem uma voz delicadíssima, suave, resultado de uma personalidade virginal, pura e <em>nourrisson</em>.</p>
<p>Mas eu tenho cometido <em>traições</em>, confesso.</p>
<p>Conheci uma quarta mulher, fantástica, cuja voz, É CLARO, me fascinou desde a primeira <em>audição</em> e costuma me seduzir sem dó, toda vez que a ouço&#8230;</p>
<p>&#8230;e o nome dela é Cristina.</p>
<p>Já falei dela <a href="https://www.ronaud.com/musica/postmodern-jukebox/">aqui</a> e como não pode deixar de ser, como todo <em>apaixonado</em> só fala de sua <em>paixão</em>, volto aqui a dedicar um <em>post</em> especial só para ela:</p>
<h2>Cristina Gatti</h2>
<p>Cristina é filha de um holandês com uma mulher filipina. Possui uma voz inacreditavelmente semelhante à voz de Amy Winehouse. Canta usualmente nos melhores bares de jazz dos Estados Unidos e participa do cast rotativo do grupo de jazz contemporâneo <a href="https://www.ronaud.com/musica/postmodern-jukebox/">PostModern Jukebox</a>.</p>
<p>Abaixo, segue todos os seus vídeos já gravados com o grupo.</p>
<h3>Stay with me</h3>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/Ex8NBCuwcdA" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Drunk in love</h3>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/NtyoC7KuBDY" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Sweater Weather</h3>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/NFpfCD3g18w" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Someday</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/Mwuq8GI8LME" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Womanizer</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/4d1JrJtKqAQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Love me harder</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/AGctbQ0OxOY" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Cazamiga (Burn)</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/LZY9_Xr5XPA" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/musica/as-mulheres-da-minha-vida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Olhos de Cigana Oblíqua e Dissimulada</title>
		<link>https://www.ronaud.com/amor/olhos-de-cigana-obliqua-e-dissimulada/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/amor/olhos-de-cigana-obliqua-e-dissimulada/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 04:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=19988</guid>

					<description><![CDATA[Trecho do clássico momento da literatura brasileira onde Bentinho descreve os olhos de ressaca de Capitu.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19989" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19989" class="wp-image-19989" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/bentinho-e-capitu-1024x576.jpg" alt="Cena da minissérie Capitu, de Luiz Fernando Carvalho - Capitu (Letícia Persiles) e Bentinho (César Cardadeiro) | Divulgação" width="670" height="377" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/bentinho-e-capitu-1024x576.jpg 1024w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/bentinho-e-capitu-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /><p id="caption-attachment-19989" class="wp-caption-text">Cena da minissérie Capitu, de Luiz Fernando Carvalho &#8211; Capitu (Letícia Persiles) e Bentinho (César Cardadeiro) | Divulgação</p></div>
<p>O trecho abaixo é o clássico momento da literatura brasileira onde Bentinho descreve os “olhos de ressaca” de Capitu:</p>
<blockquote><p>Tinha-me lembrado a definição que José Dias dera deles, <strong>“olhos de cigana oblíqua e dissimulada.” Eu não sabia o que era obliqua, mas dissimulada sabia, e queria ver se podiam chamar assim. Capitu deixou-se fitar e examinar. Só me perguntava o que era, se nunca os vira, eu nada achei extraordinário; a cor e a doçura eram minhas conhecidas.</strong> A demora da contemplação creio que lhe deu outra idéia do meu intento; imaginou que era um pretexto para mirá-los mais de perto, com os meus olhos longos, constantes, enfiados neles, e a isto atribuo que entrassem a ficar crescidos, crescidos e sombrios, com tal expressão que…</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-19990" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/olhos-de-capitu.jpg" alt="" width="640" height="302" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/olhos-de-capitu.jpg 640w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/olhos-de-capitu-300x142.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. <strong>Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. </strong>É o que me dá idéia daquela feição nova. <strong>Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei-me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros, mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me.</strong> Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo aos bem-aventurados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terão padecido no inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terão gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do inferno. Este outro suplício escapou ao divino Dante; mas eu não estou aqui para emendar poetas. Estou para contar que, ao cabo de um tempo não marcado, agarrei-me definitivamente aos cabelos de Capitu, mas então com as mãos, e disse-lhe,–para dizer alguma cousa,–que era capaz de os pentear, se quisesse.</p>
<p><strong>Machado de Assis</strong> em seu livro “Dom Casmurro”</p></blockquote>
<h3>Vídeo</h3>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/RTlXCY9khTY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/amor/olhos-de-cigana-obliqua-e-dissimulada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amor de penumbra</title>
		<link>https://www.ronaud.com/amor/amor-de-penumbra/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/amor/amor-de-penumbra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 18:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=15265</guid>

					<description><![CDATA[Já te amei tanto pelos traços lindos do teu rostinho pequeno e pelas curvas ligeiras do teu meio sorriso, faceiro que ainda não acredita que tanto amor exista Já te amei tanto por caminhos confusos e pelos contornos difusos dos teus cabelos, no escuro da penumbra, dos encontros dos sussurros, que se perdem onde só me encontro Já te [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já te amei tanto<br />
pelos traços lindos<br />
do teu rostinho pequeno<br />
e pelas curvas ligeiras<br />
do teu meio sorriso, faceiro<br />
que ainda não acredita<br />
que tanto amor exista</p>
<p>Já te amei tanto<br />
por caminhos confusos<br />
e pelos contornos difusos<br />
dos teus cabelos, no escuro<br />
da penumbra, dos encontros<br />
dos sussurros, que se perdem<br />
onde só me encontro</p>
<p>Já te amei tanto<br />
E continuo amando<br />
Entre gargalhadas e lágrimas<br />
Entre o longe e o beijo<br />
Entre o açoite e o encanto<br />
Entre o dia e a noite<br />
Entre&#8230; e me ame!</p>
<p>/ Ronaud Pereira /</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/">Veja outros poemas</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/amor/amor-de-penumbra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A belíssima inspiração grega</title>
		<link>https://www.ronaud.com/pensamentos/a-belissima-inspiracao-grega/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/pensamentos/a-belissima-inspiracao-grega/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2013 02:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Romantismo]]></category>
		<category><![CDATA[Visão de mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=12898</guid>

					<description><![CDATA[Normalmente tenho dificuldade de acreditar que antigamente as coisas eram melhores. Mas há uma exceção: Creio que o modo como gregos e romanos interpretavam o mundo era muito mais rico e interessante do que o modo como o interpretamos atualmente. Naquelas épocas, o que hoje vemos como um bólido rochoso e luminoso durante as noites [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12899" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-12899" class="size-medium wp-image-12899  " title="Selene correndo para o seu amado" alt="Selene correndo para o seu amado" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/09/lua-300x168.jpg" width="300" height="168" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/09/lua-300x168.jpg 300w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/09/lua-1024x576.jpg 1024w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/09/lua.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-12899" class="wp-caption-text">Selene correndo para o seu amado</p></div>
<p>Normalmente <a href="https://www.ronaud.com/sociedade/mundo-decadente/">tenho dificuldade de acreditar que antigamente as coisas eram melhores</a>.</p>
<p>Mas há uma exceção: Creio que o modo como gregos e romanos interpretavam o mundo era muito mais rico e interessante do que o modo como o interpretamos atualmente.</p>
<p>Naquelas épocas, o que hoje vemos como um bólido rochoso e luminoso durante as noites &#8211; a Lua &#8211; era para eles uma Deusa, a deusa Selene. Ela possuia uma carruagem de bois brancos que a conduziam pelos céus noturnos, recebida de presente de seu amante Pã.</p>
<p>Mas depois ela teve um outro amante. o jovem e formoso caçador, Endímion. A pedido de Selene, Zeus prometeu a Endímion atender-lhe de imediato a um desejo, por mais difícil que fosse. Ele pediu um sono eterno, para que pudesse permanecer jovem para sempre.</p>
<p>Maravilhosamente belo, permanecia adormecido na encosta de uma montanha no Peloponeso. Noite após noite, Selene descia atrás do monte para visitá-lo e cobri-lo de beijos.</p>
<p>Então, para os gregos, a Lua não sumia atrás dos montes todas as noites porque ela é um corpo rochoso que gira sonolento em torno da Terra.</p>
<p>Ela era sim, uma deusa apaixonada que se escondia ansiosa atrás das montanhas para encher seu amado de beijos.</p>
<p>***</p>
<p>Saiba mais sobre <a title="Fonte" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Selene" target="_blank">Selene</a>, ou sobre sua correspondente romana <a title="Fonte" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luna_(deusa)" target="_blank">Luna</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/pensamentos/a-belissima-inspiracao-grega/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A magia nossa de cada dia</title>
		<link>https://www.ronaud.com/espiritualidade/a-magia-nossa-de-cada-dia/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/espiritualidade/a-magia-nossa-de-cada-dia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bonitos]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência espiritual]]></category>
		<category><![CDATA[Magia]]></category>
		<category><![CDATA[Otimismo]]></category>
		<category><![CDATA[Palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Sensibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Significados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=545</guid>

					<description><![CDATA[Perceba a magia que há a nossa volta e que não vemos. A grandeza do mundo e a complexa sociedade que construímos. A auto-regulação perfeita e equilibrada da natureza. A maravilha que é nosso corpo e nossa mente e nossa capacidade infinita de fazermos o bem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O pior que um ser humano pode se permitir é se <em>acostumar</em></strong>. Em <a title="Clique e leia minha opinião sobre o livro O Mundo de Sophia" href="https://www.ronaud.com/livros/resenha-e-critica-do-livro-o-mundo-de-sofia/">O Mundo de Sophia</a> &#8211; um livro que não se esquece &#8211; <a title="Frases de Jostein Gaarder" href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/jostein-gaarder">Jostein Gardner</a> nos mostra que uma das primeiras e mais importantes qualidades de um filósofo é não se acostumar com as coisas. É como mantermos conosco aquele nosso olhar curioso de criança, sempre disposto a querer saber mais, para quem tudo é novidade. Olhar este que nós, os &#8220;adultos&#8221; deixamos para trás, ensimesmados contra o tédio nosso de cada dia.</p>
<p>No círculo no qual nós (os adultos) nos fechamos crendo sempre que as coisas poderão ficar piores, envoltos pelas paredes sem vida de nossos lares, com nossa atenção voltada para a televisão, incapazes de observar o lento deslize das nuvens num céu azul, de fechar os olhos diante do mar e nos perdemos naquele ruído reconfortante das ondas chegando à areia, ou mesmo de nos maravilharmos com a criança descobrindo, passo a passo as maravilhas da vida, enfim, <strong>deixamos de perceber o mais fascinante</strong>.</p>
<p>Já se disse que a arte informa por encanto, enquanto a ciência informa por desencanto. É desse <em>desencanto</em> que falo. Nos acostumamos de tal forma com o mundo tal qual ele se mostra, que nos tornamos incapazes de perceber as maravilhas que nos rodeiam.</p>
<p>Quero dizer da magia que há a nossa volta e que não vemos. Da <strong>grandeza do mundo</strong>, e da <strong>complexa e dinâmica sociedade que construímos</strong>. Da <strong>auto-regulação perfeita e equilibrada da natureza</strong>, da qual deriva o mesmo <strong>mecanismo perfeito chamado economia que faz a sociedade funcionar</strong> de forma constante e equilibrada, a despeito desse equilíbrio se fazer através de ondas com seus altos e baixos.</p>
<p>Temos a noção de que antigamente os feiticeiros faziam suas magias com poções e palavras mágicas. Essas mágicas permanecem ainda hoje, mas com as explicações científicas tudo passou para o status de <em>normal</em>. Veja comigo: Não é uma maravilha lançarmos nossa atenção ao ser do lado através de um elogio e recebermos de volta graças de igual teor embrulhados em um sorriso? Não é o elogio constituído de uma magia tal em suas palavras que proporciona a quem ouve tão agradável sensação de reconhecimento e estima? E o xingamento, não é maldição tamanha que tem poder para instigar o desentendimento e o infortúnio na vida de quem o escuta?</p>
<p>Já falei aqui do poder da palavra. Com poucas palavras podemos fazer a pessoa ao lado nos devolver um belo sorriso. E com outras podemos fazer a pessoa ao lado nos mandar para o inferno. Basta escolhermos! E ainda me falam em destino. Ora, basta você escolher qual palavra dirá a partir de agora. A que o levará para frente, para o bem, para o amor, amizade, compreensão. Ou a que o levará para trás, para o conflito, para o atraso, enfim. Basta escolher!</p>
<p>E se você diz para você mesmo, as seguintes palavras mágicas, diante do desafio: &#8220;EU POSSO&#8221;. Não haverá certamente mágica força, latente nesta afirmação, que o levará a superar-se no enfrentamento da situação? E a afirmação envolvida em firmeza, dirigida ao nosso semelhante: &#8220;VOCÊ É CAPAZ, VOCÊ CONSEGUE, TENTE!&#8221;. Não envolverá de tal forma a pessoa, transmitindo ânimo e força para a vitória?</p>
<p>E as poções mágicas de nossos dias? Não é uma dose de vinho mágica poção que nos proporciona agradável sensação de prazer e leveza? A começar pelo sensual formato da taça, passando pelo inebriante aroma da uva, pelo suave sabor, terminando por proporcionar em nosso corpo sensações de relaxamento, prazer e encantamento. Não estou falando aqui dos beberrões, lembre-se de que <strong>quem bebe por prazer, bebe pouco</strong>. Quem bebe demais está se envenenando e não está agindo muito diferente de quem se suicida.</p>
<p>Há outras &#8220;poções mágicas&#8221; em nossos dias e cada qual tem o seu &#8220;efeito&#8221;. O chocolate quente nos proporciona envolvente sensação de satisfação e aconchego, principalmente no inverno. Os sucos de frutas ao contrário, nos proporcionam no verão sensação de frescor, energia e disposição. E em se falando de disposição, o que é melhor para a disposição mental do que aquele <em>cafezinho</em> passado na hora?</p>
<p>Na medida em que precisamos de certos efeitos, e que para alcançá-los, utilizamos de certos princípios causadores, seja uma palavra ou algum item material, estamos praticando algum tipo de &#8220;alquimia&#8221;. Entretanto hoje em dia quem fala de magia é visto como esotérico e alienado da realidade. Mas a ciência nos proporciona as maiores magias, no entanto destituídas de qualquer sentido mágico. E se pudéssemos mostrar um automóvel moderno a um cidadão medieval, não poderia pensar ele que fosse a carroça dos deuses?</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/espiritualidade/a-magia-nossa-de-cada-dia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Me diz por quê?</title>
		<link>https://www.ronaud.com/amor/me-diz-por-que/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/amor/me-diz-por-que/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2001 11:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Admiração]]></category>
		<category><![CDATA[Dúvidas]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=16285</guid>

					<description><![CDATA[De 28 de janeiro de 2001. *** Porque tens o beijo mais indeciso? Olhando a distância questionador Nada vejo além de rosas e lírios Empolgando ao insustentável amor&#8230; Por que não sei quem és? Por que vens em doces faces? E seu sorriso que as brisas se assemelha? E seu olhar vítreo, sem saber o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 28 de janeiro de 2001.</p>
<p>***</p>
<p>Porque tens o beijo mais indeciso?<br />
Olhando a distância questionador<br />
Nada vejo além de rosas e lírios<br />
Empolgando ao insustentável amor&#8230;</p>
<p>Por que não sei quem és?<br />
Por que vens em doces faces?<br />
E seu sorriso que as brisas se assemelha?<br />
E seu olhar vítreo, sem saber o que deseja?</p>
<p>Por que se pudesse te matava?<br />
E quando vem a chance só te amo??<br />
Seus cabelos de anjo, me inebriando&#8230;<br />
Levam-me as nuvens com brancas asas&#8230;</p>
<p>Tão bela que poderias mais ser&#8230;<br />
Por que me lembro tanto de ti?<br />
Por que gosto tanto de você?<br />
E por que insisto tanto em te dizer?</p>
<p>E por que você é assim?<br />
A magia numa gota de vinho&#8230;<br />
Dos séculos e séculos que nos amamos&#8230;<br />
Aos cantos das catedrais em seus olhos&#8230;</p>
<p>Por que pareço um camponês medieval?<br />
Idolatrando a intocável princesa?<br />
Sendo divina só deuses a amarão&#8230;<br />
E eu sem n&#8217;alma divina beleza?</p>
<p>Por que és o mais suave dos líricos?<br />
E tens o mais extasiante dos suspiros?<br />
Por que mereces os poemas mais divinos?<br />
Que aos tempos atravessam comigo?</p>
<p>Mas por que me és flor e espinho?<br />
Pois que me delicias e me machucas&#8230;<br />
Queria que me fosses só jardim&#8230;<br />
E a vida o frescor do fim das chuvas&#8230;</p>
<p>***</p>
<p>Por que vem a cerração mais fria,<br />
cerrar meus olhos que querem amar?<br />
Já estou em solitárias vias,<br />
E ainda me fogem chances de te chamar&#8230;</p>
<p>Por que tanto amas a liberdade?<br />
Por que não te arrependes?<br />
Se és os ares da verdade; então&#8230;<br />
Por que és meus reflexos aos deuses?</p>
<p>Por que vens mostrar-me a vida?<br />
E me ofendes com suas conquistas?<br />
O troféu, o pedestal não é teu lugar?<br />
Então sou vulgar? Meus olhos só querem te julgar?</p>
<p>Por que tem que ser assim?<br />
Por que tem que ser você?<br />
E se a dor sobrar em mim,<br />
por que eu tenho que não te ter?</p>
<p>Por que no mais só terei a te ver?<br />
Ah, se por mais vezes te tocasse inteira&#8230;<br />
Te beijasse adorando uma deusa grega&#8230;<br />
Até a mística púrpura de sua alma rever!</p>
<p>Amar-te-ia a beira de águas e cascatas&#8230;<br />
E seria em seu caminho um arco-íris,<br />
a vida e as cores da mais bela ágata,<br />
Para cobrir-te toda da beleza das flores&#8230;<br />
Enfim&#8230;<br />
Oh paixão de amor, quem és?<br />
&#8220;<a title="Dúvidas" href="https://www.ronaud.com/amor/duvidas/">As dúvidas continuam</a>, feito o gosto das uvas&#8230;<br />
Venha o outono, venha a <em>champagne</em>,<br />
ou as folhas secas cobrindo as ruas&#8230;&#8221;</p>
<p>Por que preferes outros recantos?<br />
Águas são as mesmas; Ou são as floreiras&#8230;<br />
Aqui silenciou-se; aqueles doces cânticos&#8230;<br />
Então tento compreender as estrelas&#8230;</p>
<p>Dizem que preferes as estrelas da flecha,<br />
pois que às do veneno, foste só uma primavera&#8230;</p>
<p>/ Ronaud Pereira /</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/">Veja outros poemas</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/amor/me-diz-por-que/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você</title>
		<link>https://www.ronaud.com/amor/voce/</link>
					<comments>https://www.ronaud.com/amor/voce/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 1998 17:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Admiração]]></category>
		<category><![CDATA[Confusão]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto]]></category>
		<category><![CDATA[Feminilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ronaud.com/?p=16221</guid>

					<description><![CDATA[De 01 de novembro de 1998. *** Seu severo olhar, penetrante, agudo Recua o meu, admirar, consciente Seu tocar, suave, é feminino, maduro Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro Com seu brilho, e poder, és envolvente Poder de sua mente, inacessível reduto Poder passional, por isso, imponente Imponente a mim, fascinante ao mundo Você ? [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 01 de novembro de 1998.</p>
<p>***</p>
<p>Seu severo olhar, penetrante, agudo<br />
Recua o meu, admirar, consciente<br />
Seu tocar, suave, é feminino, maduro<br />
Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro</p>
<p>Com seu brilho, e poder, és envolvente<br />
Poder de sua mente, inacessível reduto<br />
Poder passional, por isso, imponente<br />
Imponente a mim, fascinante ao mundo</p>
<p>Você ? É mais do que tudo<br />
É toda ilustre, a olhos quaisquer<br />
Em sua presença, fico mudo<br />
Fico pronto, para o que der e vier</p>
<p>Por Você, penso mil coisas, me iludo<br />
Me confundo, acho que Você me quer<br />
Com sua voz, suave veludo<br />
Conduz-me, vai, seja o que Você quiser<br />
Perto de Você, preciso de um escudo<br />
Ou me ofusco, me ofuscas, é teu brilho de mulher</p>
<p>/ Ronaud Pereira /</p>
<p>***</p>
<p><a title="Confira outras poesias" href="https://www.ronaud.com/tag/poesias/"><span style="color: #444444;">Veja outros poemas</span></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.ronaud.com/amor/voce/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
