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	<title>Bullying &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Brasileiro adora vitimismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2015 04:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Coitadismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Vitimismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasileiro adora ver o outro na miséria, só assim se sente melhor consigo mesmo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19981" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-19981" class="size-full wp-image-19981" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/coitadismo-por-toda-parte.jpg" alt="Por toda parte" width="500" height="277" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/coitadismo-por-toda-parte.jpg 500w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/12/coitadismo-por-toda-parte-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-19981" class="wp-caption-text">Por toda parte</p></div>
<p>É impressionante como situações de miséria e opressão costumam ter presença na mídia, certamente por usufruírem de grande audiência e popularidade.</p>
<p>Publique qualquer tema em que há um indivíduos ou uma minoria de alguma forma excluída de um certo padrão de vida, vitimizada em relação a alguma força superior <em>tirana</em>, e pronto, chovem curtidas, compartilhamentos e comentários &#8220;solidários&#8221; à situação do oprimido.</p>
<p>Um exemplo foi o programa Fantástico exibido agora no dia 29 de novembro. Num mesmo programa falou-se de prostituição infantil, refugiados haitianos sofrendo xenofobia, a visita do Papa na África, médicos agredidos em hospitais e consultórios, cinco jovens negros mortos por policiais, alunos relatando <em>bullying</em>, a ocupação das escolas em São Paulo e um carteiro assaltado que resolve ajudar o bandido que o roubou.</p>
<p><em>O show da vida</em>?</p>
<p>Não, um show de coitadismo.</p>
<p>Isso porque a Globo é <em>golpista</em>.</p>
<p>No Facebook alguém até comentou ironicamente que nesta semana o programa (fantástico) havia sido gravado nos estúdios do PSOL.</p>
<p>Não que os casos não sejam dignos de relato, todos sensibilizam profundamente qualquer um que tenha um coração batendo no peito. Mas pareceu <em>demais</em>, sabe&#8230;</p>
<p>O brasileiro é solidário? Não sei.</p>
<p>O que sei é que o brasileiro tem tendência em solidarizar com miseráveis porque só assim se sente um pouquinho melhor, e se sente magnânimo em estar ajudando, nem que seja compartilhando a miséria alheia no Facebook.</p>
<blockquote><p>O brasileiro ama os fracassados e detesta os vencedores.</p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/frases-pensamentos-citacoes-de/tom-jobim">Tom Jobim</a></p></blockquote>
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		<title>Como ser mais seguro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2013 04:02:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-confiança]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
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		<category><![CDATA[Fobia Social]]></category>
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		<category><![CDATA[Necessidade de Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Timidez]]></category>
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					<description><![CDATA[Nossa segurança é nosso principal alicerce emocional. A maioria de nós é inseguro(a) e passa a vida inteira sofrendo as consequências da insegurança. O texto traz algumas considerações e dicas para você compreender a insegurança e começar a eliminá-la do seu dia a dia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De repente, após a publicação destes dois textos, sobre <a href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/maus-olhados-inveja-e-o-silencio/">mau-olhado</a> e sobre <a title="Santo de casa não faz milagre" href="https://www.ronaud.com/inteligencia/santo-de-casa-nao-faz-milagre/">a validação que uma autoridade intelectual</a> oferece a outra obra, me dei conta que o grande fator que determina nossa infelicidade e nosso insucesso se chama&#8230;</p>
<p><strong>INSEGURANÇA.</strong></p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/atitude/o-poder-das-palavras-elogios-e-gestos-de-reconhecimento/">E a maioria de nós passa a maior parte do tempo insegura de si</a>.</p>
<p>Eu diria que a insegurança psicológica é praticamente um caso de saúde (mental) pública.</p>
<p>Mas como entender e resolver isso?</p>
<h3>O que é insegurança emocional?</h3>
<p>Segundo a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inseguran%C3%A7a_emocional" target="_blank" rel="noopener">wikipedia</a>,</p>
<blockquote><p>Insegurança é um sentimento de mal-estar geral ou nervosismo que pode ser desencadeado pela percepção, de alguma forma vulnerável, de si mesmo, ou um senso de vulnerabilidade ou instabilidade que ameaça a própria auto-imagem ou ego.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Insegurança pode ajudar a causar timidez, paranoia e retraimento social, ou alternativamente pode encorajar comportamentos compensatórios tais como arrogância, agressão ou bullying em alguns casos.</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>Como a insegurança pode ser angustiante e parecer ameaçadora à psiquê, ela geralmente pode ser acompanhada por um tipo de personalidade controladora ou esquiva, como mecanismos psicológicos de defesa.</p></blockquote>
<p>Podemos estar inseguros por vários e vários motivos.</p>
<p>Nossa insegurança surge quando a opinião que temos sobre nós mesmos torna-se negativa. E a opinião que temos de nós mesmos quase sempre deriva da opinião dos outros a nosso respeito, ou melhor, da opinião que PENSAMOS que os outros têm a nosso respeito, já que muito raramente alguém expressa claramente o que pensa de nós. E quando expressa, por educação, é quase sempre positiva. Infelizmente, não costumamos acreditar 🙁</p>
<p>Pode ocorrer também de chegarmos a uma opinião negativa a nosso respeito por nos avaliarmos com base nos critérios, isto é, nos valores, dos outros. Quando você define seus próprios valores, e segue fiel a eles, e se avalia de acordo com estes valores, sua opinião sobre si mesmo resultará certamente mais autêntica e mais favorável a si mesmo(a).</p>
<p>Essa opinião negativa de si mesmo(a) gera uma incerteza e uma ansiedade por estarmos eventualmente inadequados, de não estarmos à altura das expectativas dos outros, de não sermos aceitos, valorizados, estimados, por fim, amados.</p>
<p>Esse misto de incerteza e ansiedade sobre nosso valor pessoal se chama <em>insegurança</em>.</p>
<blockquote><p>Fazemos isso porque a solidão é apavorante para a maioria das pessoas. O ser humano precisa se sentir importante e, por isso, a opinião dos outros vira referência do quanto é amado. A partir daí, infelizmente, muita gente faz o que não quer só para agradar e se sentir aceito. Roberto Shinyashiki, psiquiatra</p></blockquote>
<p>Num primeiro momento, há diversas atitudes práticas que podem nos fortalecer. São ações práticas que visam o nosso auto-desenvolvimento. Quando nos desenvolvemos de forma a nos tornarmos cada vez mais completos, fortalecemos nossas competências e passamos a nos ver mais e mais com bons olhos. Faz sentido, na medida em que uma noção de que estamos mais preparados para a vida tende a nos fazer sentir mais seguros.</p>
<p>De modo geral, o seu bem-estar íntimo é você que constrói ao longo da vida. Às vezes temos a impressão que algumas pessoas já nascem com essa paz interior. Não sei se isso acontece. Acho que também elas viveram suas <em>guerras</em> antes de chegarem à <em>paz</em>. Não temos como saber. Portanto, sugiro que não pensemos nisso, que não pensemos na trajetória dos outros. Se alcançaram a paz interna na forma de segurança e autoestima, <em>QUE BOM PRA ELES</em>.</p>
<p>Pois a verdade é que você tem muito trabalho a ser feito com você mesmo. Escolher algumas das dicas de auto-desenvolvimento abaixo, para seguir, pode ser um bom começo. <a title="Fica firme aí!" href="https://www.ronaud.com/vida/problemas-juventude-tempo-experiencia-fortalecimento/">Dar-se tempo para alcançar essa evolução pessoal</a> também é fundamental. Algumas coisas levam tempo. Esqueça que os outros já chegaram lá, o tempo e as lutas deles foram outros. Você tem as suas e é delas que deve cuidar agora.</p>
<p>Porque quando você se desenvolve através de estudos, e melhorando seus hábitos, e passa a se conhecer bem, os outros podem emitir as opiniões mais contraditórias sobre si, mas você não se deixa impressionar, nem iludir, pois sabe da sua realidade.</p>
<h2>Dicas práticas contra a insegurança</h2>
<p>Primeiro de tudo: Se há algo em sua vida que lhe incomoda, e que não tem solução, tente exercitar a aceitação. Escrevi muito sobre esse tema aqui: <a title="Textos sobre a aceitação" href="https://www.ronaud.com/tag/aceitacao/">Textos sobre aceitação</a>.</p>
<blockquote><p>Aceitar é combinar consigo mesmo que evitará dispensar energia em cima de coisas sobre as quais não tem controle. Marisa de Abreu, psicóloga</p></blockquote>
<p>Por outro lado, se você reconhece em si mesmo(a) carências e deficiências que podem ser preenchidas, então não tem jeito, vai ter que <em>arregaçar as mangas</em>, porque mágica, MESMO, só em filmes.</p>
<p>As dicas abaixo não são minhas, fui <em>garimpando</em> em alguns sites e, como foram mescladas, optei por não indicar autoria específica, até porque alguns sites não a indicavam. São sugestões de por onde começar, e são bastante práticas. Para alguns assuntos, você já deve se sobressair, então, ignore-os. Para outros, certamente você vai notar carências em si. Escolha um por vez, e corra atrás de seu desenvolvimento e incorporação na sua rotina e na sua vida.</p>
<h3>Saúde e cuidados pessoais</h3>
<ul>
<li>Cuide da saúde. Veja como se sentirá mais positivo(a) em relação a si mesmo(a). Abandone o <em>junk food</em> e troque os  pastéis e coxinhas por alimentos saudáveis, como vegetais e grelhados.</li>
<li>Mexa-se. Alongue-se. Praticar atividades físicas ajuda a ter bons sentimentos em relação ao próprio corpo e melhora sua percepção de si mesmo(a), aumentando a confiança. Caminhe mais.</li>
<li>Medite. Pessoas que meditam até cinco dias por semana tem maior autoaceitação.</li>
<li>Descanse a pele. Dormir é essencial para reduzir a inflamação da pele e reduzir os hormônios do estresse que te deixam com sinais do tempo.</li>
<li>Controle a sudorese e seus odores. A transpiração excessiva atrapalha a vida de quem padece do mal, trazendo insegurança. Lembre-se de que o sorriso é seu cartão de visitas – e deve estar impecável!  Por isso, capriche nos cuidados com seus dentes. Mantenha a boca saudável, dentes brancos e hálito refrescante.</li>
<li>Vista-se de modo a tornar-se confiante. A maneira como nos vestimos pode afetar diretamente o nosso comportamento. Seja a maneira como você mesmo se enxerga ou a maneira como os outros olham para você. Isso não significa usar apenas roupas caras, mas escolher aquelas que servem perfeitamente em você, que estão em boas condições e que são apropriadas para a ocasião. Significa também se desfazer daquelas peças as quais você realmente não gosta. Cuide-se! Para se sentir confiante, é essencial que você se goste. Invista em um lindo corte de cabelo, uma roupa nova, e capriche com sua imagem.</li>
</ul>
<h3>Profissional e organização</h3>
<ul>
<li>Pare de procrastinar. Se algo te assusta, comece a fazer algo menor que te leve ao objetivo final, mas deixe de adiá-lo. Quando completar a tarefa, ela parecerá menos desafiadora. E pare de enrolar: pensar demais se deve ou não fazer algo te paralisa. Tomar uma grande decisão faz você se sentir mais forte e mais capaz.</li>
<li>Aprenda algo. Descobrir como fazer algo novo, seja uma língua ou cozinhar ajudam a trazer confiança. Aprenda sempre, quanto mais conhecimento você adquirir, mais confiante você será. Conhecimento é sinônimo de poder e quanto mais poderoso você se sente, mais confiança tem dentro de si.</li>
<li>Limpe a carteira e suas gavetas. Uma vez por semana ou por mês, tire os papéis inúteis que estão na carteira, os recibos do cartão e os cartões de visitas do acessório. Administrar algo pequeno vai ajudar, aos poucos, a adquirir o controle da própria vida. E a sensação de &#8220;organização&#8221; vai lhe fazer muito bem.</li>
<li>Corra atrás apenas dos desejos “realizáveis”. Perder tempo com desejos impossíveis como “queria ter nascido rica”, ou praticamente impossíveis como &#8220;quando eu ganhar na mega-sena&#8221; consome o seu tempo, sua energia mental e não leva a lugar algum.</li>
</ul>
<h3>Emocional e pessoal</h3>
<ul>
<li>Não seja tão vaidoso(a). Se afaste do espelho. Pessoas, em especial mulheres, que passam muito tempo preocupadas com a aparência são menos felizes. Capriche no visual, mas sem deixar que este seja a maior preocupação da sua vida.</li>
<li>Lembre-se das coisas boas. Pense no passado e escreva sobre as coisas boas que te disseram, isso ajuda a reduzir a insegurança sobre si. Acentue o que tem de positivo: não se permita pensar que não é boa para fazer algo. Acredite em sua capacidade para crescer como pessoa, e se esforce para aprender algo, notando como é agradável melhorar a si mesmo(a).</li>
<li>Supere as falhas. Cometer erros é inevitável, mas é preciso aceitar que eles acontecem ocasionalmente. E pare de se desculpar. As pessoas que se desculpam demais são inseguras. Você não deve nada aos outros. Não surte com seus erros, as pessoas perdoam mais do que imaginamos. A reação ao erro é muito pior na sua mente do que na das outras pessoas. Evite entregar-se à angústia. Em vez de pensar “Por que fiz tanta besteira?”, pergunte-se: “O que aprendi com as minhas experiências?”, “Como posso aproveitar essa lição para fortalecer a minha autoconfiança?”.</li>
<li>Tenha objetivos realistas. Suas aspirações devem ser plausíveis de serem realizadas. Se a perfeição for uma meta, não terá como atingi-la e acabará se frustrando.</li>
<li>Premie-se. Se permita alguns presentinhos sempre que atingir um objetivo. Faça uma lista do que fez e do que precisa ser feito e premie-se constantemente. Faça algo que deixe você feliz, independentemente de ter uma companhia ou não. Vá ao cinema, ao massagista&#8230; Aprenda a ser seu melhor amigo e trate-se com carinho e respeito.</li>
<li>Doe suas roupas e outros pertences que perderam a utilidade. Faça algo bacana com aquilo que não te serve mais e vai ver como vai se sentir melhor.</li>
<li>Faça trabalho voluntário. Diversos estudos sugerem que as pessoas se sentem melhores consigo mesmas após se juntarem a trabalhos voluntários.</li>
<li>Aprecie o que a vida dá a você, não fique ressentido pelo que ela não dá. Seja grata. Escreva bilhetes e emails de agradecimento aos colegas por atitudes simples, como um almoço ou um café juntos e se sentirá mais feliz em relação a si. Não compare &#8211; Pare de medir o seu sucesso baseando-se em outras pessoas. O que você vê sobre elas não é 100% real. Fazer comparações é uma maneira distorcida e irreal de medir o seu sucesso.</li>
<li>Evite mal entendidos. Os outros não têm bola de cristal. Esclareça os seus sentimentos, sempre. É a melhor forma de ser correspondida. Extravase os sentimentos<strong> </strong>em vez de sufocá-los. Quando precisar chorar, chore de soluçar e, quando quiser rir, ria de perder o fôlego.</li>
<li>Qualquer conquista traz em si uma possibilidade de rejeição. Aprenda com seus erros e aprimore-se sempre! Uma forma de lidar com a rejeição é saber que existem milhares de homens e mulheres no mundo e você não precisa se martirizar caso com uma pessoa não tenha dado certo!</li>
<li>Converse com as pessoas. Quando se encontrar em uma situação social, ao invés de ficar apenas ao redor daqueles com quem se sente confortável, procure iniciar uma conversa com quem você ainda não conhece bem. Treinar a abordagem a novas pessoas vai fazer com que você se sinta mais confiante. Conviva com seus amigos! Cerque-se de pessoas que lhe querem bem. Isso pode influenciar no funcionamento do seu corpo.</li>
<li>Participe de todo tipo de atividade. Ofereça-se como voluntário para participar de tarefas e projetos que não se encaixam exatamente na sua área. Dessa maneira você aprenderá a fazer mais do que “o básico” e verá que pode ser útil em qualquer área, desde que esteja interessado nisso. Pratique o SIM e viva novas experiências. Em vez de dizer não para aquele passeio com a avó ou negar sair com aquele garoto meio estranho, aproveite tudo o que aquela experiência pode trazer de positivo para a sua vida.</li>
</ul>
<p>Pratique sem parar! Identifique as habilidades que você precisa desenvolver, e os hábitos que precisa mudar, e pratique incansavelmente. Quanto mais você praticar mais confiante se tornará. Não desanime e nem acredite que não é a pessoa certa para isso. Qualquer tipo de habilidade pode ser desenvolvido com muito treino e dedicação.</p>
<p>***</p>
<p>A segunda parte deste texto foi transferida para um novo artigo. Clique e leia:</p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/arte-de-viver/inseguranca-emocional-e-a-figura-do-outro/">(In)segurança emocional e a figura do &#8220;outro&#8221;</a>.</p>
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		<title>A escola acaba comigo</title>
		<link>https://www.ronaud.com/arte-de-viver/a-escola-acabava-comigo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 03:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Convivência]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão social]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[Esse print-screen do Google estava rolando pelo Facebook: Tradução livre: A escola me torna depressivo, A escola me faz pensar me suicídio, A escola me deixa ansioso, A escola me faz chorar, A escola me faz sentir burro, A escola me deixa doente, A escola me cansa, A escola me deixa triste, A escola me deixa muito estressado. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esse print-screen do Google estava rolando pelo Facebook:</p>
<div id="attachment_9694" style="width: 456px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/school-makes-me.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9694" class="size-full wp-image-9694" title="School makes me..." src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/school-makes-me.jpg" alt="School makes me..." width="446" height="509" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/school-makes-me.jpg 446w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/school-makes-me-262x300.jpg 262w" sizes="(max-width: 446px) 100vw, 446px" /></a><p id="caption-attachment-9694" class="wp-caption-text">School makes me&#8230;</p></div>
<p>Tradução livre: <em>A escola me torna depressivo, A escola me faz pensar me suicídio, A escola me deixa ansioso, A escola me faz chorar, A escola me faz sentir burro, A escola me deixa doente, A escola me cansa, A escola me deixa triste, A escola me deixa muito estressado</em>.</p>
<p>***</p>
<p>Fiquei BEM surpreso.</p>
<p>Relembrando meu período escolar, com base na imagem acima, considerei a possibilidade de <del>a escola</del> <ins>o sistema escolar</ins> de fato oprimir os alunos, ou uma (boa) parte deles. Principalmente aqueles que não se encaixam no padrão.</p>
<p>***</p>
<p>De fato, <a title="Enfim conheci tive paz" href="https://www.ronaud.com/vida/nao-tenho-nenhuma-saudade-da-escola/">minha vida melhorou DRASTICAMENTE</a> depois que parei de frequentar ambientes escolares.</p>
<p>Talvez o problema nunca tenha sido o ambiente escolar, e sim EU. Ou os dois.</p>
<p>Mas que melhorou, melhorou!!!</p>
<p>***</p>
<p>De modo geral, na escola você É OBRIGADO a conviver com gente que não tem nada a ver com você.</p>
<p>Se você é extrovertido e seguro de si, certamente saberá lidar bem com essa convivência forçada.</p>
<p>Mas se você for de alguma forma diferente, eles não vão te entender e você conhecerá a fundo até onde a ignorância pode chegar.</p>
<p>Eu conheci.</p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/vida/nao-tenho-nenhuma-saudade-da-escola/">Por isso não tenho A MENOR SAUDADE da escola.</a></p>
<p>Atualização:</p>
<h3>O sistema educacional e as diferenças</h3>
<div id="attachment_9737" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/sistema-educacional.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9737" class="size-full wp-image-9737" title="Sistema Educacional" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/01/sistema-educacional.jpg" alt="Sistema Educacional" width="582" height="442" /></a><p id="caption-attachment-9737" class="wp-caption-text">Sistema Educacional</p></div>
<p>É mais ou menos isso que eu quis dizer quando comentei que a escola nos obriga a conviver com gente que não tem nada a ver conosco. Não é que <em>eles são maus</em> e nós sejamos <em>bonzinhos</em>. É que somos diferentes. Diferentes em interesses, aptidões e em habilidades. Quando se coloca todos juntos, é evidente alguém vai se dar mal. Somente nas universidades é que surge a tendência a convivermos com outras pessoas mais ou menos semelhantes a nós em termos de aptidões.</p>
<p>O que também não foi o meu caso.</p>
<p>É, o problema sou eu 😉</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sem frescura</title>
		<link>https://www.ronaud.com/sociedade/frescuras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 03:20:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Futilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Superficialidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você cresceu comendo comida caseira, andava de bicicleta sem capacete, sua casa não era à prova de crianças, você tomava uma surra se se comportava mal, tinha uma TV com 3 canais e tinha que levantar para mudar ou para mexer na antena, você fazia o juramento à bandeira na escola, bebia água de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Se você cresceu comendo comida caseira, andava de bicicleta sem capacete, sua casa não era à prova de crianças, você tomava uma surra se se comportava mal, tinha uma TV com 3 canais e tinha que levantar para mudar ou para mexer na antena, você fazia o juramento à bandeira na escola, bebia água de torneira, sofria bullying na escola e saía NORMAL, cole isto em seu mural para mostrar que sobreviveu!!</p></blockquote>
<p>Vi essa <em>bobagenzinha</em> acima no facebook. E no geral concordo com ela, não é de hoje que penso assim. Some aí:</p>
<p>Uma sociedade constituída por gente crédula e mal informada.</p>
<p>Uma imprensa sem assunto, forçando jornalistas a darem importância a assuntos muitas vezes irrelevantes.</p>
<p>Cientistas precisando validar os investimentos recebidos, comprovando teses muitas vezes inúteis (com uma imprensa ávida por assuntos novos, exímia na arte de fazer parecer relevante o irrelevante).</p>
<p>Um mercado inundado de produtos que precisam ser vendidos por questão de vida ou morte. Marketeiros sabendo que <strong>o medo vende</strong>. Crie-se um medo e ofereça a solução para ele. Com certeza, vão comprar. Sei lá, invente uma mentira aí, como por exemplo, que a água da torneira está contaminada, que radicais livres precisam(como se pudessem)  ser combatidos, que doenças se curam (só) com remédios (e não com boa nutrição) e enfim, chegamos nisso que você vê a sua volta:</p>
<p>Uma sociedade onde a <strong>frescura</strong> reina soberana.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Não tenho nenhuma saudade da escola</title>
		<link>https://www.ronaud.com/vida/nao-tenho-nenhuma-saudade-da-escola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:01:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[Saudade]]></category>
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					<description><![CDATA[Olhando pra trás, hoje, com (um pouco) mais (de) lucidez, para meu período escolar, fico dividido, em vez de saudoso, como imagino que outros possam ficar. Já ouvi gente endeusando o período escolar: &#8220;Porque é o período da vida mais divertido&#8221;, &#8220;Porque é a parte da vida em que vivemos sem nenhuma responsabilidade&#8221;, &#8220;Porque é o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Olhando pra trás, hoje, com (um pouco) mais (de) <em>lucidez</em>, para meu período escolar, fico <em>dividido</em>, em vez de<em> saudoso</em>, como imagino que outros possam ficar. Já ouvi gente endeusando o período escolar: &#8220;Porque é o período da vida mais divertido&#8221;, &#8220;Porque é a parte da vida em que vivemos sem nenhuma responsabilidade&#8221;, &#8220;Porque é o período da vida que vai marcar o resto da vida daquelas crianças&#8221;, &#8220;Porque muitos já conhecem na escola seus parceiros de vida&#8221; e tal tal tal.</p>
<p>Não! Nem sempre.</p>
<p>Mesmo da faculdade, onde conheci pessoas muito interessantes e divertidas, não tenho saudade alguma. Eram muito diferentes de mim, ou eu muito diferente delas. Sempre tive uma vida simples, rústica, caseira e lá encontrava pessoas urbanas, extrovertidas e cheias de ginga com os outros e com a própria vida. A todo momento ficava me vigiando para tentar me enquadrar com eles, mas é claro, não conseguia.</p>
<p>De modo que <em>me formar</em> foi pra mim uma libertação! A desnecessidade de frequentar uma universidade diariamente me fez tão bem que mal me lembro que tive uma época de cinco anos fazendo isso.</p>
<p>E que tal o período escolar básico, hein? A visão do inferno! Eu tinha dois ou três amigos muito parecidos comigo e eles eram o que tornava a frequência naquele ambiente suportável. Eu gostava de ficar observando a movimentação e conversando com aqueles amigos. E os outros&#8230; só ficavam correndo pra lá e pra cá como animais. Meninas só falavam de meninos. E meninos implicavam com outros meninos. Não havia alternativa.</p>
<p>Embora eu tenha certeza de que não sou o único a pensar assim, veja que eu não sirvo e nem quero servir de exemplo pra ninguém. Vai ver eu que era o desajustado e os outros é que eram os normais.</p>
<p>Mesmo assim, saudade do meu período escolar?</p>
<p>Não!</p>
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