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	<title>Ação &#8211; RONAUD.com</title>
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	<description>Textos e Mensagens para Reflexão</description>
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		<title>Tomar atitude na vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 04:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Comprometimento]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Determinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto de 13 de maio de 2023. *** Uma das maiores dificuldades das pessoas é tomar atitude. Tomar iniciativa. Ir lá e fazer. &#8211; &#8220;Ah, preciso pendurar este quadro que comprei na parede&#8221; Semana que vem você fala com a pessoa: &#8220;E aí, pendurou o quadro?&#8221; &#8211; &#8220;Putz, não deu tempo.&#8221; Dizemos que não temos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto de 13 de maio de 2023.</p>
<p>***</p>
<p>Uma das maiores dificuldades das pessoas é <em>tomar atitude</em>.</p>
<p>Tomar iniciativa.</p>
<p>Ir lá e fazer.</p>
<p>&#8211; &#8220;Ah, preciso pendurar este quadro que comprei na parede&#8221;</p>
<p>Semana que vem você fala com a pessoa: &#8220;E aí, pendurou o quadro?&#8221;</p>
<p>&#8211; &#8220;Putz, não deu tempo.&#8221;</p>
<p>Dizemos que não temos tempo, mas temos sim.</p>
<p>Eu já me corrigi sobre isto e nunca digo que não tenho tempo, e até pondero:</p>
<p>&#8211; &#8220;Eu até tenho tempo, o que eu não tenho é energia mental pra pendurar o quadro na parede (ou qualquer tarefa)&#8221;.</p>
<p>As pessoas não varrem suas próprias casas, não limpam seus quintais, não organizam suas coisas, não tomam uma mísera atitude para resolver problemas que se acumulam.</p>
<p>Não é preguiça, não necessariamente. Nem falta de tempo. É um tipo de escravidão a hábitos de passividade, distrações, fugas e escapismos mentais.</p>
<p>Somos escravos de uma rotina paralisante e de hábitos estagnadores.</p>
<p>É bem verdade que o ser humano tende a sentir um horror natural ao esforço, principalmente o esforço mental. E este horror motivou doutrinas questionadoras como a marxista.</p>
<p>É bem fácil anotar as contas do mês num caderno, pra você ter tudo <em>controladinho</em> <em>bonitinho</em> e saber como está sua situação financeira.</p>
<p>Se faz em 1 hora.</p>
<p>Mas ninguém faz, porque esta UMA hora pensando sobre números é um tormento.</p>
<p>E procrastinamos.</p>
<p>Ou esquecemos de forma inconscientemente voluntária.</p>
<p>Eu já descobri algumas coisas interessantes na minha vida, livros, vídeos, práticas, enfim, coisas que tornaram algum aspecto da minha vida mais funcional. De vez em quando os sugiro a pessoas próximas que estejam passando por situações semelhantes.</p>
<p>Alguém utilizou das minhas sugestões?</p>
<p>Não!</p>
<p>Continuam escravizadas a uma rotina que anestesia a autodeterminação.</p>
<p>Eu deixo, nem digo nada.</p>
<p>Entretanto, me espanta nossa dificuldade geral de tomarmos atitudes para resolver as muitas pendências das nossas vidas.</p>
<p>É urgente qualquer esforço neste sentido.</p>
<h2>Esperar</h2>
<p>Dias atrás, numa postagem sobre &#8220;riqueza&#8221;, de um grupo do Facebook sobre astrologia, duas pessoas que tinham mapas astrais propícios para a prosperidade comentaram que estavam &#8220;esperando&#8221; a prosperidade acontecer.</p>
<p>Pois vão morrer esperando. Quem espera por algo, espera por nada.</p>
<p>Este é um mundo de realização, e somente as atitudes nos tiram dos buracos nos quais nos metemos.</p>
<h2>EXECUÇÃO</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-29753" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2023/05/execucao.png" alt="" width="243" height="421" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2023/05/execucao.png 243w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2023/05/execucao-173x300.png 173w" sizes="(max-width: 243px) 100vw, 243px" /> Um dos capítulos mais importantes do livro <a href="https://www.ronaud.com/livros/resenha-e-critica-do-livro-segredos-da-mente-milionaria/">O Segredo da Mente Milionária</a> afirma que uma das diferenças fundamentais entre os ricos e os pobres, é que os ricos acreditam que constroem a própria vida, enquanto os pobres acreditam que na vida deles, as coisas acontecem. Essa mudança de mentalidade me ajudou muito na vida.</p>
<p>No segmento dos quadros decorativos, tem um conjunto de três quadros em que aparecem, em cada um, um leão, um lobo e uma águia, e associadas a estes animais, três virtudes importantes no âmbito do empreendedorismo: <em>Disciplina</em>, <em>Execução</em> e <em>Foco</em>.</p>
<p>Não acho que o Lobo seja lá um grande símbolo de <em>Execução</em>. Contudo, considero esta virtude, ou habilidade, ou disposição, a mais importante para se alcançar o sucesso na vida. Sim, é importante ter foco, disciplina, e até mesmo visão de negócios, planejamento, criatividade.</p>
<p>Mas sem a <em>Execução</em>, nada acontece.</p>
<p>Veja que o título dos principais cargos das empresas é o CEO &#8211; <em>Chief Executive Officer</em> &#8211; ou, em bom português, Diretor Executivo. É o cara responsável por fazer as coisas acontecerem, por mobilizar as pessoas e recursos para trazer os produtos e serviços à existência.</p>
<p>Se sua vida não está do jeito que gostaria, quem sabe não está faltando você se autonomear o Chefe Executivo da sua própria existência?</p>
<h4>Leia também</h4>
<p><a href="https://www.ronaud.com/atitude/agir-ou-esperar-em-deus/">Agir ou esperar?</a></p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/atitude/vamos-toma-uma-atitude/">Toma uma atitude!</a></p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/atitude/a-solucao-definitiva-para-a-sua-vida/">A Solução Definitiva para sua Vida</a></p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/nao-tomaras-o-nome-do-senhor-teu-deus-em-vao/">Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão</a></p>
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		<title>Existe vida além do estudo?</title>
		<link>https://www.ronaud.com/formacao-profissional/existe-vida-alem-do-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2018 18:18:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Formação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Realização]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Viver intensamente]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe vida além do estudo? Crônica Não sei exatamente como é em outros países, mas sabemos que no Brasil há um hiper-estímulo aos jovens para &#8220;estudarem&#8221;. São comuns as seguintes frases dirigidas a eles: Fazer faculdade, ser &#8220;doutor&#8221;, passar em concurso público&#8230; para passar o resto da vida trancado numa sala exercendo tarefas burocráticas ou intelectuais, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Existe vida além do estudo? Crônica</h2>
<p>Não sei exatamente como é em outros países, mas sabemos que no Brasil há um hiper-estímulo aos jovens para &#8220;estudarem&#8221;.</p>
<p>São comuns as seguintes frases dirigidas a eles:<em> Fazer faculdade</em>, <em>ser &#8220;doutor&#8221;</em>, <em>passar em concurso público&#8230;</em> para passar o resto da vida trancado numa sala exercendo tarefas burocráticas ou <em>intelectuais</em>, fazer umas viagens padrão por alguns pontos turísticos clichês, pôr a foto com a Torre Eiffel de fundo no perfil do FB e esperar a morte chegar.</p>
<div id="attachment_22979" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-22979" class="wp-image-22979 size-full" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png" alt="" width="636" height="250" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem.png 636w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2018/04/estudando-a-paisagem-300x118.png 300w" sizes="(max-width: 636px) 100vw, 636px" /></a><p id="caption-attachment-22979" class="wp-caption-text">Estudando a paisagem</p></div>
<p>Sei não&#8230;</p>
<p>Ultimamente, tenho visto uns vídeos de &#8220;motivação&#8221; em inglês, principalmente do canal VideoAdvice, com o intuito de treinar a audição de inglês, uma vez que as falas dos vídeos são ritmadas, e venho percebendo, que a motivação nesses vídeos NUNCA sugere de ficarmos trancados numa sala, diante de uma tela de computador, exercendo atividades &#8220;intelectuais&#8221;.</p>
<p>Ao contrário, as cenas dos vídeos estimulam o espectador a superar seus limites físicos e seus talentos &#8220;3D&#8221;. Cenas de pessoas correndo, nadando, fazendo trilha, velejando, esquiando, escalando, saltando de paraquedas, pilotando aviões, carros, motos, dançando, atuando ou cantando em palcos são as mais comuns.</p>
<blockquote><p>Alguém disse (e você acreditou) que ser feliz é ser bem-sucedido naquele emprego no escritório, no qual você é promovido se fizer um MBA e pode tomar um nespresso servido pela copeira da empresa.</p>
<p>Desencana dessa teoria.</p></blockquote>
<p>De fato, a vida acontece porta afora. Trabalho há mais de dezesseis anos diante de uma tela de computador desenvolvendo sites para a web. Há dois anos iniciei um projeto de transformar um imóvel comercial em habitações para moradia de aluguel, e paralelamente tenho dirigido como parceiro Uber.</p>
<p>O fato é que tenho muito mais histórias pra contar desses dois últimos anos, do que os 14 anos anteriores que passei trancado no meu escritório diante do computador.</p>
<blockquote><p>Tenho uma amiga com uma história interessante. Ela trabalhava como garçonete num restaurante em Londres quando finalmente conseguiu a cidadania europeia. Assim fez o que a maioria das pessoas faz: procurou um “emprego melhor” e conseguiu. Foi trabalhar num escritório. Dois meses depois ela estava tão entediada que para conseguir gastar sua energia acumulada começou a correr todos os dias 7 km depois do trabalho. Não satisfeita com a sua nova vida, voltou a trabalhar de garçonete no mesmo restaurante.</p></blockquote>
<p>***</p>
<p>As citações deste post são de <a href="http://www.amandaviaja.com.br/">Amanda Noventa</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultive seu Jardim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jul 2017 23:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma breve metáfora sobre a importância de se tomar iniciativas na vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Muitas pessoas dizem que não querem tomar uma providência, pois preferem &#8220;deixar o futuro nas mãos de Deus&#8221;.</p>
<p>Isso me lembra aquela anedota sobre um homem que tinha um lindo jardim nos fundos de casa. Certo dia, um passante avistou o jardim e se deteve para admirá-lo.</p>
<p>&#8220;Seu jardim é maravilhoso&#8221;, disse o estranho.</p>
<p>&#8220;Obrigado&#8221;, respondeu o proprietário.</p>
<p>&#8220;É um jardim realmente divino&#8221;, enfatizou o passante.</p>
<p>&#8220;Sem dúvida&#8230;&#8221;, disse o proprietário, &#8220;&#8230;mas o senhor deveria tê-lo visto quando só Deus cuidava dele.&#8221;</p>
<p>[&#8230;]</p>
<p>A moral da história é que Deus nos proporciona o básico, mas cabe a nós fazer alguma coisa com aquilo que nos foi concedido.</p>
<p>Se deixarmos que as plantas cresçam no jardim dos fundos, teremos um matagal, não um jardim.</p>
<p>Alguém precisa acordar cedo e cultivar a terra.</p></blockquote>
<p>Trecho extraído do livro Criando Riqueza e Prosperidade, de Joe Vitale.</p>
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		<title>Mensagens de auto-ajuda e a Hesitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 17:53:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Sucesso]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Aceitação]]></category>
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					<description><![CDATA[Existe uma tendência nas mensagens espiritualistas e de auto-ajuda, a fazer-nos ver, quando as coisas dão errado, que o que queremos de alguma forma não é para nós.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17328" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-17328" class="wp-image-17328 size-medium" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/esperando-300x223.jpg" alt="Vai nessa..." width="300" height="223" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/esperando-300x223.jpg 300w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2015/03/esperando.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-17328" class="wp-caption-text">Vai nessa&#8230;</p></div>
<p>Existe uma tendência nas mensagens espiritualistas e de auto-ajuda, a fazer-nos ver, quando as coisas dão errado, que o que queremos de alguma forma <em>não é</em> para nós.</p>
<p>Dizem que talvez a realidade almejada <em>não seria tão boa</em> quanto é em nossa imaginação. Dizem que <em>não estamos preparados</em> para receber o que desejamos. Dizem que <em>o problema está em nós</em> e não nas circunstâncias extremamente complexas da vida.</p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/autoestima/ser-trocado-por-outra-pessoa/">Tentam nos fazer enxergar <em>menos valor</em> no que queremos</a>. Tentam nos dizer que um ser humano adiantado é o que precisa de <em>menos</em> para viver. Que o segredo é <em>não querer</em>, porque quanto mais se quer, mais se sofre.</p>
<p>Dizem que Deus <em>não lhe tira as coisas, lhe livra delas</em>. Dizem que às vezes <em>não conseguir algo é um golpe de sorte</em>. Dizem que as perdas e limites <em>ferem apenas as ilusões do ego e não nossa alma</em>, como sentimos.</p>
<p>Para mim, não passam de mensagens consoladoras e confortadoras. Mensagens que visam <em>livrar a concorrência</em>. Quanto menos pessoas quererem o melhor para si, menos competição haverá para quem já tem.</p>
<p>Penso aqui comigo mesmo que talvez o mundo estivesse melhor, e as pessoas mais felizes e realizadas, se essas mensagens estimulassem-nas a correrem <em>mais</em> atrás do que querem, ao invés de ficarem <em>esperando pela boa vontade dos deuses</em>, pela circunstância apropriada, pelo tempo certo.</p>
<p>No longo prazo, estaremos todos mortos.</p>
<p>Vai ficar esperando até quando?</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mais vida, menos facebook</title>
		<link>https://www.ronaud.com/vida/mais-vida-menos-facebook/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Dec 2014 22:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Viver a Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta crítica ao Facebook, entenda porque a rede social mais popular, representante desta conectividade plena e contemporânea, nos deixa muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como representante mais popular desta conectividade plena, contemporânea, nós que utilizamos o Facebook nos vemos muitas vezes confusos sobre sua real utilidade.</p>
<p>Às vezes nos empolgamos com o avanço que ele representa, na medida em que permite o contato instantâneo com várias pessoas e com o que está no foco das atenções momentâneas, e às vezes, nos vemos loucos para encerrar nossa conta e vivermos uma vida mais <em>off-line</em>.</p>
<div id="attachment_16867" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16867" class="size-full wp-image-16867" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/sai-dessa.jpg" alt="Um retrato da sua vida" width="526" /><p id="caption-attachment-16867" class="wp-caption-text">Um retrato da sua vida</p></div>
<p>Essa alternância ocorre, assim entendo, por vários motivos. Um deles seria porque de tempo em tempo percebemos que esse &#8220;contato instantâneo&#8221; se dá com pessoas distantes, que você mal conhece ou, se conheceu, mal mantém contato e, se mantém contato, no fundo pode nem gostar muito delas&#8230; Não sei se passa de 10 o número de pessoas distantes, que conheci através da internet e que costumo acompanhá-las pelo <em>facebook</em>. Ora, particularmente, as pessoas com as quais gosto de manter contato, não estão no Facebook, ou quase não o utilizam por falta de tempo (ou por terem algo melhor para fazer da vida). Aliás, as pessoas com as quais gosto de manter contato, eu vejo pessoalmente e constantemente, justamente por que gosto de estar com elas.</p>
<p>O nosso desânimo com o Facebook também ocorre porque é frequente percebermos que &#8220;o foco das atenções momentâneas&#8221; quase sempre se dá sobre besteiras e inutilidades, sem as quais nossa vida costuma seguir pelo mais absoluto e mesmíssimo trajeto. Muitas dessas inutilidades são compartilhadas por portais de notícias, como notícias, mas mesmo que fossem notícias, vale aquele questionamento de Caetano Veloso, presente na música <a href="http://www.vagalume.com.br/caetano-veloso/alegria-alegria.html" target="_blank" rel="noopener">Alegria, Alegria</a>:</p>
<blockquote><p><strong>Quem lê <em>TANTA </em>notícia?</strong></p></blockquote>
<p>Veja também: <a href="https://www.ronaud.com/arte-de-viver/alienacao-e-sanidade/">Alienação e Sanidade</a></p>
<p>E mais: Parte do desgosto que sentimos com a rede social azul se dá porque ela, assim como a internet de modo mais geral, deu amplo poder de manifestação para uma maioria de pessoas que não tem muito de interessante a manifestar:</p>
<p>Fotos de gatos, cachorros, filhos; Imagens com auto-ajuda ou lamúrias; Desabafos bipolares se alternando entre súplicas e gratidão a Deus (que, diga-se de passagem, não usa o <em>face</em>); Análises e críticas políticas ou fanáticas, ou amarguradas;</p>
<p>Agora repita isso algumas vezes por dia, todos os dias.</p>
<p><em>Enjoa</em>, vai ficando chato.</p>
<h3>Como estou lidando com o Facebook atualmente</h3>
<p>Nesses últimos meses, reduzi bastante minhas publicações por lá. Me dei conta que um perfil no Facebook permite uma manifestação ilusória e sem substância. Você publica opiniões considerando-se alguém muito digno de emiti-las, mas não passa de alguém simples com vivência limitada, a qual não abarca todas as possibilidades do que está falando, reduzindo-se tudo ao nível de <em>achismos</em>. Sem falar que algumas opiniões nossas mais contundentes podem atingir (e atingem) pessoas queridas, de modo desnecessário, afinal, com exceção de empresas que têm algo a vender, não se ganha <em>NADA</em> publicando conteúdo lá, a não ser alguns <em>curtir&#8217;s</em> que afagam o nosso ego.</p>
<div id="attachment_16869" style="width: 536px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16869" class="size-full wp-image-16869" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/12/facebook-ego.jpg" alt="Muito ego pra pouco atrativo" width="526" height="526" /><p id="caption-attachment-16869" class="wp-caption-text">Muito ego pra pouco atrativo</p></div>
<p>Neste sentido, o Facebook é uma grande &#8220;queimação de filme&#8221;, onde nos expomos demais, e não obtemos nada de substancial em retorno. Comigo tem acontecido até de publicar alguns comentários e excluí-los mais adiante. Não porque tenha me arrependido de publicar ou tenha mudado de opinião, mas simplesmente porque não há porquê deixar uma opinião específica (que pode atingir alguém) permanentemente publicada no meu perfil. Era uma opinião séria, provavelmente relacionada a algum daqueles assuntos que recebem muita atenção momentaneamente, e que por isso mesmo foi pertinente apenas durante aquele momento no qual ficou publicada. Quem viu, viu, quem não viu, não perdeu nada.</p>
<p>Também, nesses meses, fiz <em>uma limpa</em> nos meus contatos, excluindo gente que nunca se manifestou, e que nem sei como foram parar ali, e deixei de seguir <em>uma pá</em> de gente que não conheço e que costuma publicar aquelas inutilidades citadas acima.</p>
<p>Hoje minha <em>timeline</em> mostra basicamente as publicações de algumas pessoas próximas e de raras pessoas distantes que costumam publicar algo interessante, e de páginas de jornais, revistas e conteúdos mais elaborados.</p>
<p>Quando fiz aquela limpeza nos meus contatos, me surpreendi muito ao ver que cerca de 40 contatos (de um total de 750 à época) haviam desativado seus perfis. Hoje, a cada vez que faço uma revisão dos meus contatos, cerca de uma vez por mês, percebo que 2 ou 3 pessoas desativaram suas contas. Gente que realmente e definitivamente, desistiu do perfil online, contrariando a mensagem geral de alguns textos do Youpix que chegam a aludir que <em>a vida social</em> de boa parte das pessoas depende do <em>facebook</em>. Menos, né. <a href="https://www.ronaud.com/internet/a-vida-real-e-a-nao-vida-virtual/">Há <em>MUITA</em> vida além do Facebook</a>. Ou sou só eu que conheço várias pessoas que não têm perfil na rede? E que, não por acaso, são as que tem a vida mais interessante?</p>
<p>Também tenho percebido que muitas pessoas próximas que viviam publicando fotos de seu cotidiano, deixaram de publicar, muito provavelmente pelos mesmos motivos que eu aleguei aqui e que eu resumiria da seguinte forma: Algum tempo de uso da rede social nos leva a perceber que o <strong><em>Facebook não é sério</em></strong>; que é um chiclete mental; meio que uma <em>coisa de adolescentes</em>, gente que tem tempo sobrando e quer se entreter; que é um recurso através do qual pessoas solitárias preenchem sua carência; que é, enfim, uma grande perda de tempo e energia nos levando a procrastinar tarefas relevantes. Porque <em>gente grande</em>, essas pessoas que conheço que não têm perfil no Facebook (e nem tiveram no orkut) e que têm uma vida muito interessante, parecem não ter tempo, muito menos disponibilidade para ficarem uma hora por dia ou mais visualizando fotos de gatos, besteiras e detalhes da vida alheia, ou ainda, se empenhando em compartilhar a própria vida online.</p>
<h3>O começo do fim?</h3>
<p>Com base em todas essas observações particulares, acredito que <a href="http://www.google.com.br/trends/explore#q=facebook%2C%20orkut%2C%20twitter&amp;geo=BR&amp;cmpt=q">vem surgindo um desinteresse gradual pela rede</a>, assim como ocorreu com o orkut e twitter&#8230; esse desinteresse ocorre, acredito eu, em parte porque viemos desde 1995, quando surgiu a internet, aprendendo a utilizá-la e lidar com ela, e esse período ainda não terminou porque só agora, depois de 20 anos, é que conseguimos criar tudo que a internet possibilitava criar. A internet consistiu até hoje de uma imensa sequência de experimentos. Alguns deram muito certo e vieram pra ficar, outros nem tanto.</p>
<p>Viemos vivendo fases de testes, meio sem saber, e estamos vendo que não precisamos de boa parte dos recursos oferecidos. E é esta também uma outra razão para a debandada de gente do <em>facebook</em>: Elas aprenderam a usar o <em>instagram</em> e o <em>whatsapp</em> e perceberam que estas ferramentas atendem melhor seus interesses.</p>
<h3>Criticar o <em>Facebook</em> é criticar o ser humano</h3>
<p>O Facebook cansa porque quase sempre, em vez de ser uma rede de pessoas, é uma rede de egos querendo aparecer e mostrar como são <em>lindinhos, engraçadinhos, espertinhos </em>e basicamente,<em> melhor que os outros. </em></p>
<p>Alguns detalhes que tenho notado no convívio diário no <em>facebook</em>:</p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">&#8211; Às vezes dá vontade de <em>curtir</em> umas publicações de certas pessoas no <em>facebook</em>, mas aí como ela nunca curte <em>p*rra</em> nenhuma minha, eu também não curto as dela. São as mesmas pessoas que do nada, aparecem me convidando para curtir suas páginas recém criadas. Eu não curto. Também na vida digital, <a href="https://www.ronaud.com/atitude/e-preciso-dar-para-receber/">é preciso dar, para receber</a>.</span></p>
<p>&#8211; Tem me incomodado muito a noção que quando se publica algo, uma porcentagem pequena do universo dos contatos se manifesta <em>curtindo</em>, <em>comentando</em> ou <em>compartilhando</em>. Por exemplo, de 100 contatos, apenas uns 10 vão se manifestar a uma publicação sua. Os outros 90 muito provavelmente verão sua publicação, mas vão preferir não se manifestar, seja por não gostarem ou serem indiferentes ao tema publicado. O botão <em>curtir</em> nos engana, nos fazendo otimistas. &#8220;Olha que legal, 10 pessoas curtiram minha postagem&#8221;. Se a pessoa pensasse: &#8220;90 pessoas de 100 não se manifestaram sobre minha publicação&#8221; ela simplesmente pararia de publicar. É mais ou menos o que tem acontecido comigo.</p>
<p>&#8211; E as meninas que vivem de publicar fotos de si mesmas (quase sempre enquadradas para pegarem o rosto e o decote) para angariar as curtidas que vão abastecer suas autoestimas? Às vezes essas fotos vêm com frases como &#8220;Então ela sorriu, pq percebeu que sua felicidade depende apenas dela e de mais ninguém&#8221;. Claro, dela, de mais ninguém, e <em>das curtida dos rapazi</em>.</p>
<p>&#8211; E o sujeito que largou tudo pra se tornar <em>padre</em> e só publica frases de amor (romântico) e saudade? E que vai pra retiros e, em vez de orar pelos outros, pede que orem por ele?</p>
<p>&#8211; E as pessoas que de bom só souberam fazer filhos, na vida, e agora publicam tudo que eles fazem, o tempo todo, como se quem não tem filhos já não estivesse adiando justamente porque não tem a menor paciência com crianças? <a title="Conheça 11 tipos de fotos que é melhor não publicar, sobre seus filhos" href="https://criancasatortoeadireitos.wordpress.com/2014/06/03/11-fotos-que-os-pais-nao-devem-publicar-nas-redes-sociais/">Sem contar o perigo de ficar expondo o próprio filho</a> publicamente como se ele fosse um <em>bibelô</em> e não, um ser humano.</p>
<p>&#8211; E o petista sem-noção que vem no seu status &#8220;refutar&#8221; todas as suas opiniões favoráveis ao capitalismo, como se eu tivesse muito a fim e louco pra tentar convencê-lo das minhas visões? E que não por acaso me vi obrigado a desfazer a amizade para ter um pouco de paz e liberdade no <em>facebook</em>.</p>
<p>&#8211; E a pessoa que só publica (porque só pensa nisso e se identifica) coisas sobre tristeza, angústia, recompensa divina e que demonstram o quanto ela é vítima das circunstâncias e, não por acaso, só recebe essas coisas ruins da vida?</p>
<p>&#8211; E a aquela que fez curso de fotografia, mas só compartilha fotos de si mesma?</p>
<p>&#8211; E aquele casal, ao chegar no destino da viagem, qual a primeira coisa que fazem? Publicar um álbum com todas as fotos possíveis tiradas de si mesmos em todos os pontos possíveis do lugar &#8211; ou uma sequência de imagens da viagem no <em>instagram</em>&#8230; Queridos, nós realmente gostamos muito de vocês, mas não estamos assim tão interessados na vossa <del>felicidade</del> <ins>viagem</ins>.</p>
<p>&#8211; E essa onda de vídeos que invadiram a <em>timeline</em> do <em>facebook</em>? Até hoje não consegui saber quem é que quer assistir tantos vídeos sobre tantas coisas interessantíssimas que não nos fizeram falta alguma até hoje&#8230;</p>
<p>Agora me dá licença que preciso limpar o veneno que tá escorrendo aqui 😉</p>
<h3>Instagram vai pelo mesmo caminho</h3>
<p><a href="http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/instagram-o-apice-da-idiotice-na-internet/74400/" target="_blank" rel="noopener">Neste texto</a>, o autor faz uma crítica muito necessária, semelhante a esta minha, sobre o <em>instagram</em>. Se você observar, verá na caixa de comentários que o pessoal aparentemente não gostou muito da crítica. Mas não gostou porque não entendeu que o texto é um CONVITE a auto-crítica de ALGUNS usuários com o perfil descrito no texto, e não uma crítica a todo e qualquer usuário do <em>instagram</em>.</p>
<p>Ou não sabem interpretar textos, ou talvez só tenham lido o título.</p>
<p>Acredito mais nesta segunda hipótese.</p>
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		<title>Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 01:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Acomodação]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude positiva]]></category>
		<category><![CDATA[Conforto]]></category>
		<category><![CDATA[Coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Cristianismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[Renovando atitudes]]></category>
		<category><![CDATA[Respeito]]></category>
		<category><![CDATA[Zona de conforto]]></category>
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					<description><![CDATA[O terceiro mandamento bíblico sempre me soou o mais inusitado. De uns tempos pra cá, encontrei nele uma interpretação muito mais pragmática do que o mero respeito a uma entidade espiritual. Veja se você concorda comigo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #141823;">O terceiro mandamento bíblico diz: </span></p>
<blockquote><p><span style="color: #141823;">Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão: porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o Seu nome em vão” Êxodo 20:7</span></p></blockquote>
<p><span style="color: #141823;">Desde minha infância, quando comecei a aprender essas coisas, achava esse mandamento o mais inusitado, porque me soava muito supérfluo. Ora, não matar, ou não dizer falso testemunho, ou não roubar, são orientações muito mais objetivas,</span><span class="text_exposed_show" style="color: #141823;"> evidentes e necessárias. Por que Deus se importaria tanto em chamá-lo? Estaria sem paciência? Que mal haveria em chamar por Ele em vão?</span></p>
<p>Pois bem! A interpretação mais comum deste testamento se resume ao respeito. É um mandamento que diz que devemos respeitar o nome e a santa atenção do criador. Jusqu&#8217;ici tout va bien!</p>
<p>Mas há outra interpretação que me soa muito mais lógica e tão especialmente necessária quanto não matar ou não roubar. Eu diria que este mandamento nos orienta a não clamarmos por Deus pedindo por milagres para a realização de coisas que nós mesmos podemos fazer.</p>
<p>Para mim, é muito mais um mandamento sobre atitude e coragem (porque a fé, sem obras, é morta), do que sobre respeito.</p>
<p>Se eu fosse traduzir esse mandamento para um vocabulário atual (e catarinense), ficaria mais ou menos assim:</p>
<blockquote><p>Coisa mais quirida do Pai, pára de ficar Me enchendo o saco por causa dessas suas picuinhas. Te vira, meu filho amado!</p></blockquote>
<div id="attachment_15774" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-15774" class="wp-image-15774" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/09/coragem.jpg" alt="Aja!" width="670" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/09/coragem.jpg 689w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2014/09/coragem-300x195.jpg 300w" sizes="(max-width: 689px) 100vw, 689px" /><p id="caption-attachment-15774" class="wp-caption-text">Aja!</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amor de corpo e alma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 00:30:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Atitude]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Amor verdadeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Entrega]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestos de amor]]></category>
		<category><![CDATA[Indecisão]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Renovando atitudes]]></category>
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					<description><![CDATA[Para ser amor verdadeiro, tem que ser amor de corpo e alma. Amor só de alma é amor pela metade. É como o  projeto arquitetônico mais lindo e mirabolante já criado, o qual não vai passar de (mais) um devaneio de (mais) uma mente louca enquanto não for construído efetivamente com aço, concreto e suor, no mundo real.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Você será julgado pelos seus atos. Sua essência, sua personalidade, sua sexualidade, vão ser construídos pelas suas ações. <strong>Você é o que você faz</strong>, pois é através dos seus atos que você interage com o mundo.</p>
<p>[&#8230;] Quem se interessa pela intenção do criminoso, ou pelo que passa no coração dos homens, é o sistema jurídico romano baseado em uma moralidade cristã. No judaísmo, <strong>o que importa é o que você faz</strong>. Deus não está interessado em minúcias.</p>
<p><a href="http://alexcastro.com.br/voce-e-o-que-voce-faz/" rel="nofollow">Alex Castro</a></p>
<p>***</p>
<p>Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?</p>
<p>Fernando Pessoa</p>
<p>***</p>
<p>Saber não é suficiente, devemos aplicar. Querer não é suficiente, devemos fazer.</p>
<p>Johann Goethe</p></blockquote>
<p>Segundo estas visões, você é o que você faz, e não o que pensa, nem o que sente.</p>
<p>Eu concordo <em>INTEGRALMENTE</em>.</p>
<p>Somos o que fazemos.</p>
<p>Só existe o que acontece.</p>
<p>Só se torna história o que aconteceu, e se manifestou, no plano da realidade. O que se restringiu ao pensamento, ou ao sentimento, perdeu-se no redemoinho dos infinitos <em>não-existidos</em>.</p>
<p>O projeto arquitetônico mais lindo e mirabolante já vislumbrado, não vai passar de (mais) um devaneio de (mais) uma mente louca enquanto não for construído efetivamente, com aço, concreto e suor, no mundo real.</p>
<p>O amor mais profundo por outra pessoa, que não é expressado, dito, e não resulta em gestos de amor direcionados ao ser amado, nem em uma entrega total &#8211; de corpo e alma, mais corpo que alma &#8211; para o outro, talvez não seja um amor assim tão profundo.</p>
<p>Amor verdadeiro &#8211; e existente &#8211; é amor de corpo e alma.</p>
<p>Um amor só de alma, ou só de corpo, é <em>meio</em> amor.</p>
<p>Talvez nem seja.</p>
<h3>Veja também</h3>
<p><a title="Amar: Um verbo ativo" href="https://www.ronaud.com/amor/amar-um-verbo-ativo/">Amar: Um verbo ativo</a></p>
<p><a title="Amar significa..." href="https://www.ronaud.com/amor/amar-significa/">O que significa amar?</a></p>
<p><a title="Veja lá :)" href="https://www.ronaud.com/amor/amor-verdadeiro/">O que é amor verdadeiro?</a></p>
<p><a title="Só Jesus Salva" href="https://www.ronaud.com/bom-senso/o-amor-nao-e-um-superpoder/">O amor não é um superpoder</a></p>
<p><a title="Clique e veja! Vai lá :)" href="https://www.ronaud.com/amor/meu-amor-por-voce-e-incondicional-mas-com-uma-condicaozinha/">Meu amor é incondicional, mas com uma condiçãozinha</a></p>
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		<title>Protestos no Brasil &#8211; Observações</title>
		<link>https://www.ronaud.com/sociedade/protestos-no-brasil-observacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:03:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[Algumas observações sobre o auê &#8211; Se você critica as manifestações ou reclama que elas atrapalham sua vida, blz, é direito seu. Mas não perca de vista que qualquer melhora conseguida com elas, vai beneficiar também A SUA VIDA. &#8211; Ontem falavam nos termos &#8220;congresso nacional foi invadido&#8221;, como se aquela p. toda não fosse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Algumas observações sobre o auê</h3>
<p>&#8211; Se você critica as manifestações ou reclama que elas atrapalham sua vida, <em>blz</em>, é direito seu. Mas não perca de vista que qualquer melhora conseguida com elas, vai beneficiar também A SUA VIDA.</p>
<p>&#8211; Ontem falavam nos termos &#8220;congresso nacional foi invadido&#8221;, como se aquela p. toda não fosse feita inteiramente com dinheiro do povo e não fosse, de fato, inteiramente do povo. Como comentaram pelo FB, não foi <em>invasão</em> e sim <em>reintegração de posse</em> 🙂</p>
<p>&#8211; <a title="A irrelevância do Facebook em tempos de paz" href="https://www.ronaud.com/internet/facebook-e-sua-irrelevancia-pratica/">Redes sociais em tempos de paz parecem de uma inutilidade enorme</a>; são distrações e nos tiram o foco do que é importante. Mas essa impressão se inverte totalmente em tempos de ativismo: As manifestações não teriam o sucesso que vêm obtido se não fosse o Facebook e o Twitter. A impressão é de que a principal função das redes sociais é fomentar manifestações, seja disseminando informações, seja trazendo para quem está longe dos grandes centros uma visão real e nítida do que acontece por lá. É uma forma de engajar até quem não pode se fazer presente.</p>
<p>&#8211; Que estranha felicidade é essa que sentimos nós que sempre reclamamos que o povo era alienado e acomodado, e que não fazia nada, ao vê-lo finalmente seguir para as ruas e mostrar a cara e exigir seus direitos.</p>
<p>&#8211; Também tenho a impressão de que falta uma exigência clara e definida nas manifestações. A princípio são pela redução dos 20 centavos, ou pelo passe livre. Mas dizem que não é só por isso, que não é por nada, e sim, por tudo. As solicitações estão fragmentadas e demonstram o descontentamento geral do povo. Por isso mesmo assim acho que são válidas.</p>
<p>É melhor ir para as ruas reclamar de tudo, demonstrar que existimos e que sustentamos todo esse circo e que estamos muito descontentes, do que ficar em casa.</p>
<h3>Vandalismo</h3>
<p>Achei essa frases do Alessandro Martins genial:</p>
<blockquote><p>Se você destrói um bem público na hora, você é vândalo. Se você deixa destruir aos poucos, é político.</p></blockquote>
<p>Evidentemente, é complicado apoiar atos de vandalismo. Se um bem meu fosse vandalizado, certamente eu não gostaria nem um pouco.</p>
<p>Mas temo que manifestações pacíficas demais não surtam o efeito que devem alcançar. Educação demais é prejudicial, porque nos transformam em bovinos que vão mansamente para o abate, sem saber para onde estão indo. É chato dizer, mas não há verdadeira revolução sem alguma violência. É da natureza humana que seja assim.</p>
<p>Essa elite governista é um grupo que por prática, por malandragem e por falta de escrúpulo, se assemelha ao bandido: Não adianta chegar para ele e dialogar inteligentemente. Ele desaprendeu a ouvir, não sabe se pôr no lugar do outro, só sabe ludibriar para conseguir vantagens fáceis para si. Mas há uma linguagem que eles reconhecem prontamente:</p>
<p>A linguagem da violência.</p>
<p>Quando eles percebem que <em>a coisa tá tensa</em>, são eles que se amansam e se tornam cordeirinhos.</p>
<p>É quando o povo finalmente passa a agir como lobo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Internet e alienação</title>
		<link>https://www.ronaud.com/internet/internet-e-alienacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 03:41:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Alienação]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa]]></category>
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					<description><![CDATA[A internet se firmou como um sucesso absoluto para a disseminação de conhecimento, na forma de uma enciclopédia digital e global. Mas não vejo o mesmo sucesso como fonte de engajamento e mobilização social. Até houve alguns eventos pontuais bem sucedidos nesse sentido. Mas de modo geral, principalmente no Brasil, não vejo nenhuma ação relevante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11113" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/05/acao-x-teoria.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-11113" class="size-medium wp-image-11113" alt="É!" src="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/05/acao-x-teoria-300x199.jpg" width="300" height="199" srcset="https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/05/acao-x-teoria-300x199.jpg 300w, https://www.ronaud.com/wp-content/uploads/2013/05/acao-x-teoria.jpg 721w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-11113" class="wp-caption-text">É!</p></div>
<p>A internet se firmou como um sucesso absoluto para a disseminação de conhecimento, na forma de uma enciclopédia digital e global.</p>
<p>Mas não vejo o mesmo sucesso como fonte de engajamento e mobilização social.</p>
<p>Até houve alguns eventos pontuais bem sucedidos nesse sentido. Mas de modo geral, principalmente no Brasil, não vejo nenhuma ação relevante de transformação social surgida nos meios digitais. Muito pelo contrário, vejo as ações nas mídias sociais como uma mobilização ilusória (e alienante, porque mantém as pessoas distantes), onde o sujeito apoia uma causa publicamente e <em>acha que tá fazendo muito</em>, enquanto que nada está sendo feito efetivamente, e as <em>raposas velhas</em>, aquelas que mal sabem operar um computador, continuam fazendo a festa no governo.</p>
<p>Até porque mobilização social digital é algo contraditório. Ninguém se mobiliza verdadeiramente diante de uma tela de computador.</p>
<p>Houve durante um tempo uma ideia de que essa grande rede mundial poderia contribuir para a transformação do mundo num lugar melhor, espalhando ideias e engajando ações rapidamente por amplas distâncias.</p>
<p><a title="A irrelevância das manifestações nas redes sociais" href="https://www.ronaud.com/internet/facebook-e-sua-irrelevancia-pratica/">Mas acho que o efeito está sendo justamente o contrário</a>.</p>
<p>Conclusão (vergonhosamente óbvia): Se quer melhorar algo no mundo, não tem jeito, tem que ir pra rua, e ir pra luta.</p>
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		<title>Por que a dimensão espiritual permanece um mistério?</title>
		<link>https://www.ronaud.com/espiritualidade/por-que-a-dimensao-espiritual-permanece-um-misterio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Ronaud Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 21:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desamparo]]></category>
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		<category><![CDATA[Experiências espirituais]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência espiritual]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma especulação sobre o porquê de o mundo espiritual, tão alardado por todas as religiões, não estar acessível aos seres humanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;porque talvez ela não exista!</p>
<p>😉</p>
<p>Relaxa, estou brincando  com você.</p>
<p>Ao que me parece, a espiritualidade existe, é forte e muito atuante no mundo físico.</p>
<p><a title="Ela não colabora nem um pouco" href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/colabora-aeee-espiritualidadji/">Mas ela é muito imprecisa</a>. E os próprios místicos, que SABEM que a coisa existe, são os que mais sofrem, porque não conseguem prová-la, já que seus fenômenos não têm qualquer regularidade ou previsibilidade.</p>
<p>A espiritualidade só age quando ela quer, e ela quase nunca quer. Na verdade, ela só age quando TEM de agir.</p>
<p>Isto nos faz compreender porque a sociedade contemporânea optou por adotar o materialismo filosófico como sistema de pensamento e critério de verificação dominantes.</p>
<p>Também nos permite compreender o porquê de tanta gente séria adotar o ceticismo como critério de verificação ante as manifestações espirituais. Muitas vezes, como critério de pronta rejeição. Eles nem estão muito a fim de estudar e averiguar esses fenômenos não. É muito mais fácil dizer que é charlatanismo, além de que uma postura descrente assim é muito mais levada a sério.</p>
<p>Acho que o Comitê Intergalático da Espiritualidade Latente não apoia o amplo conhecimento do mundo espiritual por seres físicos como nós.</p>
<p>E posso até vislumbrar uma boa razão para isso: Para que sejamos mais práticos, mesmo.</p>
<p>Tem me parecido muito mais &#8220;&#8221;&#8221;fácil&#8221;&#8221;&#8221; mudar a vida através do raciocínio e da ação inteligente, do que através de rezas e orações.</p>
<p>Não é que rezas e orações não funcionem. É que elas devem ser deixadas como último recurso, mesmo. Lembre-se do surpreendente <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dez_Mandamentos" target="_blank" rel="noopener">segundo mandamento judaico</a>:</p>
<blockquote><p>Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Êxodo 20: 7</p></blockquote>
<p>Atualizemos aqui a palavra <em>Inocente</em> para <em>Coitadinho</em>. Ele sabe que não temos nada de coitados e que podemos fazer muito mais do que fazemos.</p>
<p>Parar de importunar Deus e tomar uma atitude prática no sentido de nossos anseios, ainda parece ser a melhor solução para nossos problemas.</p>
<blockquote><p>Deus move o céu inteiro naquilo que o ser humano é incapaz de fazer. Mas não move uma palha naquilo que a capacidade humana pode resolver. Ditado oriental</p></blockquote>
<p>Veja também: <a title="Clique e veja" href="https://www.ronaud.com/espiritualidade/por-que-deus-fica-em-silencio/">Por que Deus Fica em Silêncio?</a></p>
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