Poesias

A poesia e o pensamento poético contemplam a beleza por si mesma. A poesia percebe, comenta, valoriza. É sensível ao incomum e também ao inusitado revestido de comum. Ela se desgarra da linearidade prosaica e faz as pazes entre conceitos antes inconciliáveis.

Abaixo segue algumas poesias de autoria própria. Umas são mais recentes, fruto de uma necessidade súbita de ir um pouco além do formal. Outras são bem antigas e compartilham um pouco da minha vida entre 1998 e 2005. São totalmente desprovidas de qualquer erudição. São expressão pura e simples, sem regras, catártica.

Trago abaixo, também, algumas poesias de outros autores que por ventura tenham me chamado a atenção.

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Mais que retrô

Mais que retrô

Poesias: Um breve poema sobre essa sensação recorrente de ter nascido na época errada, convivendo em um tempo errado, com as pessoas erradas.

Teus Cabelos

Teus Cabelos

Poesias: Poesia Teus Cabelos, de Gilberto Amado, a qual ressalta a beleza e o encanto dos cabelos de sua amada.

Vem me viver II

Vem me viver II

Poesias: Poesia Vem me Viver II, a qual comenta a beleza dos detalhes dos momentos vividos pelos amantes e a ânsia para que deixem a hesitação para trás e fiquem enfim, juntos.

Amor I Love You

Amor I Love You

Poesias: Comentário sobre a origem da citação profunda e vívida sobre a sensação de se sentir amada, feita durante a música Amor I Love You.

Inexplicavelmente

Inexplicavelmente

Poesias: Eu já disse aos milhões Te amo muito Te amo demais Te amo loucamente Te amo intensamente Te amo gostosamente Te amo para sempre (!) Então chegou o fim Ou o que era pra ser fim MAS QUE NÃO ACABA! Não desata nosso amor nó Foi bom sim Mas apenas foi Não era pra ser […]

O pior que me aconteceu

O pior que me aconteceu

Poesias: O pior que me aconteceu foi ter te conhecido. Porque algumas felicidades Era melhor não ter vivido Se é bom e não posso ter Não quero nem saber Mas você. Inacreditavelmente. Existe! E agora? O que vou fazer? E é assim, tão perfeitinha E se encaixa tão bem em mim E brinca feliz nos meus ouvidos Com […]

Me deixa

Me deixa

Poesias: Palavras sobre perdas, de vivências, sonhos e uma vida esperada. Seria bom demais para vir a ser verdade ;)

Amor tranquilo

Amor tranquilo

Poesias: Cenas de um amor tranquilo, muito lindo, maravilhoso e impossível.

Como dizia o poeta – Vinícius de Moraes

Como dizia o poeta – Vinícius de Moraes

Poesias: Como dizia o poeta Quem já passou por essa vida e não viveu Pode ser mais, mas sabe menos do que eu Porque a vida só se dá pra quem se deu Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não Não há mal […]

Amor de penumbra

Amor de penumbra

Poesias: Já te amei tanto pelos traços lindos do teu rostinho pequeno e pelas curvas ligeiras do teu meio sorriso, faceiro que ainda não acredita que tanto amor exista Já te amei tanto por caminhos confusos e pelos contornos difusos dos teus cabelos, no escuro da penumbra, dos encontros dos sussurros, que se perdem onde só me encontro Já te […]

Mais amor, que amor

Mais amor, que amor

Poesias: Pega essa estrada comigo, acelera junto Tem fogo? Acende um cigarro, acende o farol, e a luz da Lua, lá em cima A estrada tá boa, e você falando coisas bobas e do céu estrelado, e do meu jeito esculachado Nem quero saber, da trajetória, tá bom aqui, contigo, nesse friozinho é tão bom, ter você por perto […]

Boa menina

Boa menina

Poesias: Beija o guardanapo Pra tirar esse batom Pra eu escorregar nesses lábios, lindos Dessa boca gostosa que forma um coração que me diz sorrindo, sexy do teu desejo explodindo Li meu destino na suavidade da tua palma da tua mão, que me abraça o rosto, que me toca gostoso, com gosto te saboreio, te relembro […]

Tão minha

Tão minha

Poesias: Essa tarde… essa demora… Chega logo do trabalho, meu amor! Me dá um abraço apertado Mil beijos salpicados Toma aquele banho bom Já fica de calcinha E blusa justinha Opa! quanta ousadia desse cara que te ama que te chama, vem pra cama desce do pedestal, vem ser deusa aqui na minha mão, nesse coração […]

Vem me viver

Vem me viver

Poesias: Vem me viver, logo porque cansa não poder Me dê uma surra de vida Pra eu saltitar, de felicidade com a criança que sou no teu sorriso, gargalhar Me balançar pendurado nas tranças, dos seus cabelos dos seus sonhos, vem dançar Desenho teu vestido, com um olhar Desenha teu futuro, no meu andar Que tal, […]

Como amar uma mulher

Como amar uma mulher

Poesias: Ouça-a. Coloque-se ao mesmo nível dela. Nem superior, nem inferior. Nunca deixe de ouvi-la. Toque-a. Toque-a muito. Segure suas mãos. Sinta o calor, a textura das mãos dela. Segure suas mãos de todas as formas possíveis. As costas das mãos, as palmas, os dedos. Numa hora pressione. Noutra, arraste seus dedos levemente em qualquer parte […]

Me guarde – Liane dos Santos

Me guarde – Liane dos Santos

Poesias: Me guarde como uma coisa boa que você pode usar a hora que precisar Me guarde não me jogue fora. Me guarde no armário no bolso do casaco amor de emergência alívio imediato. Me guarde não me jogue fora. A vida me ensinou que tudo tem sua hora. Liane dos Santos *** Veja outros poemas

Letargia

Letargia

Poesias: Pesada tristeza Fardo sem graça Falta tua graça Preciosa leveza Dói, atordoa, de se perder o chão Tristeza adstringente, se é que me entende Porque tá tudo bem, pra quem vê Segue tudo errado, pra quem sente Inerte, sem raiva, sem ódio Paixão sufocada, ansiosa Porque me sufoca, o medo Por que me cala, angústia? […]

QUERO – Carlos Drummond de Andrade

QUERO – Carlos Drummond de Andrade

Poesias: Quero que todos os dias do ano todos os dias da vida de meia em meia hora de 5 em 5 minutos me digas: Eu te amo. Ouvindo-te dizer: Eu te amo, creio, no momento, que sou amado. No momento anterior e no seguinte, como sabê-lo? Quero que me repitas até a exaustão que me […]

Como vocês conseguiram? – Mario Benedetti

Como vocês conseguiram? – Mario Benedetti

Poesias: Nosso amor deu tão certo que começarão a nos olhar com inveja e acabarão organizando romarias para vir nos perguntar como fizemos. Mario Benedetti (1920-2009), poeta uruguaio. *** Veja outros poemas

Dormir…

Dormir…

Poesias: Dormir, para ficar mais próximo do sonho, e mais longe do impossível.

Mediunidade

Mediunidade

Poesias: Escrever poesia é um ato meio mediúnico. Basta se dispor a escrever algo decente, que as palavras vão vindo, e se encaixando, e rimando. Quando acaba, resta a estranha sensação de que não foi você quem escreveu aquilo. Talvez nem tenha sido mesmo o.O *** Publicado no Facebook em 11 de janeiro de 2012.

Ismália – Alphonsus de Guimaraens

Ismália – Alphonsus de Guimaraens

Poesias: Quando Ismália enlouqueceu, Pôs-se na torre a sonhar… Viu uma lua no céu, Viu outra lua no mar. No sonho em que se perdeu, Banhou-se toda em luar… Queria subir ao céu, Queria descer ao mar… E, no desvario seu, Na torre pôs-se a cantar… Estava perto do céu, Estava longe do mar… E como […]

Deves me amar

Deves me amar

Poesias: Porque poucas coisas Me fazem sentido Só contigo, tudo voa Segredos, confidências Maturidade à distância Corações casados Por paixão e por dúvidas Deves me amar Sou a parte pequena Que te falta Sem minha alma Tu te apequenas Nasci pra ti Sempre soubeste Que nasceste pra mim Tentei convencer-te Que tu deves me amar Tua […]

Elogios e outras palavras de amor

Elogios e outras palavras de amor

Poesias: Minha linda! Coisa linda! Gostosa… Que boca linda você tem! E esse olharzinho lindo, hein? Eita sorrisão! Linda! Coisa gostosa! Te amo! Não vivo sem você… Preciso de você! Amo seu corpo… O corpo da mulher que amo… Corpo lindo, gostoso. O cheiro dessa mulher… Não é cheiro, é perfume. Cheiro de sentimentos… Cheiro de […]

E se… – Samuel T. Coleridge

E se… – Samuel T. Coleridge

Poesias: E se você cochilasse? E se em seu sono, você sonhasse? E se em seu sonho, fosse aos céus e lá colhesse uma estranha e linda flor? E se, ao acordar, tivesse a flor em suas mãos? Ah, e então? Samuel Taylor Coleridge

Que belo andar

Que belo andar

Poesias: A moça andava a ligeiro compasso de passos suaves do andar destinado A moça morena dos cabelos presos quem, por trás era dos óculos negros Mulher elegante Tinha classe, e porte Dama instigante De alma jovem Moça sensual do caminhar sedutor tatuagem angelical como veio, se foi / Ronaud Pereira /

Meu caminho

Meu caminho

Poesias: De 09 de dezembro de 2001. *** Eu pensei que eu era especial Que você estava comigo Que todos me amavam Que eu poderia amar Que ódio ter que te olhar Eu pensei que a vida era bela Onde as flores eram sinceras Que sentir o vento tinha sentido Mas eu estou sempre sozinho! Que […]

Como tu me maltratas

Como tu me maltratas

Poesias: De 25 de outubro de 2001. *** Ah, como me maltratas E me olhas negando… Onde estão minhas cartas Se me consideras tanto? Foram tantas esperanças Por alguma atenção Foram tantas andanças Foram todas em vão Teu olhar é de ignorância Ignorou a mim, meu ser E também minhas palavras Que viviam a te enaltecer […]

Um momento

Um momento

Poesias: De 27 de agosto de 2001. *** Onde estás agora? Quero te tocar Que falta me faz toda te amar Roçar minhas mãos na ardente fogueira Suspiros quentes Vermelhas roseiras Bordô é seu manto Eu vou penetrá-lo Escorrem as mãos Pressa por retirá-lo Pernas encontradas; Receosas […] Vou afastá-las; Confortá-las Jóia procurada; Almejada […] Vou […]

Sem rumo, sem você

Sem rumo, sem você

Poesias: De 25 de julho de 2001 (publicada em 14/12/2010). *** Nós não temos mesmo muito a ver Você é de gêmeos e meu intuito é esmorecer Apenas me envenenar Depreciando suas virtudes Eu acabei me orgulhando, Invejando suas virtudes Me sentindo tão distante Sentindo minhas virtudes Te vejo tão perdida Por ti muitas vezes perdi; […]

Intensidades

Intensidades

Poesias: De 11 de junho de 2001. *** As nuvens estão revoltas Como seus cabelos revoltos E seu olhar, hesitante e doce Parecia que sorria Seu olhar tinha um lindo castanho É o das nuvens no entardecer Eram suaves como os ramos Seus braços a me enternecer E assim, da sua voz Macios acordes me tocaram […]

Deusa da noite

Deusa da noite

Poesias: De 20 de maio de 2001. *** A alma mais serena, chamaria-se selena? Misteriosa dama da noite Que ao buscar, foi-se E assim, sobe ao céu a dama Domina tudo, tudo a se acalmar Sobretudo, eu, os ventos e o mar Sua luz, é serena, ou seria selena? Aquela calma, aquela luz Azulada até enfeitiçar-me […]

Clamejante olhar

Clamejante olhar

Poesias: De 20 de maio de 2001. *** As percepções de um momento Invadem-me o pensamento Aquele olhar estava sedento Lançou-me um beijo intenso Uma curiosidade ousada Olhava-me por vezes A presença tão delicada Clamava: “Me ames!!!” Me abraces, diria eu Com ela beirando águas E suas mechas molhadas Perfumam um sonho meu Os sonhos desejosos […]

6 meses de praça

6 meses de praça

Poesias: De 26 de fevereiro de 2001. *** Tanto amo essas chuvas Mas agora há essa música Briga comigo suas mágoas A lama na minha trajetória Tudo que vi e fugiu Do outono agora estranho O inverno se coloriu E a primavera teve ar tristonho Minha namorada não me viu… Diante dela, bombons e a saudade […]

Deusa loura

Deusa loura

Poesias: De 23 de fevereiro de  2001. *** Se é tão proibida, a loura Se vejo os céus em seus olhos Se ao profano não se louva Porque sou devoto de seus lábios O corpo esquio, ao andar é lindo Chego a louvar o que desconheço E aquele suave mover dos cabelos É poético, mágico, lindo, […]

Me diz por quê?

Me diz por quê?

Poesias: De 28 de janeiro de 2001. *** Porque tens o beijo mais indeciso? Olhando a distância questionador Nada vejo além de rosas e lírios Empolgando ao insustentável amor… Por que não sei quem és? Por que vens em doces faces? E seu sorriso que as brisas se assemelha? E seu olhar vítreo, sem saber o […]

Círculo virtuoso

Círculo virtuoso

Poesias: De 04 de novembro de 2000. *** Amo a felicidade… Contemplo-a… A passos calmos distanciar-se… Com a suavidade de suas formas femininas… Apenas sei[…] da liberdade.. É como são aqueles cabelos esvoaçantes ao vento… Estou longe, afastado… Os pensamentos lamentam, desapontados… Nos olhos, elegia, verdade… No sorriso, a falta de senso… Sonhos e prazeres a […]

E então contemplo as chuvas II

E então contemplo as chuvas II

Poesias: De 01 de setembro de 2000. *** Eu olho a janela, e só olho Vejo a vida, caminhos e desvios Vejo-me lá, sinto-me perdido E aos sons tristes, só olho Dourada é a luz da manhã Quisera que me esquentasse Ah, se alguém me esquentasse Tantas, e só uma a doar-se Uma personalidade não existe… […]

Protesto dos Ventos

Protesto dos Ventos

Poesias: De 6 de junho de 2000. *** Esses ventos têm intentos, frios e velozes Vêm da verde direção, terra onde vivi… Trazem em seus ruídos silenciosas vozes Calaram quando a tempos muitos, adormeci… Trazem consigo, pelos ares lembranças Ramos aos campos saudando os ventos, crespas águas recuando em danças, ou lisos cabelos, longos e morenos, […]

Desperdício

Desperdício

Poesias: De 31 de março de 2000. *** Grandiosa é esta perda E audaciosa é a coragem De procurar-te nos sonhos e vê-la Terna e doce; alívio sob miragem Louca, dispersa, és deslumbrada És vertigem à minhas mãos A salvação não mais lembrada Da ânsia dos verdes olhos vãos Inconformado nesta circunstância Tão desapegada às atenções […]

Essência fugaz

Essência fugaz

Poesias: De 11 de março de 2000. *** Linda a flor elevando-se da lama E a borboleta sobre seus espinhos Com a delicadeza de uma dama Encantando olhares mais vividos Canção esta de lindos acordes Nos céus de seus olhos perdidos Buscam da tarde as últimas luzes E vêem na lama a lua subindo Inspirador seu […]

Íntegra Tentação

Íntegra Tentação

Poesias: De 27 de janeiro de 2000. *** As marcas de uma ousadia II À “cristã”… Sabes, és tentação, meu desejo proibido Saibas, tua atração ainda é relembrada De todas constante, sua imagem, a libido Está presente; sob olhos ocultos vigiada Provocação latente, fui um anjo distraído És católica, perdida, uma louca desvairada Sem fé, ainda […]

O teatro das nuvens

O teatro das nuvens

Poesias: De 23 de janeiro de 2000. *** Há momentos de pura reflexão Refletidos em um estado de êxtase Êxtase; o mundo em minhas mãos Às minhas mãos, um erro de sintaxe Suave sabedoria; onipresente como os ventos “Quem” às chuvas tanto procuro, na essência das músicas, das boates aos conventos Sensação do divino; o azul […]

(Me apresento,) Com serenidade

(Me apresento,) Com serenidade

Poesias: De 16 de dezembro de 1999. *** Não esperes ver de mim Exemplos de conduta social À alma serena fosse assim Inaceitável sentir o essencial “É imoral…” Não esperes sentir de mim Que te mostres toda a essência Da sabedoria dos ventos, enfim… Serena é tanta esta carência “É desolador…” Não esperes ouvir de mim […]

Dúvidas

Dúvidas

Poesias: De Setembro de 1999. *** Talvez um dia… Eu sinta intensa sua atração; Tipo o gosto das uvas, no outono, com champagne, folhas secas e dúvidas Pelos papéis envelhecidos nas estantes escuras, sabe a minha tristeza, a essência que procuras… Sob cinza tempestade, da cor de seus olhos perdidos Frio aconchego; Não é tristeza tua, […]

Perfeita, a jornada

Perfeita, a jornada

Poesias: De 11 de janeiro de 1999. *** Um novo mundo Simples, e no amor complexo Intenso, vivido a fundo Será dos cristais o reflexo Representado pelo brilho De Deus, no puro espírito Um reflexo de paixão e da presença Daquela que me causa alívio Uma vida nova A minha, e de alguém mais Juntos, com […]

O Vento

O Vento

Poesias: De 22 de novembro de 1998. *** Ele, frio, esfria, congela Ele, veloz, move bandeiras, move cortinas, através da janela Ele, move folhas, faz cair folhas velhas, arranca postes e árvores, algumas inteiras Ele moveu, no mar, barcos a vela, caravelas, no deserto, moveu dunas, montanhas de areia Ele, rebelde, apaga a chama das velas, […]

Você

Você

Poesias: De 01 de novembro de 1998. *** Seu severo olhar, penetrante, agudo Recua o meu, admirar, consciente Seu tocar, suave, é feminino, maduro Seu poder, suave, é persuasivo, obscuro Com seu brilho, e poder, és envolvente Poder de sua mente, inacessível reduto Poder passional, por isso, imponente Imponente a mim, fascinante ao mundo Você ? […]

A Razão e a Emoção

A Razão e a Emoção

Poesias: De 19 de setembro de 1998. *** Você olha para mim curiosa Tenta ver alguma beleza Não consegue e pergunta furiosa Onde conseguiria tanta frieza? No desarranjo emocional dentro de seu triste olhar Ou no seu pensar, passional e no simples fato de se orgulhar Então olho para Você, curioso Tento encontrar alguma razão Não […]

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