Mentira!

Mentira!

As conversas e convenções que ouvimos diariamente, algumas migradas para as redes sociais, querem o tempo todo nos fazer acreditar que o que é importante, não é importante.

Dizer que o que é importante, não é importante, não passa de um consolo para fracos e derrotados.

Como na imagem acima.

Ora, o que mais desperta a confiança e a autoestima do que se estar com a consciência de possuir um corpo em forma e saudável?

Culto ao corpo

Academia - Fábrica de confiança e autoestima!

Academia – Fábrica de confiança e autoestima!

Já ouvi algumas críticas partindo de alguns ressentidos na direção das pessoas que não saem das academias. Ah, porque é “o culto ao corpo”, porque é “um padrão imposto pela mídia”, porque isso, porque aquilo.

Sim, um culto ao corpo num padrão imposto pela mídia greco-romana de 2000 anos atrás, composta basicamente de estátuas em mármore, todas com corpos humanos nus, absolutamente magros e esbeltos.

Tudo bem que muitos exageram, valorizando mais os músculos do que o próprio cérebro. Mas algo aqui comigo me faz crer que esse pessoal que não sai das academias está muito mais em paz consigo mesmo, de bem com a vida, do que quem os critica. Pois além de tenderem a estar com o corpo e a saúde, e por consequência, também com a mente, mais equilibrados, também estão satisfeitos, porque estão fazendo algo por si mesmos; porque estão em meio a pessoas de ânimo semelhante; porque estão felizes com os resultados que têm alcançado, resultados questionados justamente porque não consegue alcançá-los.

Ora, o que há de intrinsecamente errado em cultuar o próprio corpo? Talvez o exagero nesse sentido possa ser questionado, como pode ser qualquer exagero. Mas entre cuidar e dar a devida atenção ao próprio corpo com a prática regular de exercícios ou largá-lo ao desleixo, como faz uma maioria (na qual me incluo em parte), não tenho a menor dúvida quanto a onde está o erro.