“ N√£o h√° satisfa√ß√£o em enforcar um homem que n√£o faz obje√ß√£o a isso. ”
George Bernard Shaw

Compartilho aqui um pouco da minha vida, retratada através das poesias que escrevi entre 1998 e 2005. São totalmente desprovidas de qualquer erudição. São expressão pura e simples, sem regras, catártica. Algumas têm um tom mais contemplativo, poético, outras são melancólicas beirando a comédia. Mas são fases da vida que vêm e que (graças a Deus) passam. Qualquer aspecto decadente que possa ser encontrado abaixo, não existe mais em mim. O que me estimula a expor essas poesias, é um ponto de vista muito bem expressado por meu conterrâneo:

O lugar do poeta é onde possa inquietar.
O lugar do poema é estar em presença do consumidor de poesia.
Ou do provável consumidor.
Ninguém faz o poema por mero exercício verbal.
Lindolf Bell

Ana

Escrita em 14/06/2005

Você surgiu do nada
Alma querendo ser amada
Um rosto sério, assustada
E um nome m√°gico, Ana...

Mágica é sua aura, e a sua calma...
Sua calma, paradisíaca
me seduz, me conduz, me encanta
Assim também quando te chamo, Ana...

Você não existe,
e assim eu j√° te disse
Você é um sonho
T√£o linda, e t√£o simples

Suas palavras, poucas, e mansas
de me amar, n√£o cansam
e além de tudo, me amansam
tanto quanto me tocas, Ana...

Suas mãos, sem ação
durante um beijo, sem definição
de t√£o profundo e t√£o paix√£o
[...]mergulhos num mar de emoção[...]

Lembro seus abraços
Você me agarra, e não larga
E num estado de graça
Minhas mãos te percorrem, te traçam

E gosto, e quero te abraçar
e toco seu rosto...
e teu sentimento apaixonado
Quero em mim eternizar...

Ronaud Pereira

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