Biologia da Crença

Biologia da Crença

Resenha divulgada

“O elo perdido entre a vida e a consciência”. É dessa forma que Gregg Braden, autor de O código de Deus, best-seller do jornal The New York Times, define o livro A biologia da crença, lançamento da Butterfly Editora.

Nesta obra, o cientista norte-americano Bruce Lipton explica não apenas como todas as células do corpo são influenciadas pelo pensamento, mas também comprova a reencarnação. A experiência de Lipton na condição de professor universitário o gabaritou a expor seus próprios conhecimentos de forma simples e direta.

Além disso, a obra está repleta de ilustrações e considerações bem-humoradas. Bruce Lipton, o autor de A biologia da crença, é um dos pioneiros de uma nova área de estudos denominada “Nova Biologia”, que discorre acerca da relação entre os organismos biológicos, o meio ambiente, o pensamento, as percepções e até o subconsciente.

  • Autor: Lipton, Bruce H., Ph.D.
  • Editora: Butterfly Editora
  • Número de Paginas : 256

Minha opinião sobre o livro Biologia da Crença

Este livro oferece uma visão nova da biologia. Uma visão que leva em conta a espiritualidade humana e portanto, sua mensagem não é reconhecida pelo meio acadêmico. Esse é o preço que muitos e muitos cientistas pagam atualmente por pensarem fora da caixa.

Mas ele não está sozinho nessa empreitada, tanto é que todas as ideias discorridas no livro são fundamentadas e referenciadas por trabalhos de outros tantos cientistas que, como Lipton, enfrentaram o status quo e divulgam novas alternativas de entendimento da realidade na qual vivemos, no caso, da realidade biológica que é a base da vida na terra, e da NOSSA vida.

Através de uma explicação levemente técnica, ele tenta rever esse conceito inflexível e petrificado na ciência atual, de que os genes são os senhores absolutos do nosso futuro e condicionam toda a nossa vida, em especial em relação a nossa saúde, mas também em relação ao nosso comportamento. Ele demonstra que o comportamento das células (e portanto, do corpo inteiro) pode e é frequentemente alterado por informações vindas do ambiente, e não tão somente de seu núcleo, onde estão seus genes. Essa nova abordagem do comportamento celular leva a muitas novas implicações no comportamento humano e portanto, fundamenta a possibilidade, muito comentada no meio místico atual, de que todos podemos mudar nossas vidas através da re-significação de nossas crenças.

Já escrevi muito sobre isso aqui. Veja alguns textos: 1, 2 e 3.

O autor também critica contundentemente esse modus operandi da medicina ocidental, esta que receita remédios para tudo. Ele aponta o lobby da indústria farmacêutica (que envolve bilhões de dólares anuais), a qual influencia os médicos a procurarem resolver tudo através de pílulas, amenizando os efeitos, em vez de ouvirem seus pacientes tentando encontrar e resolver as causas dos males, quase sempre encontradas em crenças e hábitos nocivos. Ele propõe em vez disso uma medicina mais holística, que cuida SIM do corpo, mas que deve também cuidar do equilíbrio pleno de seus pacientes, o que exige uma boa atenção também às suas mentes.

Embora o autor Bruce Lipton seja mais um desses cientistas desacreditados no meio científico, profundamente cético e fechado que adota um viés demasiado materialista em seus critérios, suas ideias vêm de encontro, e tentando fundamentar, muitos dos conceitos aparentemente místicos do que conhecemos por Nova Era. Em muitos pontos do livro, percebe-se facilmente um conteúdo de auto-ajuda, muito mais do que científico. Não tenho ABSOLUTAMENTE nada contra a auto-ajuda, embora este conteúdo não tenha me soado muito coerente num livro que se propõe ser “científico”. É implorar para ele não ser levado a sério pelos cientistas que, embora fechados, são justamente os que poderiam ajudar com que seu trabalho fosse levado a sério e obtivesse um maior alcance.

Porém o que se percebe é que ele não quer esperar por esse reconhecimento. Ele quer ajudar as pessoas agora, porque acredita profundamente em seus estudos. Da minha parte, seus estudos só vêm reforçar toda uma crença que mantenho desde sempre, a de que as crenças que incorporamos, dos outros e de observações próprias, e que mantemos em nossa mente e em nossa mente subconsciente, e também nossas emoções, são responsáveis por 90% (senão 100%) de todos os nossos desequilíbrios de saúde, de comportamento e de situação de vida.

E também de seu reequilíbrio.

A realidade é muito mais mágica do que nossos olhos desencantados conseguem perceber.

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