Você leitor, você leitora, já deve ter percebido que simpatizo muito com os dizeres do Luiz Carlos Prates. Vez ou outra ele se mostra por demais conservador e machista, entretanto, dada a realidade da vida, não posso deixar de concordar com muitos de seus pontos de vista. Veja esse comentário:

Elas
Depois elas dão com a cabeça na parede, se queixam de que não arrumam nada que preste. Pudera! Levianas, vão para a praia com um fio-dental que as deixa nuas… Só um trouxa vai pegar uma mulher dessas, sem pudor. As pobres não sabem que mulher tem que ser discreta. Aí, torna-se um arraso!
Fonte

Escolhas e Consequências

Por um lado, é claro e óbvio que a mulher tem todo o direito sobre o seu corpo e de fazer o que ela quiser com ele. O corpo é dela e tem essa liberdade. Ponto!

O problema é que cada comportamento gera suas consequências. Flores atraem abelhas, assim como frutas atraem pássaros e comida velha atrai ratos.

Se a mulher se exibe como um objeto de desejo, será desejada como um objeto.

Então quando uma mulher vai para a praia mostrar-se de corpo inteiro, inevitavelmente, as chances de atrair homens que se interessam unicamente por seu corpo, isto é, pelo aspecto externo e sexual da relação, será grande. Bom, isso realmente depende dos critérios da mulher em questão. Se o que ela procura é, de fato, sexo e curtição, então estará certamente no caminho certo.

Porém depois de pouco vai adiantar criticar o comportamento do cara, esperando um sujeito companheiro, atencioso e romântico, ou tentar mudá-lo. Portanto, se ela procura um homem companheiro, atencioso, discreto, trabalhador, deverá certamente expor e ressaltar suas características que atraiam justamente esse tipo de homem. E talvez a praia não seja o melhor lugar para isso.

Valorizar-se é respeitar-se. E respeitar-se é fazer valer seus princípios e valores, ao invés de moldar-se aos gostos e valores alheios. E antes de mais nada, é preciso refletir e, através do auto-conhecimento, definir QUAIS são seus valores e princípios.

Pode parecer difícil inicialmente, mas depois de certo tempo, os bons resultados prevalecerão.

Eu inevitavelmente puxo toda essa observação para aquela particularidade da vida chamada Lei da Atração, já muitas vezes citadas aqui; e então vejo que a observação dele faz sentido sim, apesar da rispidez peculiar do nosso amigo Prates. Filosofias como a Seicho-no-ie, ou da Lei da Atração, dizem que semelhantes se atraem. E basta uma observação atenta ao comportamento das pessoas para você perceber que os grupos tendem mesmo a se formar com indivíduos que possuem semelhantes idéias, comportamentos e interesses. Ou uma mesma vibração espiritual como podem dizer os místicos.

Não importa como chamamos essa peculiaridade da vida, é assim que acontece.