De 04 de novembro de 2000.

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Amo a felicidade…
Contemplo-a…
A passos calmos distanciar-se…
Com a suavidade de suas formas femininas…

Apenas sei[…] da liberdade..
É como são aqueles cabelos esvoaçantes ao vento…
Estou longe, afastado…
Os pensamentos lamentam, desapontados…

Nos olhos, elegia, verdade…
No sorriso, a falta de senso…
Sonhos e prazeres a volta do ego…
Saber valorizar é considerar a visão de um cego

Faz sentido… São palavras, gestos e olhares…
Plenos de suas formas e possibilidades…
Só tem a expressá-la, crendo fazer sentido…
Seu coração repleto da mais pura alegria…

Enquanto o meu mergulha na mais consciente solidão…
Descobrindo prazeres na mais triste introspecção…
Valorizando momentos da mais intensa conotação…
A essência de se viver para o coração…

/ Ronaud Pereira /

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